Piqué foi o alvo de um espectador espanhol no treino aberto da seleção espanhola desta segunda-feira. Um adepto de "la roja" exibiu um cartaz onde se podia ler: "Piqué dás-me vómitos" e dirigiu-se à tribuna onde estavam instalados os órgãos de comunicação que acompanham a seleção e não calou os protestos: "Piqué não é digno de vir à seleção, não merece. Estão a obrigar-me a tapar um cartaz, que para mim não é ofensivo. Só digo aquilo que penso, Piqué dá-me vómito, não deve vir à seleção".
A resposta ouvida foram palmas ao dito espectador e gritos de "liberdade de expressão", enquanto uma parte dos adeptos gritava ainda "viva a guarda civil", aludindo aos incidentes de Barcelona. Uma minoria prosseguiu com gritos de "fora Piqué".
Bryan Cristante, médio que representa a Atalanta por empréstimo do Benfica, foi chamado a representar a seleção de Itália nos jogos com Macedónia e Albânia, de qualificação para o Mundial de 2018.
O jogador de 22 anos passa, assim, a integrar as opções do selecionador Giampiero Ventura para os derradeiros compromissos da Squadra Azurra, atual segundo classificado do Grupo G, com 19 pontos, atrás da Espanha, que lidera com 22.
Andrea Belotti, Marco Verratti e Lorenzo Pellegrini saíram da convocatória por impedimento físico. Para os seus lugares foram chamados, além de Cristante, Roberto Inglese e Roberto Gagliardini.
O médio dos quadros do Benfica não conta ainda qualquer internacionalização pela seleção principal.
"Há uma grande instabilidade no Benfica". O Benfica atravessa um momento complicado, com resultados aquém do esperado: Empates no campeonato nacional e duas derrotas na fase de grupos da Liga dos Campeões. Situação que tem despoletado o descontentamento dos adeptos encarnados.
No entanto, Gaspar Ramos, ex-dirigente do Benfica, é um dos poucos que mantém a confiança no atual plantel, afirmando que o pentacampeonato ainda é bem possível.
"Acredito perfeitamente [na conquista da I Liga]. São 5 pontos. Já estivemos a mais pontos e ganhámos. Ontem podíamos ter dado um passo importante para a reaproximação, mas temos todas as possibilidades de o fazer, mas com alguma dificuldade. Os reajustamentos que possam ter de existir no grupo só podem ser em janeiro, e até lá, muitas coisas podem ser definidas", afirmou, em declarações à Rádio Renascença.
Em suma, o antigo dirigente admitiu que primeiro é necessário encontrar a raiz do problema e, a partir daí, começar a reverter o problema.
"O presidente tem de fazer o reagrupamento das tropas e analisar o que foi feito. As coisas não se resolvem de um dia para o outro e não acontecem por acaso. O presidente certamente estará a tratar da situação e temos de ser solidários com o grupo. Há uma grande intranquilidade com a equipa: há jogadores que têm obrigação de ter outro comportamento e não conseguem. Há uma grande instabilidade que tem de ser controlada com o tempo", referiu.
Sempre à RR o pá, porque será?!!!
ResponderEliminarQuando as coisas apertam, é sempre na rr que são ouvidos antigos presidentes, dirigentes, sócios do glorigozo.
EliminarSó rir!