O novo presidente do Santos, José Carlos Peres, garante que não vai dar mais do que tem por Gabriel Barbosa, avançado emprestado ao Benfica, pelo Inter de Milão, e que poderá deixar a Luz em Janeiro.
O avançado brasileiro, de 21 anos, teve a sua génese futebolística na Vila Belmiro, que o viu partir, no início da temporada passada, por 29,5 milhões de euros, para Itália. Desde então, Gabigol deixou de brilhar.
O Santos sonha com o regresso do avançado, que está sem espaço no Benfica, no entanto, o novo presidente recusa-se a entrar em loucuras para tê-lo de volta: "A questão é o valor. Ele ganha cerca de 300 mil euros por mês e mesmo metade já fica fora da nossa capacidade."
"Falei com o pai dele e ele sabe quanto podemos pagar. Oferecemo-nos para ficar com um reserva do Inter, desvalorizado. Eles é que têm de pagar por isso, porque nós não vamos ganhar nada no futuro. Não vou estourar o tecto do Santos por ele, nem por ninguém", sublinhou José Carlos Peres, em entrevista ao "Globoesporte".
Gabigol leva dois golos na última temporada e meia: um pelo Inter e outro pelo Benfica, frente ao Olhanense, para a Taça de Portugal.
O jornal Super Deporte avança nesta quinta-feira que Seydou Doumbia é hipótese para o Levante. Segundo o jornal sediado em Valência, o clube da Liga espanhola pretende fazer algumas correções no plantel e uma delas passa por atacar a contratação do avançado costa-marfinense já em janeiro.
Recorde-se que Doumbia chegou ao Sporting por empréstimo da Roma, mas os leões acionaram pouco depois a opção de compra com contrato até 2020.
O jogador, de 29 anos, tem sido poucas vezes opção inicial para Jorge Jesus. Soma apenas 495 minutos materializados em 14 jogos e cinco golos, três deles na receção desta quarta-feira ao Vilaverdense para a Taça de Portugal.
O Levante ocupa nesta altura o 15.º lugar na Liga espanhola com 16 pontos, quatro acima da zona de despromoção.
Rui Rangel, antigo candidato à presidência do clube, acredita que há uma clara disfunção no Benfica entre o treinador e os seus jogadores. Depois da eliminação europeia, com seis derrotas em seis jogos, na fase de grupos da Liga dos Campeões, seguiu-se o afastamento nos "oitavos" da Taça de Portugal, aos pés do Rio Ave, por 3-2, após prolongamento.
No rescaldo da eliminação da Taça, Rui Rangel critica, na RR, o trabalho de Rui Vitória, apontando que o sistema táctico mudam com alguma regularidade, o que prejudica uma equipa "fragilizada":
"É evidente que a equipa está fragilizada. Os sistemas tácticos mudam permanentemente, é preciso criar alguma consistência nesse aspecto. E há alguma disfunção na relação entre treinador e jogadores, a saída do Pizzi no último jogo [Basileia] é o exemplo disso. Há coisas a serem revistas e que deixam preocupação. Não se pode mudar constantemente o sistema táctico e depois há alguns jogadores que não estão em forma. É preciso parar para pensar para que não se deixe fugir o 'penta'."
Rui Rangel, antigo candidato à presidência do clube, acredita que há uma clara disfunção no Benfica entre o treinador e os seus jogadores. Depois da eliminação europeia, com seis derrotas em seis jogos, na fase de grupos da Liga dos Campeões, seguiu-se o afastamento nos "oitavos" da Taça de Portugal, aos pés do Rio Ave, por 3-2, após prolongamento.
No rescaldo da eliminação da Taça, Rui Rangel critica, na RR, o trabalho de Rui Vitória, apontando que o sistema táctico mudam com alguma regularidade, o que prejudica uma equipa "fragilizada":
"É evidente que a equipa está fragilizada. Os sistemas tácticos mudam permanentemente, é preciso criar alguma consistência nesse aspecto. E há alguma disfunção na relação entre treinador e jogadores, a saída do Pizzi no último jogo [Basileia] é o exemplo disso. Há coisas a serem revistas e que deixam preocupação. Não se pode mudar constantemente o sistema táctico e depois há alguns jogadores que não estão em forma. É preciso parar para pensar para que não se deixe fugir o 'penta'."

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