Santos, Inter, Benfica e a seleção do Brasil, em diferentes escalões. Aos 21 anos, são estas as etapas da ainda curta carreira de Gabriel Barbosa, mas já marcada por desencontros com vários treinadores.
«Se já quis insultar treinadores? Sim, vários. Vai ficar indelicado (citar nomes), mas foram vários. Onde fiquei mais bravo foi aqui no Brasil. Não vou falar quem, senão fica uma situação chata. Pegava muito no meu pé sem eu fazer nada. Tenho provas», disse Gabigol, em entrevista a Alê Oliveira no YouTube.
A experiência no Velho Continente, ao serviço de Inter de Milão e Benfica, ficou longe de corresponder às expectativas. Mas Gabigol não se arrepende de atravessar o Atlântico para jogar no futebol europeu.
«Vejo a ida para o Inter com grande orgulho. Um grande clube, com grande tradição. Não me arrependo. O Benfica também. Posso dizer que só joguei em grandes clubes», salientou o jogador de 21 anos, de regresso ao Santos por empréstimo do emblema italiano.
«É difícil dizer que nunca jogaria nos rivais do Santos. A minha preferência será sempre o Santos, é a equipa do meu coração, mas não posso dizer nunca», ressalvou.
Jonas reconheceu que a implementação do VAR no campeonato português trouxe "discussão e dúvida", com "muita gente a questionar as paragens de jogo", mas aplaude agora a tecnologia.
"Portugal foi pioneiro disso e tem sido essencial. Aos países que não têm esse sistema aconselho que o aprovem porque resolve mesmo. E nos jogos, apesar de a decisão não ser imediata, penso que os árbitros lá em cima têm decidido com calma e bem", afirmou o avançado do Benfica, à ESPN Brasil.
Recorde-se que os clubes do principal escalão brasileiro votaram esta semana contra a introdução do VAR no campeonato por motivos financeiros: a Confederação Brasileira entende que devem ser os clubes a suportar as despesas.
Depois de ter sondado a possibilidade de contratar Adel Taarabt durante a janela de transferências que esteve aberta em janeiro, o Spartak Moscovo volta à carga pelo marroquino. Segundo o Calciomercato, o campeão russo apresentou ao jogador uma tentadora proposta a nível financeiro para o convencer a trocar o Génova, onde milita cedido pelo Benfica, pela Rússia no próximo verão.
Rui Santos comentou na SIC Notícias o atual momento e a crise diretiva do Sporting. O comentador da SIC diz que Bruno de Carvalho "fez uma birra" ao abandonar a Assembleia Geral do clube e que está a fazer tudo para se eternizar no comando do Sporting.
“Não acredito que Bruno de Carvalho queira sair do Sporting. Ele quer eternizar-se. Quer ser o Sporting”, disse o comentador.
Este comentário de Rui Santos originou muitas criticas por parte dos adeptos leoninos.
Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, recorreu às redes sociais para exortar a comunicação social a fazer eco do «verdadeiro olho do mal», em alusão ao presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira.
«Enquanto se anda a distrair o povo apelidando de ditador alguém que põe a sua vida e o seu futuro nas mãos dos Sócios, a revista Sábado revela o verdadeiro olho do mal. Não nos esqueceremos dos vouchers, dos emails, dos jogos para perder. Esses sim, são os temas sobre os quais a Comunicação Social deveria escrever e debruçar-se, em vez de andar a dar tribuna a quem só tem por objectivo denegrir quem, de forma séria, está no futebol», escreveu no Facebook.
Pacheco: ”Jogar nas Antas? Os árbitros estavam todos comprados pelo Porto”.
ResponderEliminarO antigo jogador de Benfica e Sporting recordou, numa recente entrevista ao diário Observador, as 'complicadas' deslocações ao antigo Estádio das Antas, e confessou que 'havia um sentimento de impunidade constantemente transporto para dentro de campo' devido aos constantes erros de arbitragem a favor do FC Porto.
Questionado sobre as deslocações do Benfica ao antigo Estádio das Antas, António Pacheco recordou o clima de intimidação vivido por jogadores e equipa técnica sempre que se deslocavam ao reduto portista.
"Sempre jogos difíceis, muito complicado. Os árbitros estavam todos comprados pelo Porto, havia um sentimento de impunidade constantemente transporto para dentro do campo. Não há que ter medo das palavras, aquilo era assim e estão aí as escutas para quem duvidar", disse o ex-jogador ao referido diário online.
Em relação ao célebre jogo de 1991, em que César Brito marcou os golos da vitória do Benfica sobre o FC Porto, Pacheco recordou que o clima de guerra começava logo na noite anterior.
"Complicado? Aquilo era um terror e a intimidação começava na noite anterior, quando os adeptos se juntavam à porta do nosso hotel a lançar todo o tipo de coisas para impedir-nos de dormir, de fazer uma vida normal", afirmou António Pacheco.
No entanto, o clima de tensão não se ficava por situações fora do Estádio, uma vez que também junto às quatro linhas havia situações de pressão.
"O senhor Octávio, o senhor Inácio, o guarda Abel e por todos aqueles polícias fardados que viravam as costas e diziam ‘dá-lhe agora’. Estavam todos feitos e viravam costas nesses momentos mais fortes", atirou António Pacheco.
O Rui Santos está ofendidíssima.
ResponderEliminarClaro jonas piscinas, não fosse o VAR e o teu clube nojento estava a 10 ou mais do líder.
ResponderEliminarVergonha de clube que só ganha com colo de padres.
O Jonas está agradado com o VA enquanto este continuar a ser visto com óculos vermelhos, depois quando verificarem as simulações de penaltys e livres da escola de teatro da luz já não ficará tão agradado.
ResponderEliminarEm relação ao atrasado mental Rui Santos, pouco há a dizer, coitado sofre de Bruno de Carvalhite aguda e como muitos outros, tem de ir para a fila, pôr um ar inteligente e esperar por uma oportunidade de dizer que foi ele o autor do VAR, até pode ser que haja quem acredite. Esta triste figura dizia com orgulho há alguns meses atrás que o benfica tinha uma estrutura muito bem montada e que por isso tinha o poder que os rivais lutavam para ter, depois apareceram os emails e o tonto (ou não) mudou de discurso e passou a atacar devagarinho para não doer muito, um cobarde que só ataca os que estão fragilizados no momento sem crédito nenhum por isso!