
O internacional português de 30 anos revelou alguns segredos da maneira como optou por dar os primeiros passos no futebol, admitindo que tudo começou no Santa Maria, ainda em Barcelos, e pela própria mão. "Quando era miúdo, não tinha muito mais coisas com que brincar. Tinha sempre a bola por perto e ser jogador de futebol foi o meu maior sonho e agora concretizado. Vivia perto do estádio do Santa Maria e inscrevi-me sozinho no futebol. Não sei ao certo em que altura, mas por volta dos 6 ou 7 anos", explicou o avançado dos verdes e brancos, antes de apontar um ídolo na sua infância. "O Ronaldinho foi quem mais me fez querer ser jogador de futebol. Toda a gente gosta de ver as fintas dele em vídeos e a forma como joga. Amo o que faço e tenho realizado um sonho diariamente", revelou Paulinho, sem esquecer de enumerar o momento mais marcante da sua carreira, neste caso a conquista do título nacional ao serviço do Sporting. "O melhor momento foi quando fomos campeões. Acima de qualquer outro", reiterou.
Além disso, o avançado abordou a forma como vê o crescimento e chegada de novas gerações ao plantel principal dos verdes e brancos e não só. "Vejo hoje em dia que os miúdos chegam cá e são bem acompanhados. Hoje em dia depende muito mais de vocês para chegar a algum lado. Depende da dedicação que têm", concluiu.
17 passes em 50 segundos e golo da Real Sociedad. A Real Sociedad fez 17 passes em 50 segundos sem sofrer qualquer desarme ou até… uma falta no golo que originou a terceira derrota do Benfica na Liga dos Campeões.
Num jogo em que teve 38% de posse de bola, o Benfica evitou cometer infracções e passou no jogo como uma equipa macia, já que fez apenas 5 faltas, tantas como tinha feito frente ao Inter, na derrota por 1-0 em Milão, em que teve 53% de posse. Menos nesta edição da Champions só mesmo o Manchester City, no triunfo caseiro frente ao Estrela Vermelha (3-1). Aí, a equipa de Guardiola só fez 3 faltas, mas também não precisava de as cometer, já que teve quase sempre a bola (76%).
Num jogo em que teve 38% de posse de bola, o Benfica evitou cometer infracções e passou no jogo como uma equipa macia, já que fez apenas 5 faltas, tantas como tinha feito frente ao Inter, na derrota por 1-0 em Milão, em que teve 53% de posse. Menos nesta edição da Champions só mesmo o Manchester City, no triunfo caseiro frente ao Estrela Vermelha (3-1). Aí, a equipa de Guardiola só fez 3 faltas, mas também não precisava de as cometer, já que teve quase sempre a bola (76%).
"Roger Schmidt está perdido. Isto não é PlayStation". O Benfica está a realizar uma Liga dos Campeões muito longe daquilo que eram as previsões de especialistas e os desejos dos adeptos encarnados. Nesta altura, com três jogos disputados na fase de grupos, os campeões nacionais não têm qualquer ponto somado e ainda não marcaram qualquer golo. A águia voa baixinho na Champions League desta temporada e só um milagre permitirá aos encarnados continuar na prova milionária.
Roger Schmidt, que na última edição levou o Benfica aos quartos de final, tem sido fortemente criticado pelas opções e há quem não compreenda os movimentos coletivos da equipa no terreno de jogo mas também as opções do treinador germânico.
"Parece que uns estão cansados, estão sempre desligados, que são pouco agressivos mas isso tem que ver com organização. O Benfica, neste momento, é uma equipa que não é organizada", disse Diogo Luís, antigo jogador do Benfica
O ex-atleta vai mais longe e diz que se vê um Roger Schmidt "perdido", nesta fase. "O treinador está perdido. A primeira substituição é meter Kökçü a 6. O Kökçü foi contratado por 25 milhões de euros mais cinco porque foi claramente o jogador acima da média na liga dos Países Baixos mas foi porquê? Porque jogava sempre na posição 10, finalizava, dava assistências", destacou o antigo jogador de futebol.
Em declarações na CNN Portugal, Diogo Luís salientou ainda que não vê características para Kökçü jogar em posições recuadas no meio-campo onde, por exemplo, na última época jogava Florentino Luís.
"A 6 ele nunca vai conseguir fazê-lo. Não tem a agressividade necessária que o Benfica precisava", comentou Diogo Luís, sublinhando que o Benfica terá de fazer mais pela vida para conseguir triunfar nas provas europeias desta época.
"Parece-me que Roger Schmidt está perdido e parece-me que o Benfica volta a apostar mais na individualidade. Isto não é PlayStation em que tiras um e metes outro e a equipa fica a funcionar."
Diogo Luís identificou ainda várias jogadas do jogo entre Benfica e a Real Sociedad em que fez notar que o meio-campo do Benfica foi apanhado frequentemente com bolas nas costas pelos movimentos do adversário.
No final do encontro e após somar a terceira derrota em outros tantos jogos na Champions desta temporada, Roger Schmidt falou na necessidade de a equipa jogar noutro patamar coletivo.
“No final é um problema de toda a equipa, não individual. Não estamos conectados ao mais alto nível, como temos de estar nestes jogos para criar chances. Está a faltar-nos clareza, algo que conseguimos ter normalmente nestes momentos. Não estamos a conseguir ganhar em boas situações, também em pressão, algo que já fizemos muito melhor", declarou o treinador do Benfica, em declarações à Eleven Sports.
Dragões ao ataque: "Sempre que o Benfica perde no Dragão Arena há uma narrativa qualquer". Francisco J. Marques, diretor de comunicação e informação do FC Porto, comentou, na noite desta terça-feira, a denúncia de insultos racistas tornada pública por Betinho Gomes, que terão acontecido no clássico de basquetebol entre FC Porto e Benfica, no Dragão Arena.
Em declarações prestadas no programa Universo Porto da Bancada, no Porto Canal, o dirigente portista defendeu que "não há coisa pior no desporto que insultos racistas", mas não deixou de apontar aquilo que chamou de "tratamento desigual" ao FC Porto.
"Não há coisa pior do que insultos racistas no desporto. Seja onde for. O racismo tem de ser erradicado. O FC Porto sempre combateu todo o género de segregação, o que alegadamente aconteceu no Dragão Arena não foi reportado pela polícia que estava presente e o jogador queixou-se mais de 24 horas depois. Quando o nosso antigo jogador Marega foi insultado em Guimarães abandonou o terreno do jogo. A indignação foi manifestada no momento. Temos o caso do Pepe que se queixou e fê-lo no momento, Não estou a dizer se aconteceram ou não, não há imagens que o atestem, apenas o testemunho do mesmo. Se aconteceu, é lamentável e não devia ter acontecido, mas é estranho que seja mais de 24 horas depois", começou por dizer Francisco J. Marques
"Primeiro foi a mulher, depois foi ele... Estou a achar estranho que sempre que o Benfica perde no Dragão Arena tem de ser criada uma narrativa qualquer. Isto deve ser averiguado, como todas as situações semelhantes. Para a Federação de basquetebol só é caso quando, supostamente, acontece em instalações do FC Porto. Neste mesmo fim de semana há relatos de coisas semelhantes no Sporting-Lusitânia e no Esgueira-Vitória e a Federação não pediu para ser aberto nenhum inquérito. Há quase dois anos, a 6 de dezembro, o Sporting emitiu comunicado por causa de insultos racistas em Oliveira de Azemeis e a Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto nada fez, assim como a Federação. E agora fez", prosseguiu o dirigente portista.
"Pode ter acontecido uma coisa muito desagradável, que espero que não seja verdade - se for que não volte a acontecer. Mas estamos na presença de ódio ao FC Porto. Estas entidades aparecem a acenar quando o FC Porto pode ser o mau da fita. Há sempre um tratamento diferenciado quando se trata do FC Porto. E isso fica evidente mais um vez. O FC Porto não pode ser tratado de forma diferente. Os insultos a existirem no FC Porto não são mais graves do que os dos outros", finalizou.
1-4. O FC Porto goleou o Antuérpia com reviravolta após uma 2ª parte fantástica. Numa primeira parte para esquecer os dragões sairam a perder ao intervalo. Tudo foi diferente nos segundos 45 minutos. Os dragões apareceram decididos a dar a reviravolta e foram mortíferos. Evanilson assinou um hattrick e pelo meio Eustáquio também marcou.
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