09 fevereiro 2018
Talisca decidido. "Não quero voltar ao Benfica"; Bas Dost mais 15 dias de baixa; São Paulo tentou médio do FC Porto, mas levou um 'não'; Salvio chumbou no teste
8 comentários:
Regras dos comentários
O Fora-de-Jogo mantém um sistema de comentários para estimular a troca de ideias e informações entre seus leitores, além de aprofundar debates sobre assuntos abordados nos artigos.
Este espaço respeita as opiniões dos leitores, independentemente das suas ideias ou divergência das mesmas, no entanto não pode tolerar constantes insultos e ameaças.
Assim o FDJ não aceita (ou apagará) comentários que:
- Contenham cunho racistas, discriminatórios ou ofensivos de qualquer natureza contra pessoas;
- Configurem qualquer outro tipo de crime de acordo com a legislação do país;
- Contenham insultos, agressões, ofensas;
- Contenham links externos;
- Reúnam informações (e-mail, endereço, telefone e outras) de natureza nitidamente pessoais do próprio ou de terceiros;
Não cumpridas essas regras, o FDJ reserva-se o direito de excluir o comentário sem aviso prévio.
Avisos:
- Respeitadas as regras, é livre o debate dos assuntos aqui postados.
- Os comentários são de exclusiva responsabilidade civil e penal de seus autores e/ou “reprodutores”, participantes que reproduzam a matéria de terceiros.
- Ao postarem suas mensagens, os comentadores autorizam o FDJ a reproduzi-los no blog;
Não fique Fora-de-jogo nas suas palavras...

As coisas que o tempo destapa
ResponderEliminarEm 6/6/2012 o grande jornalista Afonso Melo escrevia isto. Até hoje ninguém respondeu, mas os resultados estão à vista para as bandas de Contumil.
-----------------
Desconhecemos se RM (Rui Moreira) porventura esperaria que a opinião pública tecesse loas à «veia negocial» do «grande timoneiro», propalasse os «grandes negócios» do mestre futeboleiro cá do burgo, e não questionasse onde estão os 31,5M de Anderson, 20,5M de Bosingwa, 20M de Paulo Ferreira, 13M de Raul Meireles, 30M de Ricardo Carvalho, 30M de Pepe, 24M de Lisandro, 19M de Lucho, 24,6M de Ricardo Quaresma, os 22M de Bruno Alves, ou todas as receitas da UEFA ao longo das últimas décadas, nas quais o FC Porto tem vindo a ser presença assídua. Contudo o amanhã é uma inevitabilidade, e a lei da rolha poderá não ser a resposta.
Até porque o passivo do Benfica, sendo uma realidade insofismável, compreende-se como se foi avolumando - «o dinheiro deixa rasto».
Já o do FC Porto, com os favores políticos via-Olival e a renda mixuruca que não constitui particularmente uma despesa, ademais benesses dadas na construção do Estádio do Dragão, é um exercício mais rebuscado e que merece alguma atenção.
Se segundo o próprio Tribunal de Contas a «estrutura de sonho» recebeu 137,6 Milhões de euros de apoios directos e 88,4 Milhões de euros de apoios indirectos (o que perfaz um total de 226 Milhões de euros), já para não falar da diferença entre o projectado custo do Estádio do Dragão para os cofres do FC Porto - 123,3 Milhões de euros, e os valores despendidos - 98 Milhões de euros, diferença que evidentemente não será alheia à Metro do Porto (empresa de capitais públicos) e o pagamento das fundações do Estádio do Dragão por via de ser ter construído nessa altura o Terminal do Dragão.
Assim, se nós - contribuintes - pagámos qualquer coisa como 137,6 Milhões de euros em Apoios Directos por parte do Estado, 88,4 Milhões de euros por Apoios Indirectos por parte da C. M. Porto, 28,5 Milhões de euros por Apoios Ocultados por parte da C. M. Porto, e ainda 25 Milhões de euros por Apoios por parte da Metro do Porto, totalizando a módica quantia de 279,5 Milhões de euros, pelo menos seria de bom tom perceber o resto, para podermos todos ficar descansados... ou preocupados.
Manuel José Dixit
EliminarManuel José não hesita em dizer que teve "vergonha de andar no futebol", nos anos 80 e 90, altura em que se compravam árbitros e resultados "como quem compra tremoços". O antigo técnico diz que essa foi a "fase mais negra do futebol português" e acrescenta que há quem queira voltar a esse tempo, tentando empurrar os árbitros para situações que já viveram no passado e que Manuel José considera vergonhosas.
Em entrevista ao Entrelinhas da TSF, Manuel José conta uma história em que o tentaram comprar, no início de um jogo com a proposta "ganhas este jogo hoje e perdes os dois da próxima época". E denuncia que, foi por não pactuar com essas situações que acabou por ser afastado, por três vezes, do cargo de selecionador nacional.
Diz que Jorge Jesus é o melhor treinador da atualidade, mas diz também que Jesus "tem de se moderar" e assumir os próprios erros quando erra, até porque "tem um ego doentio, patológico".
Por outro lado, e apesar de já ter dado a carreira como terminada, por razões pessoais e familiares, Manuel José diz que nunca treinaria o FC Porto com o atual presidente. Sem querer explicar as razões ficam as palavras: "não considero, não gosto, detesto" Pinto da Costa.
Pacheco: ”Jogar nas Antas? Os árbitros estavam todos comprados pelo Porto”.
EliminarO antigo jogador de Benfica e Sporting recordou, numa recente entrevista ao diário Observador, as 'complicadas' deslocações ao antigo Estádio das Antas, e confessou que 'havia um sentimento de impunidade constantemente transporto para dentro de campo' devido aos constantes erros de arbitragem a favor do FC Porto.
Questionado sobre as deslocações do Benfica ao antigo Estádio das Antas, António Pacheco recordou o clima de intimidação vivido por jogadores e equipa técnica sempre que se deslocavam ao reduto portista.
"Sempre jogos difíceis, muito complicado. Os árbitros estavam todos comprados pelo Porto, havia um sentimento de impunidade constantemente transporto para dentro do campo. Não há que ter medo das palavras, aquilo era assim e estão aí as escutas para quem duvidar", disse o ex-jogador ao referido diário online.
Em relação ao célebre jogo de 1991, em que César Brito marcou os golos da vitória do Benfica sobre o FC Porto, Pacheco recordou que o clima de guerra começava logo na noite anterior.
"Complicado? Aquilo era um terror e a intimidação começava na noite anterior, quando os adeptos se juntavam à porta do nosso hotel a lançar todo o tipo de coisas para impedir-nos de dormir, de fazer uma vida normal", afirmou António Pacheco.
No entanto, o clima de tensão não se ficava por situações fora do Estádio, uma vez que também junto às quatro linhas havia situações de pressão.
"O senhor Octávio, o senhor Inácio, o guarda Abel e por todos aqueles polícias fardados que viravam as costas e diziam ‘dá-lhe agora’. Estavam todos feitos e viravam costas nesses momentos mais fortes", atirou António Pacheco.
Os CARTILHEIEROS ENCORNADOS A TENTAREM DESVIAR AS ATENÇÕES.
ResponderEliminarLIGA
E
D
M
A
N
ESSA É A REALIDADE, A PALA DE BURROS COMO O PEDRO GUERRA, CARLOS JANELA, ADÃO MENDES, MENINO QUERIDO, PERIQUITO, O TOINO DO JUÍZ RANGEL, AS MENINAS DOS 200 OU 300 E PRINCIPALMENTE O CORRUPTO MOR LUÍS FILIPE VIEIRA.
E O MELHOR AINDA ESTÁ PARA VIR. OS ENCORNADOS SABEM DISSO.
De acordo. Vem aí o penta.
Eliminarmml
Ainda têm a cara dura de fazer passar textos do Afonso Melo, o jornaleiro avençado do I que escreve para o jornal ou revista do Benfica, e que tem entre os seus colaboradores no I, personagens como o António Rola, o Ricardo Costa, Pragal Colaço, etc.
ResponderEliminarDepois quem vem? o Manuel José o maior anti-portista primário que nunca conseguiu superar o desgosto de ter sido referido como o único treinador que Pinto da Costa jamais contrataria para o FC Porto. Por ultimo o Pacheco, esse jogador que nunca fez nada que fosse ressalvado além de ter abandonado o Benfica e assinado pelo rival da 2ª circular. Só falta falar do ex jogador toxicodependente o Casagrande para fazer o quarteto da credibilidade.
O que vocês não conseguem falar é do conteúdo dos e-mails, aí corta-se-vos o pito.
diz lá tu o conteúdo
Eliminarqueres ver que courtou-se-lhe o pito?
Eliminar