A chegada de Abel Ferreira ao comando do Palmeiras não podia ter sido melhor. Em três jogos, o Verdão leva três vitórias e, ao fim de 10 dias do treinador portuuguês no futebol brasileiro, a imprensa mostra-se rendida ao impacto do antigo treinador de SC Braga e PAOK.
«O furacão português atingiu todos os setores do clube da melhor forma possível. Os funcionários que não estão ligados diretamente ao futebol falam com orgulho do treinador e dizem que poucas vezes alguém mostrou tanto afeto e respeito por todos. (…) O método tem gerado dinamismo e aproximado os jogadores da equipa técnica. (…) Fora do horário de trabalho, Abel não deixa o centro de treinos e é viciado em rever os jogos e detalhes dos treinos», lê-se no artigo da UOL, onde se destaca, também, o tempo que Abel Ferreira tem passado a observar os jogadores das camadas jovens do Palmeiras.
"Ferro foi injustiçado. Rótulo desaparece quando triunfar noutro lado". Com a iminente chegada de Lucas Veríssimo ao Benfica, Jorge Jesus deverá permitir a saída de um dos centrais, dado que ficaria, se nenhum saísse, com seis elementos para o setor defensivo.
Paulo Madeira, antigo capitão do Benfica e ex-central encarnado, admite que o 'elo mais fraco' na equação será Ferro, embora entenda que o jovem formado na Luz seja um "grande central".
"Um grande central e um central que muitas vezes foi injustiçado, foi culpado em determinadas coisas em que nem tinha responsabilidade, mas o futebol é assim", comentou Paulo Madeira.
Em declarações à Renascença, Paulo Madeira salientou ainda que "os mais novos são sujeitos a uma pressão muito grande e Ferro teve um período em que teve uma pressão muito grande e não conseguiu sair dela".
O ex-defesa do Benfica Paulo Madeira entende que Ferro "ficou com esse rótulo" e considera que "isso só desaparece quando se vai triunfar para outro lado".
Já no decorrer da temporada, Jorge Jesus assegurou que conta com Ferro mas até ao momento ainda não apostou no central que já foi campeão na Luz.
"É um jovem jogador que teve dois anos diferentes em termos de rendimento. Acho que cobraram muito. O problema não foi do Ferro, foi de toda a equipa. Está a tentar beber as nossas ideias. Ele tem as suas características, não é muito rápido e estamos a tentar melhorar um pouco. Queremos que seja mais confiante. Mas respondendo concretamente à sua questão, não é um jogador para sair", disse Jorge Jesus, em outubro.
Já sobre a eventualidade do Benfica jogar num sistema de três centrais, Paulo Madeira 'torce o nariz' e lembra que isso não faz parte do ADN e histórico do emblema da águia.
"O Benfica não é um clube que se dá bem a jogar com três centrais", disse Paulo Madeira, socorrendo-se do passado para justificar esta sua desconfiança em relação a esse sistema que outras equipas já vão usando.
"Não me lembro do Benfica jogar com três centrais e as coisas terem corrido bem. Durante os anos, a tática defensiva tem sido com quatro defesas".
Com nove golos sofridos nos últimos três jogos, a defesa do Benfica tem sido muito criticada e os adeptos pedem mudanças no setor, sendo que Paulo Madeira defende Nicolás Otamendi, um dos jogadores que tem sido criticado.
"Colocam em causa a qualidade de um jogador que quando se olha para o currículo... milhares de jogadores gostariam de ter metade do currículo que o Otamendi tem."
Paulo Madeira concorda que o argentino tem cometido alguns erros mas entende que o ex-central do Manchester City saberá dar a volta por cima e voltará a mostrar serviço nos relvados portugueses.
"De facto, concordo que num ou outro lance não tem estado muito bem mas estou convencido que isto vai mudar e as coisas vão voltar à normalidade".
Paulo Madeira, antigo capitão do Benfica e ex-central encarnado, admite que o 'elo mais fraco' na equação será Ferro, embora entenda que o jovem formado na Luz seja um "grande central".
"Um grande central e um central que muitas vezes foi injustiçado, foi culpado em determinadas coisas em que nem tinha responsabilidade, mas o futebol é assim", comentou Paulo Madeira.
Em declarações à Renascença, Paulo Madeira salientou ainda que "os mais novos são sujeitos a uma pressão muito grande e Ferro teve um período em que teve uma pressão muito grande e não conseguiu sair dela".
O ex-defesa do Benfica Paulo Madeira entende que Ferro "ficou com esse rótulo" e considera que "isso só desaparece quando se vai triunfar para outro lado".
Já no decorrer da temporada, Jorge Jesus assegurou que conta com Ferro mas até ao momento ainda não apostou no central que já foi campeão na Luz.
"É um jovem jogador que teve dois anos diferentes em termos de rendimento. Acho que cobraram muito. O problema não foi do Ferro, foi de toda a equipa. Está a tentar beber as nossas ideias. Ele tem as suas características, não é muito rápido e estamos a tentar melhorar um pouco. Queremos que seja mais confiante. Mas respondendo concretamente à sua questão, não é um jogador para sair", disse Jorge Jesus, em outubro.
Já sobre a eventualidade do Benfica jogar num sistema de três centrais, Paulo Madeira 'torce o nariz' e lembra que isso não faz parte do ADN e histórico do emblema da águia.
"O Benfica não é um clube que se dá bem a jogar com três centrais", disse Paulo Madeira, socorrendo-se do passado para justificar esta sua desconfiança em relação a esse sistema que outras equipas já vão usando.
"Não me lembro do Benfica jogar com três centrais e as coisas terem corrido bem. Durante os anos, a tática defensiva tem sido com quatro defesas".
Com nove golos sofridos nos últimos três jogos, a defesa do Benfica tem sido muito criticada e os adeptos pedem mudanças no setor, sendo que Paulo Madeira defende Nicolás Otamendi, um dos jogadores que tem sido criticado.
"Colocam em causa a qualidade de um jogador que quando se olha para o currículo... milhares de jogadores gostariam de ter metade do currículo que o Otamendi tem."
Paulo Madeira concorda que o argentino tem cometido alguns erros mas entende que o ex-central do Manchester City saberá dar a volta por cima e voltará a mostrar serviço nos relvados portugueses.
"De facto, concordo que num ou outro lance não tem estado muito bem mas estou convencido que isto vai mudar e as coisas vão voltar à normalidade".
"Jogar no FC Porto fez-me sentir um jovem novamente". Iker Casillas marcou, esta sexta-feira, presença na iniciativa Marca Sport Weekend, patrocinada pelo jornal espanhol Marca, na qual recordou alguns dos momentos mais marcantes da carreira.
Um deles tem a ver com a passagem pelo FC Porto, entre 2015 e 2020 (primeiro como jogador, e depois como elemento da estrutura), clube com o qual, garante o próprio, acabou por desenvolver uma grande afinidade.
"Jogar no FC Porto permitiu-me voltar a sentir-me como um jovem novamente. Tenho uma ligação muito especial com eles", reconheceu o espanhol, que se viu obrigado a 'pendurar as luvas' no final da temporada.
O motivo, tal como é sabido por todos, foi o enfarte sofrido em maio de 2019, durante um treino no FC Porto. No entanto, Iker Casillas deixou boas notícias: "Depois de mais de um ano e meio de enfarte, o meu cardiologista disse-me que posso voltar a fazer a vida normal".
O ex-guarda-redes, que diz ter tido a "sorte de levantar, como capitão, todos os títulos possíveis com o Real Madrid e com a seleção", lamentou, apenas, que não lhe tenha sido possível levar a candidatura à presidência da Federação espanhola até ao fim.
"Uma das minhas ideias era que, tanto a Federação, como a Liga, dessem as mãos pelo bem do futebol e dos jogadores", rematou.
Um deles tem a ver com a passagem pelo FC Porto, entre 2015 e 2020 (primeiro como jogador, e depois como elemento da estrutura), clube com o qual, garante o próprio, acabou por desenvolver uma grande afinidade.
"Jogar no FC Porto permitiu-me voltar a sentir-me como um jovem novamente. Tenho uma ligação muito especial com eles", reconheceu o espanhol, que se viu obrigado a 'pendurar as luvas' no final da temporada.
O motivo, tal como é sabido por todos, foi o enfarte sofrido em maio de 2019, durante um treino no FC Porto. No entanto, Iker Casillas deixou boas notícias: "Depois de mais de um ano e meio de enfarte, o meu cardiologista disse-me que posso voltar a fazer a vida normal".
O ex-guarda-redes, que diz ter tido a "sorte de levantar, como capitão, todos os títulos possíveis com o Real Madrid e com a seleção", lamentou, apenas, que não lhe tenha sido possível levar a candidatura à presidência da Federação espanhola até ao fim.
"Uma das minhas ideias era que, tanto a Federação, como a Liga, dessem as mãos pelo bem do futebol e dos jogadores", rematou.

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