06 fevereiro 2018
Universo leonino reage: "Sportinguistas vão apoiá-lo". "Estou farto de pára-quedistas". "Ele quer meter uma rolha na boca dos sócios". "Chantagem absurda". "Que continue em funções"
22 comentários:
Regras dos comentários
O Fora-de-Jogo mantém um sistema de comentários para estimular a troca de ideias e informações entre seus leitores, além de aprofundar debates sobre assuntos abordados nos artigos.
Este espaço respeita as opiniões dos leitores, independentemente das suas ideias ou divergência das mesmas, no entanto não pode tolerar constantes insultos e ameaças.
Assim o FDJ não aceita (ou apagará) comentários que:
- Contenham cunho racistas, discriminatórios ou ofensivos de qualquer natureza contra pessoas;
- Configurem qualquer outro tipo de crime de acordo com a legislação do país;
- Contenham insultos, agressões, ofensas;
- Contenham links externos;
- Reúnam informações (e-mail, endereço, telefone e outras) de natureza nitidamente pessoais do próprio ou de terceiros;
Não cumpridas essas regras, o FDJ reserva-se o direito de excluir o comentário sem aviso prévio.
Avisos:
- Respeitadas as regras, é livre o debate dos assuntos aqui postados.
- Os comentários são de exclusiva responsabilidade civil e penal de seus autores e/ou “reprodutores”, participantes que reproduzam a matéria de terceiros.
- Ao postarem suas mensagens, os comentadores autorizam o FDJ a reproduzi-los no blog;
Não fique Fora-de-jogo nas suas palavras...

A matriz ideológica fascista do clube do regime a vir à tona, ó espadinha!
ResponderEliminarSim fascistas, os que andaram uns bons anos a fechar modalidades, e a servir os próprios interesses e do mal-famado BES. Ofereceram tachos a dezenas de amigos e familiares e na altura do aperto passaram a batata quente ao Godinho Lopes que deixou o clube quase ingovernável e à beira da falência. Esses sportingratos fascistas deveriam ter vergonha na cara para virem agora apontar o quer que seja, porque ao longo desses anos esqueceram-se que o clube é enorme, POPULAR, que tinha sócios (quase não havia distinção entre sócios e adeptos nas gameboxes por exemplo) e só nesta perspectiva pode ser ambicioso e ser campeão. Caso contrário, torna-se naquilo que o tornaram - um clube de gente pedante, conformada, elitista e sem ambição, um grupinho restrito de Croquettes.
Eliminarmeter uma rolha na boca dos socios??
ResponderEliminarmas onde andava a tua boca quando andávamos a levar com godinhos e afins? com tudo penhorado, ordenados em atraso, 7 lugar, etc etc etc!!
onde andava esta malta toda que hoje, adora mandar bitaites??
onde estavam todos?? onde?????
Agora e realidade é, ordenados penhorados, todos os activos continuam penhorados, ainda mais já que anteciparam dezenas de milhões de proveitos futuros, já vão em 3º e vão cair para 4º no fim do ano, depois do maior investimento no plantel e nas modalidades, no verã o irão vender metade do plantel para pagar o que andaram a antecipar. E ganharam apenas a Taça da carica.
EliminarÉ mentira, mentira... Engraçado alguém quem tem o presidente arguido vir falar à toa.
Eliminar90% dos adeptos estao com o Presidente, mas neste suposto "universo Sportinguista" 40% são pagos pelos adversarios pra insultar cobardemente o presidente...
ResponderEliminarÉ uma amostra fraquinha do universo, e muito tangida de amigos do arguido.
Eu também estou, o presidente do tetra não pode sair.
Eliminar#ficabruno
o que nos vamos rir quando forem atribuidos oficialmente os 4 titulos que o Sporting reclama.
Eliminare como se BdC tivesse alguma culpa dos ultimos titulos roubados pelo ladrão de camiões.
sao tao patetas e aziados para sempre pelo par de palitos que Jesus lhes pôes que até se esquecem que nestes ultimos 4 anos o unico que nao ganhou rigorosamente nada foi o porto.
Mas sim, acho optimo que chamem o presidente do tetra a BdC. É que sao mesmo 4 titulos os que ele vai conseguir de uma vez só.
o que eu sei é que nunca vi tanto lampiao aziado com um presidente do Sporting. Nunca em 40 anos.
Fod@-se depois do que se viu ontem e do que se continuará a ver, ainda vêm os alucinados a chamar clube do regime a outro.. fod@-se.. regime??? É só ver o discurso deste hitlerzinho de trazer por casa. Quase me sinto condescendente com este pessoal do Sporting.. quase..
ResponderEliminarNa tua ideia de democracia 90% dos adeptos teem de gramar com insultos dos cartilheiros pagos e encomendados e fingir que está tudo bem.
EliminarMetam estes pseudo Sportinguistas na rua que nada trazem de bom , nem uma ideia sao capazes de formular e apenas estão lá a mando do arguido.
Quem ouvir alguns defensores do Linhas Brancas, mais conhecido por Brunalgas, mais conhecido por Deus Dono Do SCP, até parece que durante o seu reinado o Sporting fartou-se de ganhar títulos.. titulos a sério, não do berlinde e da macaca e afins.. titulos a sério??? BOLA
ResponderEliminarOutros ganham o titulo de maior numero de arguidos e arbitros pagos.
EliminarÒ FDP isto é com a merda do teu clube... o teu mal é olhares para o vizinho preocupa-te so contigo q mesmo assim ja tens muito q fazer não te chamo aziado porque ainda me chamas bruno
EliminarOlhar para o vizinho??? Olho, quando me quero rir com a novela mexicana que se tornou o teu clube. Desde o show dos marretas que não via tanta maluquice na tv. Biba o Sporting Comédia de Portugal
Eliminartaças europeias em Andebol, Hoquei e Atletismo. Quantas ganhou o teu clube nos ultimos 4 anos?
EliminarNão ouvi... repete lá... uma no hoquei? só? menos que o Sporting, que ganhou uma no hoquei, uma no andebol e varias no atletismo (duas delas no ultimo fim de semana)? ahahahahah!
só rir com vossa mania da grandeza que nao passa de ignorancia.
fiz bem. BdC enquanto presidente do Sporting conquistou mais tituos europeus que qualquer outro clubee portugues, nos ultimos 4 anos.
Agora repete e cala essa boca de papagaio broxista
Os anos dourados que não acabam
ResponderEliminarQuando vieram a público as primeiras suspeitas sobre um caso que, na altura, parecia vir a ter o mesmo desfecho da montanha de outros semelhantes que ao longo do tempo elementos ligados ao futebol procuraram deslindar, achei-as parcas de substância e objectividade. Falo, claro, do princípio, da antecâmara do “Apito Dourado”, processo que hoje é conhecido de todos, nacional e internacionalmente, mas que na época em que começou a ser paulatinamente desvendado sofria, como tantos outros, da pouca clarividência tanto dos que acusavam como das provas que estes prometiam ter em sua posse. Foi, nesse sentido, algo a que dei a importância que o assunto, conhecido de muitos há muito tempo, em especial de quem trabalhava (e trabalha) na área, me merecia na época dos acontecimentos: uma relativa e resignada importância.
O certo é que o processo ganhou vida, soube construir os seus alicerces e hoje, passados alguns anos, sabemos que se não foi mais incisivo e letal para os visados deveu-se apenas esse facto à incongruência da Justiça portuguesa – completa de equívocos e caminhos duvidosos – e à influência extrema que têm sobre os agentes que a deviam praticar de modo independente todos os que da falta dela beneficiam. Não falo apenas dos “tubarões”, bem identificados e hoje conhecidos por todos: falo de uma rede de influências que se consubstancia desde as divisões secundárias do nosso futebol, trepando pelas divisões intermediárias até à nata do desporto em Portugal, e que é só, apesar de lidar em “upgrade” em relação aos outros, o final desta pirâmide de corrupção.
Confesso que me surpreendeu, ainda assim, a força que o processo atingiu. Por conhecer profundamente a dificuldade em levar os visados à “barra de tribunal” e porque falta a este país desportivo a coragem, a audácia, o despojamento de pessoas que, atentando contra a liberdade individual, saibam ser exemplos nos seus postos de trabalho. Não espanta, nem pode espantar ninguém que siga o futebol português, que tenham chovido epítetos sobre Ricardo Costa (e sua equipa, ressalve-se de forma a todos os níveis justa) e Hermínio Loureiro. O país desportivo não estava preparado para tamanha afronta aos poderes instalados. E, de facto, ele, o regime dos papalvos, de tudo fez para que se eliminassem estas pessoas, finalizado o processo e “absolvidos” os criminosos. Digo absolvidos, bem entendido, porque, embora o caso tenha vindo a público, na verdade os crimes foram lidos e julgados como se de material infantil se tratasse, inocentando uns e a outros dando punições que os fizeram mais fortes e conhecedores de que, sendo alvo de crítica, são acima de tudo personagens inimputáveis no universo desportivo em Portugal.
Questiono-me se não terá sido a única verdadeira oportunidade de deixar cair os que deliberadamente sujam o nosso futebol e não chego a conclusões definitivas nunca. Se penso existirem caminhos propícios a uma maior clarificação dos que há décadas exercem os seus poderes – preferencialmente por uma nova geração de agentes, mais aptos a desconstruir este emaranhado de proféticas vigarices -, também não deixo de saber e viver na pele (mesmo estas que aqui vivi, por este blogue) as agruras do conhecimento que tenho sobre ser esta uma máquina demasiadamente bem oleada para que um qualquer bom samaritano deixe nelas as marcas de uma justiça que dramaticamente se exige.
Em termos claros: os julgados no processo “Apito Dourado” foram julgados de circunstância. Serviu este para pôr mais transparente quem são os agentes responsáveis pelo estado empobrecido e putrefacto em que se encontra o nosso futebol mas, por outro lado, “ilibou-os”, talvez a termo definitivo, de qualquer outro julgamento mais severo. É tanta a teia que encobre e defende os interesses destas pessoas que, de um momento para o outro, damo-nos conta de que mais facilmente acabaremos nós, os que questionam, acusam e clarificam, na cela de uma Justiça que não existe.
EliminarAlguns comentaristas deste blogue (que segui, tanto quando pude, atentamente) acusam-me de dar dados incompletos. A esses respondo com a inevitabilidade daquilo que posso: a mais, se o quisesse, e quero, não tenho direito. Outros questionaram-me sobre as razões de tão longo período de silêncio. A esses devo dizer que compreendo as dores e as dúvidas mas, tal como provavelmente já esperariam, não posso dar as informações que quero porque o sistema, tal qual está construído, me impede de informar e divulgar o organigrama de que é feita a (in)justiça em Portugal. Deixo, no entanto, uma janela aberta: foi-me imposta uma cultura da tirania. E isto por ter escrito o pouco que escrevi: dois ou três textos imberbes sobre o futebol português. Tanto, mas tanto mais, haveria a dizer e escrever. E haverá. Porque não morrem aqui os meus intentos.
Gostaria, porém, de deixar um conselho a todos os que seguem o que escrevo e compartilham a ideia geral de que este futebol português tem de morrer para que renasça outro, mais digno, mais justo, mais de acordo com a verdade e liberdade que todos exigimos no desporto e na competição, seja ela qual for: informem-se, divulguem o que sabem (com provas), questionem, não adormeçam sob o céu nebuloso das vozes edificadas de princípios morais desadequados e atentatórios da justeza individual e colectiva. Duvidem, perscrutem-se, estejam atentos. É também por vós, adeptos de futebol, seja de qual clube forem, que a mudança/revolução poderá ser construída e assimilada.
Lamento se a expectativa que todos tinham para este texto não preencheu totalmente as esperanças dos que aqui vêm todos os dias em busca de mais informação. Compreendam que, antes, tinha de vos explicar os mecanismos existentes e as dúvidas em que eu próprio nado sobre o que devo ou não dizer. Mas prometo-vos mais informação a partir daqui. E todos, todos, estão convidados a participar activamente. Seja na caixa de comentários, seja no correio electrónico que está sempre disponível.
Uma nota final ao comentador “Duarte”: todas as dúvidas que tiver, pode esclarecê-las directamente comigo. A defesa que faz dos dirigentes do seu clube, embora entendendo a dificuldade que é aceitar os factos, é a todos os títulos prejudicial não só ao futebol português como a si próprio, porque vive numa ilusão. Esta nota não serve só para o Duarte, serve para adeptos de todos os clubes, inclusivamente do meu, embora – não sejamos hipócritas – o clube do Duarte, entre os grandes do futebol português, tenha as mais aberrantes e prejudiciais figuras à verdade desportiva que se pede, anseia e exige.
Denunciado por John McSmith à(s) 19:03
No calor das leis
ResponderEliminarNa era de um A. como Director Executivo da Liga de Clubes - posição que rendeu, pelas leis que deixou muito convenientemente aprovadas, ao clube do próprio uma crucial absolvição (em termos claros: a não descida de divisão) anos mais tarde, no famoso "Apito Dourado" - as coisas faziam-se, de facto, "por outro lado". Desconheço a que outro lado se referia Luís Filipe Vieira numa das escutas que vieram a público, mas conheço bem o outro lado de A. e de toda a estrutura que o sustentava e que ele próprio servia.
A estratégia para o sucesso não passava apenas pelo aliciamento de árbitros - essa era a face mais óbvia, feita, arrisco dizer, à descarada, tais eram as sórdidas situações passadas em certos estabelecimentos em que a noite era de facto muito quente. Mas havia outros agentes e outras fórmulas: não bastando os cheques entregues nas mãos dos árbitros em plenas mesas de "privados" com as meninas presentes (algumas das quais dando-me disso conta anos mais tarde), era também importante levar as meninas a outros universos, mais elitistas e para gente de maior quilate no futebol luso.
Falamos, para que não restem dúvidas, de aliciamento a directores, presidentes e inclusivamente treinadores de equipas adversárias. Tudo com o aval do púdico, civilizado e muito indignado em programas de televisão, o Sr. A., esse mesmo que patrocinou as leis que permitiram ao seu clube manter-se na prova máxima do futebol nacional, mesmo que as provas, e se eram conclusivas!, o fizessem advinhar.
O Sr. A. gozava de um estatuto tal, de um respeito, de uma admiração por parte do dirigismo em Portugal que qualquer conversa, qualquer menina, qualquer insinuação mais ou menos velada, eram tidos como normais e próprios de um futebol em que as coisas eram assim porque eram e não valia a pena discutir princípios. Esse próprio Sr. A anos mais tarde veio dizer, do alto da sua dignidade, que não gostaria de ver ninguém atirar pedras porque no futebol devia haver pouca gente que o possa fazer porque há muitos telhados de vidro - estraordinárias declarações, assumindo nós que o Sr. A assumia a generalização como forma de se absolver das suas próprias pedras.
O que o Sr. A não disse - e não dirá seguramente no futuro - é que ele foi um dos mais importantes tentáculos do polvo, controlando dirigentes, impondo leis na Liga, avançando na diáspora portuguesa pela UEFA, sempre de falinhas mansas e discurso recheado de hipocrisia, passando entre os fios de chuva, tanto que hoje, e há vários anos, vemo-lo sentado em televisões nacionais, debitando alarvidades com um ar de quem não faz mal um rato.
EliminarEncontravam-se em hotéis estes rapazolas. O Sr. A, mais na sombra, o Sr. G - que hoje, muito de forma curiosa, é, imaginem as voltas que a vida dá, prospector de futebol no Benfica! - para quem o FCP é uma "religião" e os vários dirigentes dos clubes da primeira divisão da altura. Eram jantares e encontros de circunstância, dizia a versão oficial, era apenas camaradagem e relaxamento. O que as versões oficiais nunca explicaram foi a aparição constante de meninas vindas dos estabelecimentos do Sr. RT para os quartos de dirigentes, treinadores e presidentes de vários clubes que nos dias posteriores iriam jogar contra o clube dos Srs. A., G e RT. Mas certamente faria tudo parte de um maior relaxamento. Uma verdadeira comissão de boas-vindas.
É apreciavelmente didáctico rever jogos antigos, especialmente dessa década de 90, era do famoso penta do Engenheiro. Observar as equipas adversárias, especialmente no Estádio dos Srs. A., G e RT, a forma quase pueril com que jogavam, verdadeiras passadeiras vermelhas para os jogadores do clube desses senhores, é um exercício de memória que devemos agradecer à RTP. É verdadeiro serviço público. Depois, quando apesar de meninas, copos, prémios e jantaradas, a coisa não resultava e os jogadores visitantes mostravam brio profissional, lá aparecia então o resultado dos cheques às classes mais baixas em "privados" e os homens de negro resolviam os pentas. O Engenheiro, benfiquista dos sete costados, agradece.
Denunciado por John McSmith
Convém esclarecer que A. é Guilherme Aguiar, G. Jorge Gomes e RT, Reinaldo Teles, o dono das casas de meninas onde isto se passava, e ainda se passa mas mais escondido (ele continua a ser dono de várias casas), com total impunidade. E é administrador de uma SAD. Ninguém se pergunta como é isto possível num país civilizado?
EliminarUm caos chamado Sporting
ResponderEliminarNa sequência do post anterior, entre elogios e críticas no blogue, interessa-me esclarecer não o que se passou em termos públicos - caixa de comentários - mas o que verdadeiramente ocorreu em termos privados - caixa do correrio electrónico.
Como escrevi no texto, estavam os interessados, especialmente os sportinguistas, convidados a interpelarem-me em foro privado para que eu esclarecesse o que, em meias verdades, escrevi no post. Muitos o fizeram. Alguns, bastantes, de forma honesta, educada, e penso que para todos eles fui elucidativo sobre as suas dúvidas, respondendo-lhes e discutindo o tema proposto.
Para outros, poucos, não esclareci as dúvidas que tinham apenas e só pela forma como se dirigiram a mim, mostrando-se mal-educados e críticos sem que lhes tivesse dado razão para tal.
Houve, no entanto, um terceiro grupo de pessoas e é sobre este que quero falar. Pelos vistos, a guerra interna no Sporting é tal que em pleno período de campanha eleitoral tudo vale, mesmo tirar olhos. Mascarando-se de leitores interessados no tema, recebi de alguns mensagens desprovidas de qualquer sentido lógico, acusando-me de estar a fazer campanha por uma das listas. Razão? O meu post anterior. Escreveram esses iluminados que as insinuações que deixei atrás compunham um claro gesto de campanha provocatório contra um dos candidatos.
O mais extraordinário deste argumento é o facto de que assumiram as culpas sem que eu alguma vez tivesse referido quem seria o tal candidato. Isto, sim, é síndrome psiquiátrica e talvez, no limite, explique bem a "culpa" que alguns verdadeiramente sentem e ajuda a corroborar todos os indícios que recolhi sobre a referida candidatura.
Quero esclarecer não esses elementos mal-formados mas os leitores deste blogue que não tenho qualquer interesse nesta campanha, nesse aspecto sou apenas um adepto (e sócio) do clube que, tendo em mãos informação privilegiada sobre um dos candidatos, me limitei a dar disso conta aos leitores, especificamente aos mais interessados, os sportinguistas.
Aos que me abordaram civilizadamente, penso que cumpri da melhor forma aquilo que prometi - estão à vontade os que comigo debateram no caixa de correio para se identificarem e admitirem este aspecto, já que há no Sporting quem me acuse de estar a fazer demagogia barata.
Isto dito, aproveito, em vésperas de sabermos quem será o futuro Presidente do Sporting, para admitir a minha intenção de voto: será nulo ou em Abrantes Mendes, apesar de lhe reconhecer deficiências ao nível das ideias para o clube; por esse facto, a minha dúvida. Nenhum outro me parece digno de poder representar de forma competente e séria esta enorme Instituição chamada Sporting Clube de Portugal.
Nota final: aos que tão diligentemente planearam uma equipa de mensageiros para que descobrissem as verdades que sabia e que, de forma tão baixa, se apressaram a coligar-me a outras candidaturas, aconselharia a juntarem todo esse esforço e dedicação a causas mais justas e menos inúteis. Mas talvez o fundamental para essas pessoas não passe por defender o clube mas sim os próprios interesses. É pena, porque serão os sportinguistas os mais prejudicados e os que pagarão a factura de não terem gente competente a liderar os destinos do clube.
Denunciado por John McSmith
Se o Bruno Azevedo quiser uma maioria ainda maior basta oferecer um voto a cada benfiquista. Vai ver que a percentagem de votos a favor da permanência se iria aproximar-se dos 99%.
ResponderEliminarManter o Bruno Azevedo à frente do Sporting é desígnio de qualquer benfiquista que se preze. Nunca tivemos um presidente no Sporting, que contribuísse para tantos títulos seguidos ao Benfica.
FORÇA BRUNO, ESTAMOS CONTIGO!