04 fevereiro 2013

"Sporting é a Lei de Murphy no seu esplendor"


Rogério Alves, antigo presidente da Assembleia Geral do Sporting, nem quer acreditar no que está a acontecer ao clube. O ex-dirigente leonino diz que é a "Lei de Murphy no seu esplendor: o que tem de correr mal, corre mesmo mal". Rogério Alves deseja ver o fim deste ciclo, "que afecta a produtividade da equipa". 
Apesar dos maus resultados persistirem, Rogério Alves confia que "há condições para lutar pelo acesso à Liga Europa", e não atira a toalha ao chão, entendendo que "o professor Jesualdo Ferreira está a fazer um excelente trabalho e os jogadores a fazer um grande esforço de recuperação". Contudo, nesta fase, o Sporting "atrai azar" e tudo corre mal". 
Rogério Alves está esperançado que o alegado acordo para a destituição dos órgãos sociais seja uma realidade. O antigo dirigente leonino pensa que "toda a gente deverá demitir-se, por o lugar à disposição e permitir que numa Assembleia Eleitoral sejam escolhidas várias alternativas". 
"Todos lamentamos este trajecto penoso que nos trouxe até aqui. Esta exibição permanente de divergências, de tensões, de clivagens", acrescenta, em declarações à RR.
Rogério Alves recusa "fazer a autópsia de todos estes acontecimentos". O ex-dirigente afirma que os "adeptos olham perplexos e assustados para esta situação" e "querem uma solução". Assume que a propalada Assembleia Geral "não seria uma solução" e que "o episódio seguinte seria no tribunal". Concluindo que o que quer que acontecesse "a instabilidade não terminaria".
Assim sendo, Rogério Alves defende que a confirmar-se o cenário de demissão é "tempo de surgirem as alternativas" para que se possa acabar com "um momento muito triste, lamentável e só quando terminar nos poderá dar algum alívio".
O advogado sorri quando colocado perante a possibilidade de ser candidato no próximo acto eleitoral e afirma que no actual contexto "é um problema de somenos", até porque para já quer "observar o que se passa". Numa declaração sentimental, Rogério Alves declara o seu amor ao clube afirmando que "foi um dos primeiros amores da minha vida". Assim sendo, fundamental "é que o Sporting seja dirigido por quem consiga repô-lo no patamar de onde nunca devia ter saído". 
Esse é o desejo de todos e assim sendo, Rogério Alves entende que aquilo que fará "é no meio deste quadro perfeitamente irrelevante", pelo que apela a que se "olhe para aquilo que é essencial, pondo de parte o acessório e a seu tempo tudo será tratado".

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