04 fevereiro 2018

Inter em conversações com representantes de Battaglia; FC Porto colabora em investigação ao Benfica; "Apresentei um inocente requerimento que não feria o que quer que fosse. Isso causou uma divisão de opiniões e Bruno de Carvalho abandonou a sala"

Um dos três requerimentos admitidos pela mesa da AG e que pretendia adiar para outro momento a discussão em torno da alteração de estatutos e do regulamento disciplinar foi apresentado por Carlos Severino. "Apresentei um inocente requerimento que não feria o que quer que fosse. Isso causou uma divisão de opiniões e Bruno de Carvalho abandonou a sala", disse Severino ao jornal Record. 
O final intempestivo da AG, com a saída de BdC e restante conselho diretivo bem como a tentativa de agressão a Madeira Rodrigues, surpreenderam a maioria dos sportinguistas. "Estou estupefacto. O que se passou foge ao que é normal e ao que deve ser uma assembleia geral", desabafava, à saída, o advogado Paulo Santos.

Mesmo com a janela de transferências de janeiro encerrada desde a passada quarta-feira, as questões de mercado não deixaram de ser assunto nos corredores de Alvalade. De acordo com o O Jogo, o Inter está a preparar atempadamente um ataque ao mercado para reforçar a equipa e estabeleceu a contratação de Battaglia como um dos objetivos para o próximo defeso. Segundo o diário, os responsáveis do emblema milanês já estabeleceram contactos exploratórios com os representantes do jogador - que tem cidadania italiana - para se informarem dos termos de um futuro negócio com a SAD verde e branca, que também está a par do interesse dos "nerazzurri" pelo médio argentino, de 26 anos.

O FC Porto requereu à Justiça ser assistente no processo dos e-mails do Benfica, depois de ter entregado à Polícia Judiciária giga-bytes de informação em "suportes originais", em Junho de 2017. Esses documentos entregues, alegadamente, incriminam responsáveis do Benfica de troca de influências.
O Expresso revelou que o Ministério Público decidiu concentrar num único processo os casos dos e-mails, dos vouchers de alimentação aos árbitros, os kits Eusébio e ainda os jogos do Benfica em que os adversários terão sido aliciados a facilitar.
Apesar de os assistentes de processos judiciais terem acesso aos mesmos, isso não acontece já que esta investigação tem contornos excepcionais. Ou seja, o FC Porto não poderá ler o inquérito até à sua conclusão, processo que pode demorar oito meses, ou mais, caso seja essa a decisão do Ministério Público. Esta análise de processos pode mesmo estender-se durante anos.
No entanto, o FC Porto tem poder de apresentar provas, ou requerer que as mesmas sejam produzidas (como indicar um local que possa ser alvo de busca, ou pedir a verificação de uma conta bancária).

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