24 dezembro 2018
Sporting oficializa contratação de Luiz Phellype e regresso de médio; Ingleses hesitam por Nakajima
1 comentário:
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COPIADO DA NET:
ResponderEliminar"""o Ministério Público não tem VERGONHA...
de ter um (pseudo) 'procurador' destes?
alguém que se vê que está a ser PARCIAL?
(a mando e pedido de quem já agora?)
alguém que se vê que pela FORMA...
como apresentou as suas alegações contra nós...
(tanto escrita como dita...)
é um claro ANTI-benfiquista...
e se está a aproveitar da situação....
para tentar atingir o Benfica...
e se vingar?
quem controla este Procurador?
a quem dá ele satisfações?
como é que o Ministério Público português...
tem em 2018 um procurador...
que a falar tem alegações morais...
como se estivéssemos...
numa 'coisa destas?'
como é possível?
Dragão de Lata
O processo E-Toupeira, visando o Benfica em várias vertentes, investigado por “polícias do norte” e conduzido por um procurador obscuro que tem dado algumas barracas incompreensíveis como acusador – um anterior processo por ele conduzido teve como consequência o pagamento pelo Estado Português de uma indemnização de 734.000 euros a um cidadão canadiano – revelou à saciedade qual a estratégia da aliança espúria entre fcporto e sporting.
Foram meses de achincalho, de condenação em praça pública, de sacanices sucessivas, ao ponto de se constituírem assistentes neste processo na fase de instrução; o sporting com o próprio nome e o outro, disfarçadamente apelidado de uma forma cínica pelo advogado respectivo como “grupo de adeptos” que não é mais do que uma matilha de infiltrados ligados ao fcporto.
O cenário - cada vez mais composto e alimentado por uma comunicação social onde os jornalistas se prostituem como rameiras pindéricas e onde os fazedores de opinião e comentaristas televisivos anti-benfiquistas primários, sem escrúpulos, afectos ao sporting e fcporto se deleitam com maledicências e com uma desonestidade intelectual e comportamental nunca vistas e ouvidas, pedindo constantemente a condenação do Benfica antes mesmo de ir a julgamento - foi criado intencionalmente para que a pressão exercida, especialmente sobre o juiz, neste caso juíza, desse os seus frutos e para rebaixar, envergonhar e lançar mais suspeições infundadas sobre o Benfica para que fosse inapelavelmente pronunciado, indo a julgamento com todos os prejuízos daí decorrentes.
Teríamos mais uns meses de forrobodó, com o Benfica a ser constantemente arrastado para a lama, semana após semana.
O Benfica, sabendo do grande impacto mediático deste processo e das suas possíveis e graves consequências, reuniu um conjunto de causídicos de alto gabarito – o que causou, logo à partida uma azia brutal nas hostes inimigas – que requereu sem mais delongas a instrução do processo, fase que antecede um julgamento e que dependendo dos indícios se confirmarem ou na ausência deles, permite ao juiz de instrução a possibilidade de pronúncia ou não-pronúncia dos acusados pelo MP.