Bruno de Carvalho recorreu esta segunda-feira às redes sociais, dando conta da reunião de direção agendada para o dia de hoje e garantindo já ter tomado uma decisão, depois da ameaça de demissão. Adeptos na assembleia geral de sábado pediram o adiamento da votação das alterações estatutárias e do regulamento disciplinar, Bruno de Carvalho reagiu, exaltou-se, e deixou a reunião magna por entre ameaças de demissão. Bruno promete revelar às 18h00 a decisão e convocou os sócios para que a mesma lhes seja explicada.
"Às 16h, temos reunião de Direção para tomarmos a nossa decisão conjunta sobre o nosso futuro no Sporting CP. A minha decisão pessoal já está tomada, mas somos um grupo a que tenho tido tanto orgulho e honra de liderar, e terá de ser uma decisão de todos. Convido os sócios (apenas será permitida a entrada aos primeiros 300 que é a capacidade da sala), para se dirigirem às 18h ao Auditório Artur Agostinho, para lhes ser comunicada e explicada, em primeira mão a decisão. Porque, mesmo em democracia, não vale tudo. A partir desse momento deixa de ser democracia para passar a ser uma anarquia. O Sporting CP merece mais!", escreveu o presidente leonino no Facebook.
Os membros do Conselho Leonino, eleitos pela Lista C nas eleições de março de 2017, reagiram em comunicado aos acontecimentos da última Assembleia Geral, mas também à intenção, da direção leonina, em extinguir o próprio Conselho Leonino.
O texto, assinado por 10 elementos, esclarecem que são, "antes de mais", pelo Sporting e que não pretendem discutir temas na praça pública. Ainda assim, sublinham a posição face ao Conselho Leonino, órgão de integram. "A nossa posição quanto à extinção do Conselho Leonino é sobejamente conhecida e consta do nosso programa eleitoral. Transformação ou extinção."
Sem pudores, os sócios sublinham que vão cumprir os deveres para com o Sporting e que não terão problema em voltar para o local de onde vieram. "Da bancada viemos, para a bancada voltaremos. Foi o que prometemos."
Jaime Marta Soares, presidente da mesa da assembleia geral (AG) do Sporting, considera que somente cumpriu e fez cumprir os estatutos, segundo contou Fonte da AG, à RR. Bruno de Carvalho, presidente leonino, aponta o dedo a Marta Soares, acusando-o de inércia na conturbada reunião magna de sábado, sobretudo em dois momentos: aquando da confrontação à direção, feita pelo ex-candidato Carlos Severino, e perante o facto de um associado ter gravado, em vídeo, a ameaça de demissão de Bruno de Carvalho.
A mesma fonte aponta que “não é Bruno de Carvalho quem decide o fim da assembleia”, o que o líder leonino diz ter acontecido, desmentindo, assim, Marta Soares, que apenas falou em suspensão da reunião.
Deste modo, segundo a RR, o presidente da mesa rejeita estar a “mando” de Bruno. Segundo a mesma fonte, Marta Soares teve sempre um discurso “apaziguador”, de “serenidade” e “sensatez”.
Confrontada a mesma fonte com um eventual bater de porta de Jaime Marta Soares, o cenário “não se coloca” no imediato. No entanto, a médio prazo, a demissão não é descartada.
Tudo isto na sequência da AG de sábado e depois de Bruno de Carvalho ter voltado ao Facebook, no domingo, antes e depois do jogo no Estoril, para criticar a condução dos trabalhos da AG, falar de desrespeito de Carlos Severino e de outros sócios e manter a ameaça de demissão, para decidir no encontro desta segunda-feira, às 16h00, do Conselho Diretivo.
Sporting em guerra civil? Quem diria.
ResponderEliminarCom um presidente tão calmo, sensato e respeitador da opinião alheia, ninguém estava à espera que deflagrasse esta guerra interna. E ainda não apareceu em público os calotes e as dívidas do aumento desenfreado de despesas dos últimos anos. Quando aparecerem então é que vai ser bonito.
José Pratas
ResponderEliminarFoi finalmente esclarecida uma situação antiga e que demorou 18-anos-18 a ser explicada pelo seu protagonista, um outro árbitro, José Pratas, a quem coube dirigir em 1992 uma final da Supertaça entre o Benfica e o FC Porto, em Coimbra.
O público nas bancadas e os espectadores que seguiram o jogo pela televisão ficaram com a ideia de que José Pratas foi perseguido ao longo do campo pela equipa do FC Porto depois de ter validado um golo ao Benfica, apontado por Isaías.
Foi-nos explicado, há 18 anos, que a cena não passara de uma ilusão de óptica. Pratas nunca na vida andara a fugir da equipa do FC Porto e, por essa razão, não havia que advertir disciplinarmente nem expulsar ninguém. (ahahahahaah!)
José Pratas demorou, demorou mas veio, por fim, esclarecer-nos a todos. “Não foi uma fuga, foi uma reacção natural de quem se sente atacado e ameaçado. Devia ter acabado com o jogo por insubordinação da equipa do FC Porto”, disse a “A Bola” nesta quinta-feira. É capaz de ter razão. E o Benfica, se calhar, devia ter mais uma Supertaça no seu palmarés.
O clube do Calabore, dos padres, dos meninos queridos, dos vouchers, dos tuneis, do nojo dos emails, acorda ignorante
EliminarRelatórios da PJ
Eliminar"Interessante reler os relatórios dos inspectores da Polícia Judiciária durante aquele que ficou conhecido como Processo Apito Dourado. Na mesma época, três árbitros em meninos-bonitos para o clube do costume e garantiam, resultados convenientes.
Diz uma velha pilhéria que, passeando um belo dia pelo Chiado, Cesário Verde, ouviu a seguinte provocação: 'Lá vai o Cesário Vermelho!'
Teve resposta na ponta da língua: 'Lá vai o troca-tintas!'
Quando alguém resolve escrever um livro chamado Polvo Encarnado, além de ter obrigação de o escrever sem erros de ortografia e sintaxe, que são às dezenas, deveria ter cuidado de não se transformar num troca-tintas.
Mas cada um se enfia nos buracos que lhe apetece, como está bem de ver.
Quando se fala em polvos no futebol português, vale a pena perder algum tempo a estudar aquele que ficou conhecido como Processo Apito Dourado.
É prestar atenção à investigação feita, mesmo que certas manigâncias de pormenor tenham empurrado as decisões judiciais para becos sem saída, sempre tão convenientes para determinados magistrados que gostam de assistir a jogos nos camarotes presidenciais e num desses camarotes em particular.
Vamos, hoje, trazer às memórias mais esquecidas certas conversas escutadas entre o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e Pinto de Sousa, nas quais, segundo os inspectores da Polícia Judiciária, foi claro o entendimento entre ambos sobre qual seria o melhor árbitro para dirigir a final da Taça de Portugal da época 2002/2003 que opôs o FC Porto à União Leiria.
Perante a clareza dessas escutas, os investigadores ficaram com a certeza de que quem de facto nomeara o árbitro Pedro Henriques para essa final fora Pinto da Costa, exercendo a influência que detinha sobre o presidente do Conselho de Arbitragem da FPF. Uma escolha que valeu mesmo, como se pode ver pela leitura das sessões de conversações, a manipulação da classificação dos árbitros de forma a que Pedro Henriques pudesse ocupar uma posição 'nomeável', já que é prática serem escolhidos para a final da Taça de Portugal os árbitros mais bem classificados no final de cada época.
Não ficou por aqui...
As escutas continuam aí para que não queiram fazer-lhe ouvidos moucos.
Em Agosto desse ano, no início da época seguinte, e para o jogo da Supertaça que punha frente a frente, de novo, FC Porto e União Leiria, vencedor e finalista vencido da última Taça de Portugal, o processo repetiu-se, sendo agora o árbitro Pedro Proença o favorito do presidente do FC Porto para dirigir o referido encontro. Pedro Proença viria a estar em foco pelos piores motivos ao validar o golo da vitória (1-0) do FC Porto num lance muito polémico no qual Costinha carregou o guarda-redes leiriense Helton.
Também já no decorrer dessa época, o percurso do FC Porto na Taça de Portugal foi considerado suspeito pelos investigadores. Veja-se o que reporta um relatório intercalar da responsabilidade do inspector Casimiro Simões em relação à matéria.
EliminarFC Porto - Maia (17/12/2003): «Este jogo, da 5.ª eliminatória, foi arbitrado por Nuno Almeida, da Associação de Futebol do Algarve. O presidente do Conselho de Arbitragem escolheu este árbitro depois de auscultar o presidente do Futebol Clube do Porto. De facto, Pinto da Costa deu o seu aval à nomeação, referindo-se a Nuno Almeida como sendo 'um bom árbitro'. O nome de um dos árbitros assistentes, Paulo Januário, foi também escolhido de comum acordo com Pinto da Costa. O dirigente portista até acrescentou: 'Está bem, ajuda!' O FC Porto venceu por 3-0».
Rio Ave - FC Porto (11/2/2004): «A contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal, realizou-se este jogo que foi arbitrado por Martins dos Santos, auxiliado por António Perdigão e António Neiva.
Na véspera do jogo, Adriano Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto, ligou para o árbitro Martins dos Santos e de forma algo 'encapotada' averiguou se Martins dos Santos estaria preparado para beneficiar o FC Porto (...) Martins dos Santos tranquilizou Adriano Pinto: 'Diga aos nossos amigos que... o senhor para mim é como um pai, e, como tal, eu não me esqueço... (...)'»
Fica ainda a ideia de que Martins dos Santos foi nomeado para a inauguração do Estádio do Dragão (a 16/11/2003) como prémio de anteriores benefícios ao Futebol Clube do Porto. De facto, nas vésperas da inauguração do estádio, segundo Adriano Pinto, os dirigentes do Futebol Clube do Porto teriam eventualmente pensado num árbitro para arbitrar o jogo inaugural. No entanto, alegadamente, teria sido Adriano Pinto a chamar os dirigentes portistas à razão e, com 'justiça', pedir que fosse Martins dos Santos a inaugurar o estádio: «A certa altura eu zanguei-me, porque não queriam... deixar o senhor inaugurar o campo. (...) Tive de dar um murro na mesa para voltar a ser você (...) Eu sou contra a ingratidão, você sabe bem disso...»
O FC Porto venceu a partida por 2-1.
Após o jogo, Lourenço Pinto, advogado e amigo de Pinto da Costa, foi jantar com o árbitro Martins dos Santos. Pinto da Costa, sabendo que Lourenço Pinto estava com Martins dos Santos, ligou ao advogado para soltar uma 'piada' sobre a actuação do árbitro, uma 'piada' em que Pinto da Costa deu a entender que estaria à espera que a sua equipa fosse beneficiada: «Esse senhor, hoje, devia ter marcado quatro penalties a nosso favor...»
No dia seguinte ao jogo, Martins dos Santos esteve a falar com Carlos Carvalho, da Associação de Futebol do Porto. A propósito da sua pontuação nesse jogo, Martins dos Santos soltou o seguinte desabafo: «O que eu queria era que me corresse bem o jogo... (...) Que me corresse bem e que ganhasse quem ganhou.»
Nestas coisas de polvos, é bom ter memória.
Haverá sempre alguém pronto a recordar momentos que deveriam ter ficado como exemplo do que é controlar um edifício como o do futebol.
Cá estaremos para que não caiam no esquecimento..."
Afonso de Melo, in O Benfica
NÃO DEIXEM FUGIR ESTE EXCELENTE GESTOR:
ResponderEliminarCV de Bruno de Carvalho
O brilhante curriculo de um filho da puta de um drogado e criminoso que teve de fugir de fornecedores que, de arma na mão, queriam limpar-lhe o sebo!!
Nome Completo: Bruno Miguel Azevedo Gaspar de Carvalho (NIF: 202286983)
Registo Empresarial:
- GLOBAL TRUST - CONTABILIDADE E SERVIÇOS DE GESTÃO, LDA (508039827) - Dissolvida
- BRILHANTE PLATEIA, LDA (509021611) - Constituída em 09/2011 e encerrada em 12/2011
- POLIBUILD - CONSTRUÇÃO CIVIL, LDA (505441470) - Foi destituído da gerência em 2010/01/18
- SOLUÇÕES ATELIER - CARPINTARIA MECÂNICA E REMODELAÇÕES GLOBAIS, LDA (504821563) - Insolvência
- FULL BALANCE - CLÍNICA DE SAÚDE E BEM ESTAR, LDA (508039819) - Dissolvida administrativamente
- BRUNO CARVALHO II, REVESTIMENTOS, SOLUÇÕES DE INTERIOR E REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS, LDA (508090261) - Dissolvida (não aparece no site das publicações)
Coincidência por nome de Liquidatário Bruno Miguel Azevedo Gaspar de Carvalho - Lisboa
- SOCCER FANS - ACADEMIA DE FUTEBOL, UNIPESSOAL, LDA (508904897) - Dissolvida
Coincidência por nome de Sócio-Gerente Bruno Miguel Azevedo Gaspar de Carvalho
- SOLUÇÕES ATELIER - SOLUÇÕES DE INTERIOR E REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS, LDA (508837073) - Em funcionamento!!! Capital Social: 5.000,00 Euros
De momento não tem mesmo qualquer empresa. Faliu tudo. Tudo!
NÃO DEIXEM FUGIR ESTE GESTOR
EliminarEle é tão nojento, que coloca cláusulas aquando da rescisão dos contratos para não permitir que as pessoas contem o que lá se passa.
Aldrabão e não só aquele que o retira definitivamente da lista de simples aldrabão para alguém com problemas muito mais graves é o episódio em que leva o “xanato” à oficina quando já sabia de antemão não ter pilim para poder pagar o arranjo. Nenhum simples vigaristazeco que ainda habita o mundo real manda arranjar um carro quando não tem dinheiro para pagar o arranjo. Quanto muito tenta enrolar a oficina nos prazos de pagamento. Já num mundo paralelo é muito fácil confundir coragem com irresponsabilidade. “Coragem” para na hora de levantar o carro aproveitar a voltinha de experimentação, danificar ele próprio a pintura e ainda tentar sair por cima com alguma indemnização. Quantas vezes já tentou algo de muito similar no Sporting? Pois é...
“O vigarista tem dívidas a empresas há vários anos, algumas delas tentaram fazer-lhe a folha, tem dívidas ao Estado há vários anos, tem um carro de uma sua empresa bloqueado no parque do estádio por falta de pagamento há mais de dois anos, os fornecedores do clube têm dívidas acumuladas, nem sequer havia dinheiro para adquirir material básico de treino, foi a chorar para a FIFA com as chaves na mão a dizer que não tinha dinheiro para pagar, e você que se fosse obrigado a pagar, tinha que entregar as chaves.
Teve que vender um jogador á pressa porque não tinha dinheiro para pagar as dívidas.
Os bancos e outros que tinham sido denegridos por ti e outros como tu é que têm injectado dinheiro, se não já o cabecilha estava á frente da fundação, que é uma garagem com uma funcionária e um telemóvel e andava a fugir a quem deve pois já não teria os seguranças do clube a defendê-lo das vigarices que fez.
Carta Aberta ao Sr. Presidente do Conselho de Justiça da FPF, Juiz Conselheiro Manuel Santos Serra.
EliminarO Caso Slimani
Senhor Presidente,
Escrevo na qualidade de Vogal do Conselho de Disciplina, Secção Não Profissional da FPF, qualidade que perderei hoje ao final do dia, quando toma posse o novo Conselho de Disciplina da FPF.
Faço questão de escrever ainda na qualidade de dirigente deportivo, justamente para que, na eventualidade de alguém ligado ao movimento federativo se sentir atingido pelas minhas palavras, poder accionar-se querendo na Justiça Desportiva.
Esta minha carta tem a ver com a deliberação propriamente dita em 2/6/2016 pelo CJ da FPF no âmbito do Processo nº 14-CJ-2015/16 em que é recorrente o SLB Futebol SAD e Contra intessados a SCP SAD e o seu jogador Islam Slimani.
Quanto ao termo da deliberação propriamente dita, proferida no referido Processo nada direi a não ser que me surpreende o facto do CJ lncluir pela inexistência de intenção de agredir por parte de Islam Slimani, não onbstante considerar“O embate do braço direito do jogador arguido Islam Slimani na nuca do Jogador Andrea Samaris, com violência, põe em risco a integridade física deste jogador, já que é facto notório que embates violentos nessa parte do corpo têm potencialidades para provocar lesões cervicais”: e, “jogador André Samaris ter alargado os braços com o intuido de obstruir o acesso ao jogador arguido Islam Slimani à bola que estava em posse do jogador Pizzi”.
Porém, a questão de fundo desta minha carta prende-se com o facto de constar daquela deliberação, que o Acórdão proferido pelo CJ em 8/4/2016 no âmbito do Processo disciplinar nº 53/2017/16, que absolveu Islam Slimani, havia colhido unanimidade.
Ora, como é sabido, e resulta dos autos, dos 7 membros que compõem o Conselho de Disciplina, um houve que votou vendido: EU!
Vote de vencido aliás que em meu entender viria a funcionar como causa próxima para a minha não inclusão na lista de 20/04/2016 encabeçada pelo Dr. Fernando Gomes e candidato aos órgãos sociais da FPF.
Não fosse o caso de estar perante um processo com contornos nunca por mim antes vistos, e a minha carreira de dirigente já vai longa: 1994/2006, como Presidente da Direcção da AF de Évora e 2006/16 como vogal do CD da FPF e esta carta nunca seria escrita.
Acontece que a deliberação do CD de 8/4/2016 é para mim, e penso que para a esmagadora maioria dos portugueses, mesmo daqueles que de futebol nada percebem ou querem perceber, um verdadeiro escândalo, e nesta medida, a referência à unanimidade contstante do acórdão do CJ é insuportável.
Calar este facto seria uma autoflagelação a juntar a vários desapontamentos sofridos longo do precedimento disciplinar de que me ocupo.
Procedimento disciplinar que me permite afirmar o seguinte:
Eliminar- Na reunião do CD de 27/11/2015, o preocedimento disciplinar iniciou-se por um Processo de averiguações quando era manifesto que nada havia para averiguar,norespeitante à participação apresentada pelos SLB SAD em 24/11/2105.
Na reunião de 24/11/2015 do CD o precedimento disciplinar só não se iniciou por um Processo Sumário o que, teria permitido ter uma decisão em 15 dias, porque não foi essa a orientação defendida quer pela direcção jurídica da FPF quer pela maioria do CD tendo o meu argumento merecido o apoio de um Conselheiro, tal como eu, oriundo da lista do Dr. Carlos Maia.
À luz das leis e regulamentos que regem a Justiça desportiva na FPF, é por demais evidente que a solução proposta pelo relator do Acórdão de 8/4/2016 (magistrado Jubilado que transitou da Liga para a FPF) é tudo menos uma decisão baseada na lei e no Regulamentos. É antes uma deliberação de política desportiva determinada por “atendismos”. É uma deliberação com suja proposta o Conselho de Disciplina foi contfrontado de supetçao, em violação das normas constantes do Regimento do Conselho;
A forma como o procedimento disciplinar evoluiu desde 27/11/2015 até 2/6/2016 (data do seu términus) não salvaguardou entre os outros princípios o da integridade da competição e da transparência de procedimentos.
O CD e o CJ foram e continuam a ser achincalhados por alguns dirigentes com interesse no processo sem que a mais alta figura do futebol Português (Presidente da FPF) diga o que quer que seja, sendo caso para dizer que falta liderança onde sobra gestão!
EliminarA FF é detentora do Estatuto de utlidade Pública desportiva estando, por isso sujeita a imperativos de natureza pública e à tutela inspectiva da Administrçaão Publica Desportiva.
O que se passou no processo disciplinar nº 53-2015/16 é demasido grave para que, no espaço público, nos fiquemos pela ideia de que o que aconteceu neste processo disciplinar foi apenas e tão só, aquilo que há dias ouvia a um comentador desportivo: “temos de dar desconto, porque são desiões de senhores que nada percebem defutbeol, poqie amaioria deses são juizes”:
Aceite os meus cumprimentos.
Domingos Cordeiro.
O “Riscas Brancas”
Eliminar«A Organização Mundial de Saúde considerou há pouco tempo o vicio dos jogos como uma doença. Uma entre outras dos tempos modernos.
A utilização de consolas de jogos, fenómeno com pouco mais de duas décadas, foi e ainda é, um problema transversal à sociedade ocidental, afectando maioritariamente crianças e adolescentes.
Em tempos mais recentes, a utilização das redes sociais ganhou proporções gigantescas, atingindo uma camada de população com idade também superior. A utilização das mesma não encerra em si nada de pejorativo, é um meio de comunicarmos como outro qualquer, e à velocidade instantânea. Não pretendo correr o "risco" de fazer uma critica directa e contraditória da sua utilização. Para tudo há um tempo, e também eu recorro algumas vezes às mesmas para emitir opinião e/ou comunicar com amigos ou desconhecidos. Nada contra.
Viajemos no tempo até 2011, para chegarmos ao "cherne" da questão: Em 2011, um perfeito desconhecido do desporto em Portugal e no Sporting, aparece como alternativa à continuação daquilo a que se denominava o "projecto Roquette". Bruno Miguel, até então um desconhecido e pequeno empresário do ramo da construção civil, com apenas um funcionário, Luís Ferrão (hoje funcionário do Sporting), sem trabalho (basta ver o site da sua antiga empresa, Soluções Atelier) aparece como um fenómeno das redes sociais, em particular no Facebook. Presidente de uma Fundação que lhe colocava pão na mesa, a mesma viria a ser encerrada pouco depois de assumir a presidência do Clube. Para quem dizia à boca cheia que movimentava centenas de crianças, no mínimo, não lhe ficou bem o abandono das mesmas, nem o manchar do nome Aragão Pinto, cujo filho parece ser hoje alguém ligado a transferências de jogadores, daí, provavelmente, o seu silêncio.
Sejamos claros, Bruno Miguel é um viciado, também em redes sociais, em particular no Facebook. Já tentou várias curas, mas tem sempre recaídas e não resiste.
Ainda em 2011, Bruno Miguel começa a utilizar contas e perfis falsos para espalhar a sua "magia". Quem não se lembra do "Ricardo Cardoso",desaparecido desde as eleições de 2013, de "Bruno Gimenez (ou será Marioni)"?
Nós lembra-mo-nos muito bem. Não nos deu nenhuma "branca". Corremos o "risco" de errar, mas a memória ainda não está má. Mente sã e limpa, até ver.
"Bruno Gimenez Ricardo Cardoso de Carvalho", iniciou esta sexta-feira, após um empate (apenas um empate) da equipa sénior de futebol em Setúbal. Agora responde a adeptos que mostram algum descontentamento por uma exibição, ou pela sua excessiva (problema dele) exposição. Adeptos esses, que lhe pagam o ordenado que em 2011 não fazia ideia do que era. Responde com insultos, com má educação, com o desespero de quem é inseguro e sabe que depende dos resultados, como todos os presidentes que por ali passaram. Nem mais, nem menos. Mais uma "branca" que teve, ele que depois da derrota em Guimarães fez o que fez...
Mas mais, como uma criançola de estatuto médio, para além de insultar, desafia os sócios descontentes a duelos ao vivo na Assembleia Geral de dia 3 de Fevereiro.
EliminarSobre as Assembleias Gerais, tenho a dizer o seguinte: servem as mesmas para apresentar fundos russos que desapareceram em 2013, ou anunciar um investidor americano de 70 milhões de dólares, que mais tarde se descobriu serem falsos? É esse o conceito de Assembleia Geral para Bruno Miguel?
Ou quer silenciar quem com ele discorda, convocando os mesmos a quem mandava fazer umas chamadas telefónicas para sócios descontentes, servirem, mais uma vez, de guarda pretoriana?
Quem é Bruno Miguel para apelidar alguém de "cobarde"? O mesmo que em cinco anos esteve numa Assembleia Geral da Liga por 10 minutos, saído vergado a uma derrota com o rabo entre as pernas?
O mesmo que espicaça adversários e fica em casa ou marcha em cortejos folclóricos com protecção policial para os estádios adversários?
Quem preside às Assembleias Gerais não acha este comportamento degradante, alvo, no mínimo, de uma chamada de atenção, ou é apenas mais um pau mandado?
Quantas Assembleias o Bruno Miguel esteve antes de 2011? Ou está cansado de "vender peixe" para pouco mais de cem associados? Acha mesmo que alguém com dois dedos de testa está para aturar a sua verborreia e incontinência verbal, insultando tudo e todos?
Bruno Miguel depende do Sporting para viver, fazendo o seu pé de meia para o "day after", "day after" que quer que seja o mais distante possível. É que depois não há mais nada...
E não se esqueça de que há gente bem resolvida na vida, que, para já, não quer chafurdar no lodo por si criado. Isso é bom para os que dependem do Clube para matar a fome. Mas, tudo a seu tempo».
PARA LEMBRAR AO LAÇPIURSO DAS 15.40 QUE ESCREVE SOBRE O AD, tenho a lembrar-lhe que o seu querido presidente ORELHAS ladrão de camiões, foi apanhado nas escutas do AD e que quem o safou foi a procuradora Maria José Morgado, se calhar porque o seu falecido marido era na altura sócio dele.
EliminarMAIS: o tão conhecido João Rodrigues (apanhado na operação LEX) confessou ao Juiz de Gondomar, que sim senhor, o LFV lhe tinha pedido por várias vezes parta falar com os árbitros. Isto está tudo mencionado no relatório que fez na altura a PJ...e que foi posto de lado, sabe-se agora bem porquê, pois a rede da máfia vermelha já estava a funcionar junto da justiça.
O clube que tem adeptos que agridem em pleno jogo um fiscal-de-linha e se ficam por uma multa de 2000 euros. Curioso que após esse aperto a equipa de arbitragem se enganasse e favorecesse a equipa da casa, mas como o árbitro não se "sentiu" coagido não há azar, se tivesse escrito a verdade no relatório, agora estariam a lutar na justiça para não descer ao campeonato nacional, mas o céu a seu tempo. O melhor está para vir
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