Depois de Acuña, Coates. A Sporting SAD está, escreve O Jogo, empenhada em continuar com a “operação fidelidade”, cujo pontapé de saída foi dado com a renovação contratual do extremo argentino, até 2023 e com melhoria salarial. O objetivo é simples: premiar os jogadores que, após o ataque à Academia, no dia 15 de maio, não avançaram para a rescisão unilateral. O central, apesar do erro crasso que proporcionou o golo ao Arsenal, na derrota da passada quinta-feira, é um desses casos e, segundo apurámos, as negociações serão iniciadas a breve trecho.
Com quase três anos a vestir de verde e branco, Coates foi subindo na hierarquia ao ponto de hoje ser um dos capitães de equipa do Sporting, a par de Nani, Bruno Fernandes e ainda Mathieu. Já superou a barreira dos 100 jogos de leão ao peito (tem 122), soma nove golos neste período – alguns deles decisivos – e é voz de comando num balneário que, apesar de caminhar no sentido oposto ao ataque no centro de treinos, ainda tem algumas feridas por sarar. Frederico Varandas está a ser sensível nesse aspeto e, por também ter criado uma relação de proximidade com os jogadores pelas suas antigas funções (diretor clínico), tem noção do verdadeiro o impacto que esse dia criou em quem estava dentro do balneário da ala profissional. Primeiro, foi preciso resgatar quem achou não mais ter condições para ficar no Sporting (por ordem: Bruno Fernandes, Bas Dost e Battaglia), agora é tempo de acarinhar quem não virou a cara à luta.
No caso de Coates, o defesa, que custou quase cinco milhões de euros aos cofres do Sporting (em fevereiro de 2017 foi ativada a opção de compra junto do Sunderland), tem contrato até 2022 e recebe qualquer coisa como 1,2 milhões de euros líquidos por época. A SAD quer aumentar a duração deste vínculo, revendo, também, o salário do uruguaio, apesar de já ser um dos mais bem pagos deste plantel.
Adrien e Geraldes podem regressar a Alvalade. O Sporting já está a preparar um eventual reforço da equipa às ordens de José Peseiro na reabertura do mercado, em janeiro, sendo que a estrutura encabeçada por Frederico Varandas identificou o meio-campo como um dos setores que mais necessita de alterações.
Nesse sentido, escreve o jornal A Bola, janeiro poderá fazer regressar a Alvalade duas caras bem conhecidas dos adeptos leoninos: Adrien, que no verão de 2017 partiu para o Leicester City a troco de 29,5 milhões de euros, e Francisco Geraldes, que se encontra emprestado ao Eintracht Frankfurt.
No caso do primeiro, a possibilidade de regressar a uma ‘casa’ onde já foi feliz, ainda que a título de empréstimo, poderá desempenhar um papel fulcral, assim como a oportunidade de reconquistar um lugar nas contas de Fernando Santos para a seleção nacional.
No caso do segundo, não tem tido vida fácil na Alemanha, fruto de uma fratura numa vértebra, que o impossibilitou de somar qualquer minuto oficial pela nova equipa. O regresso aos relvados deverá estar, ainda assim para breve.
Ambos os jogadores procuram atuar com maior regularidade, um objetivo que poderiam almejar com o regresso a Alvalade.
O futuro de Héctor Herrera continua envolto em incerteza. O contrato do internacional mexicano termina já em junho do próximo ano, o que significa que o risco de que o FC Porto o venha a perder a ‘custo zero’ é cada vez maior.
O médio foi já apontado a inúmeros clubes, como AS Roma, Inter de Milão, Arsenal ou Tottenham. Mas, este sábado, eis que surge um novo interessado… que também já foi por várias vezes equacionado como destino para o jogador.
Trata-se da Juventus, que, de acordo com o portal italiano Calciomercato, está a estudar a possibilidade de recorrer ao mercado de inverno após exames terem detetado um nódulo na tiroide a Emre Can.
Massimiliano Allegri não sabe quando poderá voltar a contar com o médio contratado ao Liverpool, pelo que poderá ver-se obrigado a contratar um substituto em janeiro. E, dada a situação contratual, Herrera poderia ser uma solução ‘low cost’, uma vez que uma eventual transferência rondaria os 15 milhões de euros.
Além do jogador do FC Porto, também Ander Herrera (Manchester United), Aaron Ramsey (Arsenal) e Adrien Rabiot (Paris Saint-Germain), todos eles em final de contrato, estão referenciados pela Vecchia Signora.
Quando um jogador como coates é líder, tá tudo dito. Em relação ao adrien, e xico, deve ser para a tática 4-6, tal o n.o de médios centro.
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