O mercado está de olhos postos em Diego Reyes, mas este não é o momento oportuno para abordar o assunto, a julgar pelas palavras de Matias Bunge, representante do central, que falou ao jornal O Jogo. “É verdade que há interessados em Itália, Inglaterra, Espanha e Alemanha”, reconheceu, negando, contudo, os nomes noticiados nos últimos dias e que davam conta do interesse de Lázio, Inter e Nápoles. “Mas nunca falei em nomes de clubes”, esclareceu o empresário.
“Nesta altura, o Diego está com a cabeça concentrada no FC Porto e em ser campeão. Nem quer ouvir falar em mais nada até ao final da época”, garantiu, para apontar a conquista do título como a grande prioridade do central: “Está a trabalhar o melhor possível para alcançar o título, é a prioridade dele nesta fase, e depois chegar nas melhores condições ao mundial da Rússia.”
Apesar de o contrato com o FC Porto ter entrado na reta final e expirar em junho, o mexicano não se quer precipitar. “Ele até teve uma proposta para sair em janeiro, mas nem quis ouvir falar do assunto. O Diego quis ficar, porque está muito concentrado no FC Porto para ser campeão, o que seria muito bom para ele e para o clube”, revelou Bunge.
A questão da renovação não está esquecida, só espera um momento oportuno. “Temos conversado com o FC Porto, mas ainda não se tomou uma decisão em relação ao futuro, porque estamos numa fase decisiva da temporada e nesta altura é melhor esperar para não perturbar o percurso da equipa”, justificou. “Ele quer terminar a temporada com títulos, seria importante para o lançar para o mundial”, insistiu Bunge.
Titular nos últimos cinco encontros do FC Porto, Diego Reyes até marcou ao Braga, elevando para três o número de golos marcados esta época. “Nos últimos meses está a jogar e a ter o seu período mais regular desde que é jogador do FC Porto. É importante para ele conseguir jogar com regularidade e isso deixa-o satisfeito”, reconheceu. “O que não quer dizer que o futuro dele vai passar pelo FC Porto. No final da época veremos, haverá certamente oportunidade para abordarmos o assunto com o FC Porto e ver o que se decide”, explicou o seu representante.
Salvio foi submetido na última segunda-feira a uma meniscectomia no joelho direito – a quarta operação a esta articulação –, neste caso por via artroscópica, na Clínica Villa Stuart, em Itália. Na altura da comunicação da dita cirurgia, os encarnados não haviam especificado qual o procedimento, tendo porém ficado implícito que se tratara de uma limpeza para ‘secar’ o líquido na zona da membrana sinovial – o boletim clínico falava em sinovite, dias depois de ter avançado uma síndrome femoropatelar.
Ora, em recentes declarações, o especialista que operou o extremo, Pier Paolo Mariani, deixou perceber que todo o processo se tornou mais complicado porque o camisa 18 foi alvo de uma cirurgia que não correu bem e não da sua responsabilidade – a 4 de setembro de 2013 foi o também especialista e colaborador dos encarnados António Martins quem operou o camisa 18 ao ligamento cruzado anterior do joelho direito.
O jornal Record tentou obter uma reação por parte de António Martins, mas este declinou pronunciar-se sobre o tema, evitando comentar sequer a postura do colega de profissão. No entanto, ao diário, fonte próxima do processo questiona as afirmações de Mariani.
"Se foi mal operado antes, como foi possível então voltar a jogar e logo para fazer a melhor época da sua carreira? [n.d.r.: em 2014/15 fez 13 golos em 38 jogos]", questiona, insistindo: "Na primeira cirurgia, a tal que alegadamente correu mal, Salvio voltou a competir ao fim de cerca de cinco meses. Depois das... duas operações em Itália, foram precisos cerca de nove meses. Mais: quando voltou a lesionar-se, já na última jornada de 2014/15, foi devido a uma nova torção no joelho. Acontece a qualquer um. Vão ver agora nesta lesão se houve alguma torção ou pancada. E não foi o dr. António Martins quem o operou nas duas últimas vezes."
A mesma fonte esclarece ainda que "por vezes, parece haver uma necessidade de justificar o insucesso com o trabalho feito anteriormente por outra pessoa. É uma saída fácil", remata.
Salvio foi submetido a uma meniscectomia, adiantou a Clínica Villa Stuart no seu site oficial. Trata-se de uma intervenção considerada simples e muito pouco invasiva que, no caso do internacional argentino, consistiu em remover apenas a parte danificada do menisco. O extremo do emblema da Luz vai agora necessitar de algumas semanas de reabilitação, para que o menisco possa regenerar-se naturalmente e voltar ao normal. O jogador só deverá regressar à competição dentro de seis semanas, falhando os jogos com Boavista, P. Ferreira, Marítimo, Aves e Feirense, e lutando para vir a estar apto para o V. Guimarães (31 de março). De resto, como explica a própria clínica italiana, tal "não impede a provável chamada de Sampaoli [selecionador argentino] para o Mundial da Rússia".
Salvio foi submetido na última segunda-feira a uma meniscectomia no joelho direito – a quarta operação a esta articulação –, neste caso por via artroscópica, na Clínica Villa Stuart, em Itália. Na altura da comunicação da dita cirurgia, os encarnados não haviam especificado qual o procedimento, tendo porém ficado implícito que se tratara de uma limpeza para ‘secar’ o líquido na zona da membrana sinovial – o boletim clínico falava em sinovite, dias depois de ter avançado uma síndrome femoropatelar.
Ora, em recentes declarações, o especialista que operou o extremo, Pier Paolo Mariani, deixou perceber que todo o processo se tornou mais complicado porque o camisa 18 foi alvo de uma cirurgia que não correu bem e não da sua responsabilidade – a 4 de setembro de 2013 foi o também especialista e colaborador dos encarnados António Martins quem operou o camisa 18 ao ligamento cruzado anterior do joelho direito.
O jornal Record tentou obter uma reação por parte de António Martins, mas este declinou pronunciar-se sobre o tema, evitando comentar sequer a postura do colega de profissão. No entanto, ao diário, fonte próxima do processo questiona as afirmações de Mariani.
"Se foi mal operado antes, como foi possível então voltar a jogar e logo para fazer a melhor época da sua carreira? [n.d.r.: em 2014/15 fez 13 golos em 38 jogos]", questiona, insistindo: "Na primeira cirurgia, a tal que alegadamente correu mal, Salvio voltou a competir ao fim de cerca de cinco meses. Depois das... duas operações em Itália, foram precisos cerca de nove meses. Mais: quando voltou a lesionar-se, já na última jornada de 2014/15, foi devido a uma nova torção no joelho. Acontece a qualquer um. Vão ver agora nesta lesão se houve alguma torção ou pancada. E não foi o dr. António Martins quem o operou nas duas últimas vezes."
A mesma fonte esclarece ainda que "por vezes, parece haver uma necessidade de justificar o insucesso com o trabalho feito anteriormente por outra pessoa. É uma saída fácil", remata.
Salvio foi submetido a uma meniscectomia, adiantou a Clínica Villa Stuart no seu site oficial. Trata-se de uma intervenção considerada simples e muito pouco invasiva que, no caso do internacional argentino, consistiu em remover apenas a parte danificada do menisco. O extremo do emblema da Luz vai agora necessitar de algumas semanas de reabilitação, para que o menisco possa regenerar-se naturalmente e voltar ao normal. O jogador só deverá regressar à competição dentro de seis semanas, falhando os jogos com Boavista, P. Ferreira, Marítimo, Aves e Feirense, e lutando para vir a estar apto para o V. Guimarães (31 de março). De resto, como explica a própria clínica italiana, tal "não impede a provável chamada de Sampaoli [selecionador argentino] para o Mundial da Rússia".
Octávio Machado, ex-diretor-desportivo do Sporting, revelou na CMTV uma mensagem escrita (SMS) de Bruno de Carvalho onde este reconhece que a decisão de saída do clube, em junho do ano passado, foi do próprio Octávio Machado, e não dele, como tem feito crer em diversas ocasiões.

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