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21 dezembro 2010

"El País" arrasa José Mourinho

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Num artigo denominado "Que o Madrid se defenda de Mou", José Sámano, articulista do "El País", defende que "por muito especial que [José Mourinho] se considere, nada justifica que tenha o direito de pedir em público o apoio presidencial para a sua histeria".
No "El País", José Sámano escreve que "há ególatras infinitos. Um deles é José Mourinho, que de tanto se ver ao espelho chegou a crer estar acima da instituição que o emprega". O articulista defende que o treinador tentou mostrar a "debilidade de um superior, Jorge Valdano", e que "Mourinho em nada contribuiu para escrever a maravilhosa história" do Real Madrid, tendo apenas "conseguido multiplicar os seus inimigos".

22 agosto 2010

Flashes: Mourinho ainda pensa em Portugal!

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"Quero ser campeão por Portugal"

Numa conversa à revista El País Semanal em que há menos futebol, o melhor treinador mundial fala muito de Portugal, mas é bem capaz de chocar os mais nacionalistas. «Sou um português que não quer voltar. Não quero trabalhar em nenhum clube português, não quero viver em Portugal, mas sou um português que gostaria de, com as minhas capacidades, fazer alguma coisa importante», são muitas das várias opiniões quando se refere ao país que o viu nascer e onde deu os primeiros passos rumo a uma carreira de sucesso. E de Portugal, José Mourinho afirma na entrevista não ser «um português típico porque, em geral, os portugueses sentem a falta de Portugal e eu não. Não tenho saudades, talvez porque tenho uma família espectacular ou porque estou apaixonado pelo que faço. Não tenho saudades, mas tenho muita paixão.»
Depois, José Mourinho fala da sua carreira e de já ter alcançado dois de três objectivos, realidades que até nem são muito novas para nós: «É preciso ser-se flexível, adaptar-se à situação e fazer um diagnóstico do dia-a-dia a todos níveis. Na minha vida profissional é difícil que as as previsões se cumpram automaticamente, tem de haver desvios, mas dos três objectivos que tracei já alcancei dois. O primeiro: ganhar a Champions em três clubes diferentes. Ernst Happel, Ottmar Hitzfield e eu conquistámos duas cada em dois clubes diferentes. Happel morreu, Hitzfield está a ponto de reformar-se e eu tenho muitos anos de carreira pela frente. O segundo: quero ser o único a ganhar as três Ligas mais importantes do Mundo - Espanha, Inglaterra e Itália. Fabio Capello ganhou a italiana e a espanhola, Carlo Ancelotti ganhou a italiana e a inglesa, eu a inglesa e a italiana. Se Capello, como ele diz, não voltar a nenhum clube, já não o conseguirá, só estamos Ancelotti e eu para ganhar as três. Não sei se Carlo o terá entre os seus objectivos, mas eu quero ganhar as três Ligas mais importantes.»
Quando ao terceiro objectivo, José Mourinho regressa a Portugal: «Quero dar ao meu país algo que ninguém lhe deu: o título de campeão da Europa ou do Mundo. Este é o objectivo mais difícil porque não gosto de treinar selecções. Sendo Portugal um país pequeno de 10 milhões de habitantes, sem potencial económico e sem grandes infra-estruturas, tem um futebol que merece algo importante. É um futebol que deu três bolas-de-ouro - Eusébio, Figo e Ronaldo...Um país que deu um Benfica histórico e um FC Porto que ganhou a Champions merece duas coisas: um título grande e, com a ajuda de Espanha, ter um Campeonato do Mundo de futebol. Temos de ganhar esta candidatura.»
abola.pt

30 junho 2010

El Pais arrasa Cristiano Ronaldo em vídeo

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Enquanto decorria o jogo entre Portugal e Espanha, que eliminou a Selecção Nacional do Mundial da África do Sul 2010, Cristiano Ronaldo contestou a estratégia de Carlos Queirós e chegou mesmo a verbalizá-lo no relvado: “Assim não ganhamos, Carlos”, disse para o treinador, após a substituição de Hugo Almeida por Danny.
O vídeo que arrasa Cristiano Ronaldo foi editado pelo El Pais e fala sobre a má educação de Ronaldo para as câmaras, na sequência da derrota de Portugal. 

08 fevereiro 2010

Futebol salvou a vida de McCarthy

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Benni McCarthy, goleador da selecção da África do Sul, em entrevista ao El País recorda a sua problemática infância e diz que foi o futebol que o salvou de uma vida de drogas, crime e da própria morte.
O antigo jogador do FC Porto morava num dos bairros mais violentos da Cidade do Cabo, o Hannover Park, e contou que quando tinha 11 anos, num dia de manhã, saiu de casa com um amigo da escola para jogar futebol nas redondezas do bairro, quando um carro da máfia rival foi cercado dando início a um tiroteio. McCarthy não foi atingido mas seu amigo morreu com um tiro.
Depois deste episódio, McCarthy decidiu que o futebol seria o seu futuro, "obedecendo" dessa forma às pretensões do pai electricista e da mãe que trabalhava em um banco.
Bastaram algumas camisolas, calças e cerca de 30 euros para McCarthy deixar os Crusaders, a sua primeira equipa, para se transferir para os Seven Stars. Dois anos depois já se tinha tornado no melhor jogador de futebol do seu país. Os holandeses do Ajax não perderam tempo e contrataram-no por 6 milhões de euros. O avançado joga agora no West Ham (Inglaterra).