15 março 2023

Capas: A eliminação do FC Porto com muito azar, as novidades na Luz e o Sporting com a mira apontada ao Arsenal

A BolaRecordO Jogo

6 comentários:

  1. grande Pedrocas...

    hoje aparece esta perola no blog és a nossa fel, relativamente a um colega Sportinguista que tambem tem um blog...

    "P. S. - No monturo habitual, as hienas de turno chamaram ontem «anormal», «burro» e «dito treinador» a Rúben Amorim, entre outros dislates, vários dos quais impublicáveis. Enfim, o cardápio completo. São da turma que há um ano foi goleada por Varandas nas urnas. Nunca falham: sempre letais ao Sporting"

    isto é uma boca para a Tasca do Cherba, blog que tem mais comentários num post sobre a relva do estádio que o super premiado blog do sapo és a nossa fel...

    mas este Pedro gosta de alguem para alem dele proprio??

    mas este Pedro ouve sequer opinioes diferentes da dele?

    mas este Pedro tem noção da besta que é?

    alguma alma pode tentar amansar e dar um pouco de humildade ao Pedro explicando que nem tudo o que ele pensa/diz/escreve é lei e é o unico certo em todos os assuntos?

    tenho vergonha de ser do Sporting com adeptos como estes....

    adeptos que põem a sua vontade à frente dos verdadeitros interesses do Sporting.

    reparem no comentario seguinte e acreditem, tudo foi escrito pelo Pedro Correia

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  2. A análise do mandato de Bruno de Carvalho nestes seus dois anos como presidente não pode ser feita sem lembrarmos o estado calamitoso em que o clube se encontrava quando ele chegou.

    A 27 de Março de 2013, quando o actual líder leonino tomou posse, o Sporting era um clube sem liderança, dividido internamente em múltiplas facções, incapaz de se projectar para o exterior com uma só voz, um só discurso e um só desígnio estratégico.

    O património diminuía e o passivo aumentava. Três exercícios consecutivos significaram prejuízos de 120 milhões de euros.


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    1. As dívidas à banca amontoavam-se. Totalizando 268 milhões de euros.
      Havia ordenados em atraso. E faltava dinheiro para pagá-los.
      Quase todos os passes dos jogadores pertencia a terceiros.
      O clube seguia na pior posição de sempre no campeonato nacional de futebol. No dia em que Bruno de Carvalho tomou posse, ocupávamos a décima posição na tabela.
      A direcção anterior vendia alguns dos melhores talentos do plantel para suprir lacunas urgentes de tesouraria. Foi assim com o goleador da equipa, o holandês Wolfswinkel. Foi assim com Carriço, defesa da nossa formação que tem feito um digníssimo percurso no campeonato espanhol, ao serviço do Sevilha.
      O clube lançava jogadores na equipa principal sem acautelar os mais elementares interesses contratuais, o que viria a permitir a fuga de Bruma, Ilori e Dier, por exemplo.

      Mais que nunca, o Sporting consolidava a má fama de cemitério de jogadores. Entre Janeiro de 2012 e Janeiro de 2013 sucederam-se cinco técnicos à frente da equipa: Domingos Paciência, Sá Pinto, Oceano Cruz, Fredy Vercauteren e Jesualdo Ferreira. O clube chegou a pagar quatro salários em simultâneo - ao técnico em funções e a três que tinham sido despedidos pouco antes.
      O Sporting estava arredado das competições europeias, o que tinha sucedido só uma vez em toda a sua história.
      A própria sobrevivência do clube começava a ser questionada. As bancadas de Alvalade despovoavam-se, mesmo com centenas de bilhetes à borla.

      Este era o ponto de partida. Convém nunca esquecer.

      Bruno de Carvalho, eleito por uma maioria expressiva de sócios, ganhou várias guerras.
      Com a banca.
      Com os "agentes".
      Com os empresários.
      Com os fundos.
      Com os inimigos internos.
      Com os jarretas que lhe chamavam garoto.
      Com os jarretas que lhe vaticinavam três meses de mandato.
      Com os jarretas que auguravam morte à nascença da Sporting TV.
      Com os jarretas prontos a garantir que jamais seria capaz de cumprir o ambicioso programa eleitoral.
      Com um certo fatalismo lusitano que parecia condenar-nos sem remissão à pior situação desportiva de sempre.

      O que sucedeu?
      - Bruno transformou parte da dívida em capital social da SAD.
      - Conseguiu aumentar o capital, com entrada de 18 milhões de euros em investimento.
      - Viu o plano global de reestruturação financeira aprovado em assembleia-geral, com 97% dos votos favoráveis.
      - Reduziu e racionalizou as despesas correntes em todos os sectores.
      - Conseguiu um saldo positivo de 3,7 milhões de euros no resultado operacional do seu primeiro semestre completo em funções. Hoje somos o único dos grandes clubes portugueses que apresenta contas consolidadas.
      - Recuperou cerca de dois terços dos passes dos jogadores, vários dos quais na totalidade.
      - Renovou contratos com diversos futebolistas jovens: William Carvalho, João Mário, Carlos Mané, Esgaio, Tobias, Ponde, Iuri Medeiros, Luís Ribeiro, Riquicho, Francisco Geraldes, Podence, Gelson Martins, Chaby, Matheus Pereira e Wallyson, por exemplo.
      Jamais esqueceremos esse momento de esperança que nos devolveu em plenitude o orgulho de sermos do Sporting.
      Jamais esqueceremos aquela frase gritada a plenos pulmões, como lema de futuro, na madrugada de 24 de Março de 2013: «O Sporting é nosso outra vez!»
      Muita coisa mudou a partir daí. E ainda bem.

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  3. ISTO FOI TUDO ESCRITO, LETRA A LETRA, PELO PALHACO DO PEDRO CORREIA....

    jamais esqueceremos dizia este cabrao...

    hoje mal alguem diz bru, o cabrao nem deixa terminar e chama logo viuva e bla bla bla...

    é obra esta cambalhota com a coluna toda torcida...

    um autentico palhaco... e mais...

    este mesmo pedrocas, fazia post a dar os parabens pelos 38 anos da Juveleo...

    hoje, vejam o que escreve sobre a mesma juveleo...

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    1. so dois exemplos

      Pedro Correia 16.02.2023
      Esta escumalha, que se comporta com inteira impunidade, é responsável pelo afastamento de milhares de espectadores dos estádios ao longo de vários anos. Outros, devidamente alertados, nem tentam começar a ir.
      A cultura desportiva, no futebol, tem vindo a tornar-se refém destes marginais.
      Haver quem tolere isto no nosso clube é algo que me indigna.
      Espero que a APCVD, em boa hora criada, fiscalize devidamente o cumprimento destas penas de banimento e interdição.
      Os recintos desportivos não podem ser coitos de delinquentes.

      Pedro Correia 16.02.2023
      Aparece sempre gente a desculpar e até a louvar o comportamento da escumalha.
      Que mais de metade destes delinquentes se afirmem adeptos do Sporting não incomoda minimamente alguns adeptos do Clube, que até parecem achar gracinha aos "meninos".
      Demarco-me por completo desta cumplicidade moral. Há que traçar linhas muito claras entre a civilidade e a barbárie. Seja em recintos desportivos seja noutro local qualquer.

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