A recente renovação de Roger Schmidt provocou desconforto em alguns jogadores do plantel do Benfica numa altura decisiva da época. A notícia avançada pelo Correio da Manhã na edição de sábado levou o emblema da Luz a reagir em comunicado. "O Benfica repudia de forma veemente este tipo de jornalismo sem credibilidade, que se alimenta de intriga e maledicência para veicular autênticos disparates e que nunca usa fontes diretas, mas supostas fontes que não são identificadas e que nunca dão a cara. Assim se permite toda e qualquer invenção, mentira e tontaria com o objetivo de desunir e criar instabilidade no grupo de trabalho e na sua relação com os adeptos, algo que o Sport Lisboa e Benfica não pode tolerar nem irá pactuar na defesa do bom-nome e da honorabilidade dos seus profissionais", escreveu o clube no seu site oficial.
O Correio da Manhã reafirma, este domingo, tudo o que foi escrito na página 1 do suplemento Mais Sport do passado sábado. As fontes que o Benfica desvaloriza no seu comunicado merecem por parte do Correio da Manhã a maior das credibilidades, escreve o diário.
O teor da notícia versava sobre a renovação de Roger Schmidt com o Benfica até 2026. Vai receber na próxima temporada 4 milhões de euros limpos, 5 milhões na seguinte e 6 milhões na época 2025/2026 (Benfica terá uma despesa total com o alemão no valor de 30 milhões de euros).
O momento deste novo vínculo proposto pelo presidente Rui Costa provocou alguma insatisfação em jogadores como Grimaldo, Otamendi, Rafa e Gonçalo Ramos, que estão em negociações para a renovação dos respetivos contratos.
Nuno Santos frustrado em Alvalade. Contra a Juventus, Nuno Santos foi substituído aos 87 minutos e consumou-se o quarto jogo seguido a rumar ao banco, série que nunca tinha acontecido esta temporada. Tal como em Itália, quando saiu aos 62’, e com o Arouca, no qual foi substituído aos 59’, Santos mostrou alguma insatisfação com a decisão de Rúben Amorim, escreve O Jogo. O jogador sente que poderia ter estado em campo e contribuído para o coletivo, até porque se considerava bem fisicamente. A sua valia em campo é inegável e, apesar de ser o nono mais utilizado no plantel, o camisola 11 preferia manter-se no relvado por ser respeitado pelos colegas como um verdadeiro líder do balneário. Não foi titular com o FC Porto, jogo que o Sporting viria a perder em fevereiro, e os adeptos apontaram o dedo a Amorim pela decisão. Repetiu a posição de suplente utilizado nos dois jogos com o Arsenal, sendo, em ambos, preterido por Amorim entender que Matheus Reis dá maiores garantias defensivas. Essa situação foi explicada pelo treinador, com quem tem uma relação de confiança e a quem agradece por ter avançado para a sua contratação em 2020.
No entanto, foi nítida a frustração dos adeptos por voltarem a não ter o camisola 11 no onze titular diante do Gil Vicente (empate a zeros) e por verem o canhoto sair contra o Arouca, aos 59’, quando o Sporting perdia por 1-0.
O atleta, escreve O Jogo, pretende manter-se influente na manobra do Sporting, onde se sente feliz. Contudo, sem ter havido ainda uma abordagem efetiva para prolongar o vínculo contratual, que é válido até 2025, o canhoto está atento ao que o futuro pode reservar e sabe que tem clubes franceses, alemães e italianos de olho nele. Com um peso determinante na equipa, somando oito golos e sete assistências, e sendo um exemplo de abnegação em prol do coletivo, como os próprios adeptos reconhecem, o canhoto está ciente de que os leões estudam o mercado e podem atacar um ala esquerdo se existir uma boa oportunidade de negócio.
O BENFICA só tem uma hipótese: GANHAR.
ResponderEliminarOs corruptos tão preocupados com o dinheiro do Benfica!
ResponderEliminarApesar do gamanço e da impunidade de que são beneficiários, andam sempre atolados em dívidas. O Padrinho é eficaz no poder mafioso mas cobra-se bem.