Mais do que um reforço de posição para evitar ser surpreendido numa futura venda, a recompra de uma percentagem dos direitos económicos de Brahimi alienados à Doyen Sports serviu para o FC Porto reafirmar uma mensagem ao mercado: o argelino não é transferível. Só mesmo o pagamento da cláusula de rescisão, fixada nos 50 milhões de euros, poderá forçara SAD azul e branca a abrirmão do jogador, escreve O Jogo.
O Milan, que perguntou por ele quando se deslocou à Invicta para negociar Jackson Martínez, ouviu-o da boca de Pinto da Costa e Pini Zahavi, que está autorizado pelos empresários do médio a procurar interessados, também já foi informado. Todas as ofertas efetuadas que não atinjam aquela quantia nem sequer serão analisadas.
De acordo com a nota publicada no portal da CMVM, a operação custou, aos cofres da SAD, 3,8 milhões de euros. A matemática indica uma perda de cerca de dois milhões de euros entre o valor da venda (cinco milhões) e da recompra, mas o valor é justificado pela valorização de Brahimi esta época no Dragão. Certo é que, ao ser detentor de 50 por cento do passe do médio, o FC Porto pode vir a ter um enorme retorno numa futura venda. Especialmente se alguém bater a cláusula de rescisão. Ou seja, seriam 25 milhões de euros por um jogador com quem os dragões ainda “só” gastaram 5,3 milhões de euros: 1,5 milhões da compra inicial (a operação custou M€ 6,5, mas o clube recebeu cinco milhões da Doyen), mais os 3, 8 milhões da recompra.
Fenerbahçe mais perto de Maicon. O Fenerbahçe estará a “apenas” dois milhões de euros de assegurar a contratação de Maicon. É o jornal turco “Sporx” que o relata.
Vítor Pereira não desiste do jogador mesmo depois de ter assegurado o dinamarquês Kjaer e o clube continuará a dialogar com os dragões.
Os turcos garantem que a última proposta foi de 12 milhões de euros, mas a SAD portista terá pedido 14 milhões para libertar o terceiro capitão da hierarquia azul e branca, que na época finda foi indiscutível.

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