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25 agosto 2011

Hulk ansioso por defrontar o Barça

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Na época passada, Hulk exibiu-se a um nível tão alto que, por vezes, até foi aplaudido pelos adeptos das equipas adversárias. O melhor jogador da da Liga portuguesa 2010/11 só pensa em continuar a somar títulos, a começar já na SuperTaça Europeia, frente ao FC Barcelona. Em entrevista ao site da UEFA o "incrível" destacou isso e muito mais. Leia:

O FC Porto possui um palmarés rico na Europa. Qual foi a sensação de contribuir para mais um capítulo dessa história no triunfo sobre o Sporting de Braga, em Dublin, na final da UEFA Europa League?
Foi um privilégio. Fizemos uma temporada fantástica, mas já estamos concentrados na nova época e sabemos que temos de trabalhar ainda mais para ter o mesmo sucesso que conseguimos em 2010/11. Vamos voltar a disputar a UEFA Champions League e isso obriga-nos a estar ao nosso melhor nível.

Que recordações guarda da final de Dublin?
As recordações começam muito antes do final. Na verdade, tudo começou no primeiro jogo na prova, pois desde o início que acreditámos que era possível conquistar o troféu. Aquela noite em Dublin foi o ponto alto, mas para mim toda a campanha foi especial. Se tivesse de destacar um momento especial da nossa participação na UEFA Europa League, provavelmente escolheria o jogo em casa do Beşiktaş [triunfo por 3-1 na fase de grupos]. Foi inacreditável ser aplaudido pelos adeptos turcos depois de marcar um golo. Foi uma grande surpresa para mim.

O que sentiu quando pegou no troféu pela primeira vez?
Foi um momento de pura glória. Foi como receber um presente de valor incalculável. Quando se ganha uma competição europeia com a importância da UEFA Europa League, sabemos que é uma sensação que vamos recordar até ao final da nossa vida. Quando levantei o troféu, só agradeci a Deus pela oportunidade de ter realizado um sonho. Quis imediatamente partilhar aquele momento com todas as pessoas que contribuíram para a nossa vitória.

Qual foi o segredo do sucesso da equipa?
Penso que a união de todos os que fazem parte do grupo. Não há segredos no futebol, quando os jogadores chegam a todos os treinos dispostos a dar o máximo em prol da equipa, isso conduz ao sucesso.

Até que ponto está motivado para defrontar o Barcelona?
Estou muito feliz por ter a oportunidade de disputar uma competição com a importância da SuperTaça Europeia. Eu e os meus colegas não poderíamos estar mais motivados para o jogo contra o Barcelona, uma das melhores equipas do Mundo, e vamos fazer tudo para voltar a trazer troféu para Portugal.

Até que ponto é importante fazer um teste frente aos melhores antes de iniciar a participação na UEFA Champions League?
Todos os jogos são testes importantes, oportunidades para mostrarmos o nosso valor. Não escondo que este confronto com o Barcelona vai ser muito importante, porque vamos discutir um troféu e porque temos pela frente os actuais campeões da Europa. O objectivo é sempre o mesmo: ganhar. Já conquistámos a SuperTaça de Portugal e vamos tentar fazer o mesmo no Mónaco, mas, se as coisas não saírem bem, só temos de levantar a cabeça e continuar a trabalhar. O futebol é assim.

E quanto à motivação de jogar esta época na UEFA Champions League?
Estamos a falar dos melhores jogadores e das melhores equipas do Mundo, por isso só posso sentir uma enorme satisfação por jogar numa competição como esta. As melhores equipas, os melhores jogadores e os melhores estádios; o que poderia pedir mais?

O FC Porto tem um novo treinador esta época. Vítor Pereira trouxe muitas mudanças?
Penso que nada mudou. O novo treinador já trabalhava connosco na época passada e teve um papel importante na equipa, deu conselhos muito importantes a todos os jogadores. Já conhecíamos os seus métodos de trabalho, o que tornou tudo mais fácil. Não considero que a equipa tenha mudado o seu estilo de futebol.

Que tipo de treinador é ele?
Escuta os jogadores e conversa para os ajudar. É muito exigente e todos os jogadores sabem que têm de dar o máximo para lhe agradar. Esta forma de trabalhar cria bons problemas, pois ele tem sempre dois ou três jogadores para escolher para cada posição.

08 março 2011

Falcao quer «fazer história no FC Porto»

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O avançado colombiano, Radamel Falcao, está confiante na conquista do título nacional ao serviço do FC Porto. A cumprir a sua segunda época de dragão ao peito, El Tigre quer «fazer história no FC Porto».
«Quero fazer história no FC Porto e ser campeão, como fiz com o River Plate na Argentina. Será o máximo», disse Falcao, citado pelo site da UEFA.
O FC Porto lidera isolado o campeonato português, com 11 pontos de avanço do segundo classificado Benfica, e a equipa não parece dar sinais de abrandamento rumo ao título.
«Estamos todos concentrados no mesmo objectivo. A equipa está a jogar muito bem e os resultados são prova disso», destacou Falcao.
Sobre a prestação do FC Porto na Liga Europa, o avançado colombiano com sete golos na prova mostrou-se satisfeito com o apuramento frente ao Sevilha mas revelou cautela em relação ao próximo adversário CSKA Moscovo.
«A eliminatória com o Sevilha foi difícil e ficámos satisfeitos por seguir em frente, mas agora teremos de estar ao nosso melhor nível para podermos ultrapassar o CSKA», alertou.

09 dezembro 2010

Saviola aponta à final da Liga Europa

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Em declarações reproduzidas ontem no site da UEFA, o avançado argentino não esconde que chegar à final da Liga Europa, agora que a Champions ficou para trás, é um objectivo dos encarnados.
«Vamos continuar numa competição com algumas das equipas mais fortes da Europa que também saíram da Champions... mas o melhor para nós é que de facto seguimos na Europa. Há ainda muitos jogos pela frente e estamos esperançados em chegar à final», disse, sem conseguir encontrar explicações para o o insucesso encarnado nesta fase de grupos da Champions.
«Estivemos fortes nos jogos em nossa casa, mas nos desafios fora devíamos ter jogado com mais calma e com mais cabeça», sublinhou. Analisando a derrota com o Schalke, Saviola sublinha que o Benfica «teve oportunidades» mas não as conseguiram concretizar, mostrando-se, ainda assim, satisfeito com a concretização do objectivo que presidia no início do jogo, a presença na Liga Europa.
«Agora as expectativas serão altas», voltou a admitir.

14 outubro 2010

Figo optimista com o "novo" Inter

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Luís Figo, analisou o bom início dos "nerazzurri" sob as ordens do novo treinador Rafael Benítez e explicou por que está optimista.
Embaixador do Inter e da UEFA Champions League Unicredit, o português Figo explicou por que se sentiu encorajado pelo começo de temporada do detentor dos títulos italiano e europeu, e argumentou que a experiência de Benítez no futebol inglês ao serviço do Liverpool pode revelar-se "decisiva" no duplo confronto do Grupo A da UEFA Champions League com o Tottenham.
Figo explicou igualmente o porquê de Coutinho, jovem médio brasileiro do Inter, poder trazer um toque de "fantasia" aos "nerazzurri", embora precise ainda primeiro de criar raízes em Itália.

05 outubro 2010

Fernando Santos preparado para a odisseia grega

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Fernando Santos sabia que não tinha uma tarefa fácil pela frente quando, este Verão, foi escolhido para substituir Otto Rehhagel como seleccionador da Grécia. Em entrevista ao site da UEFA o técnico português diz que está "honrado pela responsabilidade" de desempenhar o cargo.

Depois de tantos anos no comando de clubes, qual a sensação de treinar uma selecção nacional?
É muito difícil, já que é completamente diferente. Estamos habituados a trabalhar todos os dias com os jogadores, o que permite estar permanentemente a corrigir e a melhorar, mas nas selecções só temos dois dias para treinar e tentar passar as nossas ideias. Quando temos a sensação que o trabalho está a resultar, os jogadores regressam aos clubes e temos de esperar mais de um mês pelo regresso.

Já foi treinador de vários clubes gregos. Isso é uma vantagem para o cargo que desempenha actualmente?
Nos seis ou sete anos que estive ao serviço de equipas gregas tive oportunidade de trabalhar com a maioria dos jogadores que ajudaram a Grécia a conquistar o EURO 2004. Cerca de 80 por cento desses atletas passaram pelas minhas equipas, por isso conheço profundamente a maioria dos jogadores gregos. Este foi um factor importante para aceitar o cargo, pois os futebolistas gregos também conhecem bem a minha personalidade, maneira de ser e ideias sobre o futebol.

Qual a sensação de substituir um treinador com o sucesso de Otto Rehhagel?
É uma honra para mim, porque o Rehhagel fez um excelente trabalho em prol do futebol grego. Para além do enorme sucesso que foi o triunfo no EURO 2004, em Portugal, não podemos esquecer que há muito tempo que a Grécia é presença habitual e regular nas fases finais das grandes competições. É uma motivação, honra e responsabilidade.

É possível a selecção grega repetir o título de 2004?
Estamos numa fase de transição. A Grécia tem alguns talentos, jogadores muito jovens, que nos últimos anos fizeram carreiras interessantes nas selecções de Sub-19 e de Sub-21. Para construir uma equipa que possa competir a esse nível, temos de apoiar estes jovens e rodeá-los de jogadores mais experientes, que participaram nas últimas provas da selecção. Sabemos que, para vencer um Campeonato da Europa, é fundamental a conjugação de muitos factores.

A vitória de 2004 é um fardo sobre estes jogadores ou é um factor adicional de motivação?
Penso que foi uma vitória muito importante, porque possibilitou que muitos gregos fossem jogar para o estrangeiro. Actualmente, eles podem trazer à selecção uma nova forma de ver o futebol, uma nova filosofia, que eu considero muito importante. Agora temos de juntar tudo isto.

Quais são as hipóteses de qualificação da Grécia, após dois empates nos dois primeiros desafios da fase de qualificação para o UEFA EURO 2012?
Está tudo em aberto. É verdade que os resultados foram piores do que esperávamos. Talvez a responsabilidade seja minha, por ter tentado mudar demasiado rápido a filosofia da equipa. Sofremos um golo demasiado cedo no embate com a Geórgia, a equipa ficou afectada psicologicamente e não conseguimos a reviravolta, apesar de termos criado oportunidades para isso. O empate na Croácia foi diferente, porque os croatas são um dos favoritos do grupo. O empate impediu a Croácia de se distanciarem, por isso continua tudo em aberto.

É licenciado em engenharia. Quais são as semelhanças com o futebol?
Só deixei de exercer as duas profissões em 1998, quando comecei a treinar o FC Porto, até então tinha sempre acumulado as profissões de engenheiro e de treinador. Considero que posso beneficiar da troca de conhecimentos entre as duas áreas, principalmente em termos de organização. Sempre gostei muito destas duas profissões.

13 maio 2010

A Liga Europa em números

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O UEFA.com fez uma retrospectiva da Liga Europa e destacou os factos e os números da edição inaugural da prova (a partir da fase de grupos). Veja os números:

0 Remates enquadrados com a baliza conseguidos pelo Fulham FC no jogo da primeira mão das meias-finais, no terreno do Hamburger SV.

2,66 Média de golos por jogo na UEFA Europa League: 547 remates certeiros em 205 partidas.

3 "Hat-tricks" apontados: Liedson (Sporting 3-2 SC Heerenveen), Claudio Pizarro (Werder Bremen 4-1 FC Twente) e David Villa (Werder Bremen 4-4 Valencia CF).

4 Minutos que demorou Alberto Zapater, do Genoa CFC, a marcar o primeiro golo da fase de grupos da UEFA Europa League de sempre.

5 Vitórias conseguidas pelo Club Atlético de Madrid na campanha europeia desta época, na qual perdeu quatro vezes e empatou oito.

5 Maior margem de vitória: Benfica 5-0 Everton FC, na terceira jornada da fase de grupos.

8 Países representados pelas oito equipas que, neste Inverno, se transferiram da fase de grupos da UEFA Champions League para a UEFA Europa League: Itália, Alemanha, França, Espanha, Inglaterra, Rússia, Roménia e Bélgica.

9 Golos apontados pelos melhores marcadores do certame: Óscar Cardozo (Benfica) e Claudio Pizarro (Bremen).

16 Taças dos Clubes Campeões Europeus conquistadas pelas equipas que participaram nos 16 avos-de-final: Liverpool FC 5, AFC Ajax 4, Juventus 2, Benfica 2, Olympique de Marseille 1, Hamburg 1, PSV Eindhoven 1.

18 Pontos os alcançados pelo FC Salzburg, a única equipa a terminar a fase de grupos com a pontuação máxima. Os austríacos foram depois eliminados nos 16 avos-de-final pelo R. Standard de Liège.

22,5 Segundos que bastaram para o ponta-de-lança Bobby Zamora, do Fulham, marcar no terreno do VfL Wolfsburg, então ainda campeão alemão, nos quartos-de-final.

24 Federações representadas na fase de grupos incluindo, pela primeira vez em qualquer competição de clubes da UEFA, as da República da Moldávia e Letónia.

26 Golos marcados pelo Bremen, o melhor ataque da prova apesar de ter sido eliminado nos oitavos-de-final.

34 Remates enquadrados com a baliza efectuados no empate sem golos entre o FC Twente e o FC Steaua Bucureşti, na fase de grupos. Bremen e Valência conseguiram mais quatro quando se defrontaram nos oitavos-de-final, mas houve oito golos nesse encontro.

39 Idade do guarda-redes Sander Boschker, do FC Twente, o mais velho jogador que participou na competição.

40 Cartões amarelos vistos pelos jogadores do Valência (média de um a cada 27 minutos), a equipa mais indisciplinada da prova, que também coleccionou quatro vermelhos.

53 Faltas registadas no triunfo do AC Sparta Praha, por 3-2, frente ao CFR 1907 Cluj, na quarta jornada da fase de grupos. O jogo mais faltoso do certame foi, também, aquele que mais remates teve: 34.

55 Expulsões nos 205 jogos.

116 Minuto durante o qual Diego Forlán apontou o golo decisivo do Atlético de Madrid, na final ante o Fulham.

192 Clubes que participaram na competição ganha pelo Atlético, em Hamburgo, a 12 de Maio.

286 Dias que passaram desde o triunfo do Fulham, por 3-0, na terceira pré-eliminatória frente ao FK Vėtra, na Lituânia, e a final.

1650 Minutos que Mark Schwarzer passou entre os postes durante a campanha do Fulham, mais do que qualquer outro jogador da prova.

1900 Quilómetros cumpridos por terra pelo Liverpool FC para poder defrontar o Atlético em Madrid na primeira mão das meias-finais, em virtude dos problemas causados pelas cinzas vulcânicas nas ligações aéreas na Europa.

1993 Ano em que nasceu Romelu Lukaku. Aos 16 anos e 218 dias, tornou-se no futebolista mais novo a jogar e a marcar na prova quando bisou pelo RSC Anderlecht frente ao Ajax, na sexta jornada.

01 março 2010

Flashes: Queiroz não tem duvidas

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"Agora sabemos o que temos de fazer"

O seleccionador de Portugal, Carlos Queiroz, afirmou que a selecção nacional sabe agora o que tem de fazer em campo e portanto está preparada para o Mundial 2010.
«A união é hoje muito mais forte. Confiamos uns nos outros. Estivemos dependentes dos resultados de outras equipas durante a fase de qualificação, mas agora sabemos o que temos de fazer no Campeonato do Mundo», afirmou o treinador português numa entrevista concedida ao site da UEFA.
Queiroz falou ainda que nunca perdeu a confiança na fase de qualificação, nem os jogadores.
«Por vezes quando se ganha as pessoas pensam que tudo está bem e não está. E, por vezes, quando se perde, é apenas um passo atrás e uma razão para fazer melhor da próxima vez.»