André Carrillo, extremo cedido pelo Benfica ao Watford, promete lutar por merecer vestir a camisola encarnada em 2018/19. Ao contrário das notícias que surgiram ontem em Inglaterra, o peruano tem o objectivo de regressar à Luz.
"Tive de sair em busca de mais minutos de jogo, mas tenho as melhores recordações do Benfica, ao qual regressarei na próxima temporada com mais experiência. Espero fazer uma boa época no Watford e demonstrar todo o meu potencial para merecer nova oportunidade no Benfica, clube que apostou em mim após a saída do Sporting.
Estou muito agradecido por isso", disse o peruano ao jornal O Jogo, assumindo de seguida o seu benfiquismo.
Estou muito agradecido por isso", disse o peruano ao jornal O Jogo, assumindo de seguida o seu benfiquismo.
"Sou mais um adepto do Benfica e sempre o serei. Foi um clube que me acolheu num momento complicado da minha carreira", justifica o jogador, acreditando que os encarnados vão dar a volta por cima nesta atual crise de resultados.
"O Benfica vai recompor-se do arranque que teve e terminar ganhando mais um campeonato porque tem um plantel riquíssimo, além de um enorme historial no futebol português. O domínio que o Benfica conseguiu ter ao longo dos últimos anos comprova que é um verdadeiro grande clube europeu, o maior clube de Portugal", defende Carrillo.
As vontades do FC Porto e de Ricardo começam a convergir em direção ao desfecho mais desejado. Segundo O Jogo, as duas partes intensificaram recentemente as conversas para a renovação do contrato do lateral-direito, depois da azáfama do mercado de transferências, que encerrou a 31 de agosto, e já atiraram para cima da mesa alguns dos números que pretendem ver contemplados no novo contrato. O internacional português deseja ser recompensado pelo estatuto de que goza atualmente no plantel, depois de duas temporadas de empréstimo ao Nice, que o colocaram no radar de clubes com outra capacidade financeira, enquanto a SAD pretende atá-lo com uma cláusula de rescisão mais elevada do que a atual, fixada nos 37,5 milhões de euros. A chegada do presente pelo 24.º aniversário do internacional português, festejado ontem, está, por isso, para breve.
O processo de renovação de Ricardo, considerado como prioritário por parte dos portistas, apesar de o jogador ter contrato até 2019, está nas mãos de Pinto da Costa, que assumiu estes processos considerados prioritários, estando a analisar todos os dossiês juntamente com Luís Gonçalves. Além do de Ricardo, os de Aboubakar e Marcano também ainda não foram fechados, mas o prazo estipulado pelo responsável máximo da sociedade azul e branca para o fazer ainda está longe de expirar. Só a partir de 1 de janeiro é que o camaronês e o espanhol podem assinar um pré-acordo com outro clube e, até lá, os dragões esperam ver concluídas todas estas renovações.
Associado ao Tottenham e muito cobiçado pela Juventus durante o mercado de verão,
Ricardo permaneceu no plantel para se tornar num jogador imprescindível para Sérgio Conceição, que se rendeu às suas qualidades durante a passagem pelo campeonato francês.
O médio-ofensivo Paulinho está na mira do Sporting. Segundo O Jogo apurou, o jogador do Portimonense de 23 anos está a ser seguido com particular atenção pelos responsáveis leoninos, tendo em vista a sua eventual contratação. Em Alvalade, Paulinho é visto como um atleta capaz de desempenhar os postos ocupados por Battaglia – por força da presença de William Carvalho como médio-defensivo –, Bruno Fernandes ou Alan Ruiz, em caso de necessidade. Aliás, os olhos dos dirigentes leoninos estão sobre Paulinho por via da identificação de alternativas para a saída desejada de Alan Ruiz, algo que poderá acontecer em janeiro.
Desde a temporada transata que Paulinho se assumiu como uma das figuras da formação algarvia na caminhada que ditou o seu regresso ao primeiro escalão do futebol nacional, passando a figurar entre o lote de jogadores bem cotados em Alvalade, ao ponto de o Sporting ter procurado assegurar um direito de preferência sobre o atleta no último defeso. Tudo aconteceu no momento em que Portimonense e Sporting se sentaram à mesa para negociar a cedência por empréstimo do extremo cabo-verdiano Heldon. Os dirigentes leoninos apresentaram como contrapartida para a cedência a inclusão de um direito de preferência sobre o camisola 8 do Portimonense. Tal não foi possível devido à recusa de Heldon em ingressar no Portimonense (além do Marítimo, outro interessado), em detrimento do Vitória de Guimarães.
Refira-se que Paulinho, que em Portugal já representou Beira-Mar e Farense, depois de cerca de dois anos em Espanha, tem um vínculo laboral válido até 2022. O criativo esquerdino, formado no Bahia, possui ainda uma cláusula de rescisão de 20 milhões de euros no contrato que foi renovado em setembro último.
Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, dá este sábado uma entrevista ao jornal Record. O dirigente entre outros assuntos deixa claro que não há aliança com o FC Porto e que Bruno de Carvalho é perseguido. Nuno Saraiva fala ainda do 'Polvo'...
"Não há qualquer aliança [com o FC Porto]. Houve uma normalização de relações. Esperamos que tudo o que está a acontecer hoje no futebol português não seja apenas fruto de uma conjuntura. Nós vamos estar onde sempre estivemos. Esperemos que outros tenham a mesma posição que nós...Essa foi uma tentativa da propaganda do Benfica de menorizar o que aconteceu, dizendo que era uma frente anti-Benfica. A única coisa que me interessa no Benfica é saber se o polvo existe, e já percebemos que existe, e como é que se pode acabar com ele, se tem solução", começou por dizer Nuno Saraiva.
"Se há uma estratégia de comunicação conjunta com o FC Porto? Não. Eu penso pela minha própria cabeça. O presidente do Sporting CP pensa pela sua. Não sei se todos se podem gabar do mesmo", insistiu.
Nuno Saraiva comentou ainda o facto de ver o líder leonino, Bruno de Carvalho, ser perseguido por tudo o que faz.
"O presidente já lamentou o facto de alguns sportinguistas perderem tempo com o acessório. Alguém no seu perfeito juízo pode considerar normal os 18 meses de castigo, esta tentativa de silenciamento permanente do presidente do Sporting ? E nós ficamos a discutir se ele vai de fato ou não, se é mais ou menos gráfico no modo como se expressa? Pelo amor de Deus. Importante, na minha modestíssima opinião, é termos consciência de que o Sporting está sob ataque. E este presidente em particular está sob ataque", acrescentou.
Luís Bernardo, director de comunicação do Benfica, não ficou sem resposta sobre alguns temas, em especial por ter afirmado que "os principais responsáveis por esta ação concertada de calúnias, insinuações e coação sobre os árbitros são Bruno de Carvalho e Pinto da Costa".
"É preciso ter uma grande lata para vir acusar o presidente do Sporting de coação, calúnia e difamação sobre os árbitros ou sobre quem quer que seja. Coação é ter informação e fotografias sobre a vida íntima dos árbitros, monitorizar as mensagens privadas do presidente da Federação, encomendar a revisão de notas ou compactuar com a existência de claques ilegais. É preciso não ter vergonha na cara para vir falar de coação quando se tem este cadastro. E se dúvidas houvesse, na última assembleia geral do Benfica ficámos de uma vez por todas esclarecidos sobre a autenticidade dos emails que têm vindo a ser tornados públicos. Luís Filipe Vieira confirmou definitivamente a autenticidade de todos aqueles emails de que nós temos vindo a ter conhecimento. Como assim? Porque Luís Filipe Vieira assumiu que a troca de emails existiu. O que foi dito é que os emails foram obtidos de forma ilegal, não que foram manipulados, truncados ou forjados. Não me parece que haja nenhuma dúvida sobre a veracidade de toda esta documentação. E, sobretudo, não creio que a Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária se debruçasse sobre um assunto que não tivesse o mínimo de sustentação e de verdade", contra-atacou Nuno Saraiva, afirmando ainda que o Benfica pode ter tirado vantagem desportiva daquela alegada rede de contactos.
"Isso parece-me evidente. Aliás, defendi e continuo a defender que, se tudo isto vier a ser comprovado no plano judicial e se houver coragem, deveríamos ponderar seriamente em cumprir os regulamentos desportivos, que preveem perda de pontos, descida de divisão e retirada de títulos. Para nós até era fácil reclamar alguns desses títulos. Mas não queremos que sejam entregues a ninguém".
Sobre a notícia da revista ‘Sábado’ que um juiz, Jorge Marques Antunes, recusou autorizar a Polícia Judiciária a fazer buscas no âmbito do caso dos emails, Nuno Saraiva respondeu assim: "Espero que seja apenas um pequeno percalço. E que, ao contrário do que aconteceu em 2009, com as claques ilegais, o processo não fique esquecido numa gaveta e arquivado. Isso seria, de facto, altamente preocupante. Dito isto, era muito importante que houvesse aqui um esclarecimento público e até uma investigação por parte do Conselho Superior da Magistratura, que é quem tem poder para atuar e avaliar os atos cometidos pelos juízes. Por que razão é que um juiz terá criado a perceção e a expectativa na procuradora do Ministério Público titular do processo de que validaria todas as diligências que fossem consideradas necessárias e, de repente, mudou de opinião? Há matéria que exige um esclarecimento. Por que razão é que se argumenta, para defender a decisão que se tomou, com a tal alegada obtenção ilícita destes emails, quando o pedido para a realização das buscas que foram indeferidas resulta da recolha posterior de depoimentos que, segundo a revista ‘Sábado’, não só corroborava o que estava nos emails como acrescentava informação relevante? Se não houvesse o mínimo de verdade em tudo isto, tenho a certeza que a PJ não iria perder tempo a investigar, como está a investigar".
Nuno Saraiva concluiu ainda a falar do processo dos vouchers. "Apesar de a justiça desportiva e das diversas instâncias do futebol português se terem apressado a arquivar, a justiça criminal felizmente continua a investigar, sem medo. É um processo que está em segredo de justiça. Aquilo que sabemos é que há de estar para muito breve uma decisão relativamente a este tema", concluiu.
Luís Bernardo, director de comunicação do Benfica, não ficou sem resposta sobre alguns temas, em especial por ter afirmado que "os principais responsáveis por esta ação concertada de calúnias, insinuações e coação sobre os árbitros são Bruno de Carvalho e Pinto da Costa".
"É preciso ter uma grande lata para vir acusar o presidente do Sporting de coação, calúnia e difamação sobre os árbitros ou sobre quem quer que seja. Coação é ter informação e fotografias sobre a vida íntima dos árbitros, monitorizar as mensagens privadas do presidente da Federação, encomendar a revisão de notas ou compactuar com a existência de claques ilegais. É preciso não ter vergonha na cara para vir falar de coação quando se tem este cadastro. E se dúvidas houvesse, na última assembleia geral do Benfica ficámos de uma vez por todas esclarecidos sobre a autenticidade dos emails que têm vindo a ser tornados públicos. Luís Filipe Vieira confirmou definitivamente a autenticidade de todos aqueles emails de que nós temos vindo a ter conhecimento. Como assim? Porque Luís Filipe Vieira assumiu que a troca de emails existiu. O que foi dito é que os emails foram obtidos de forma ilegal, não que foram manipulados, truncados ou forjados. Não me parece que haja nenhuma dúvida sobre a veracidade de toda esta documentação. E, sobretudo, não creio que a Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária se debruçasse sobre um assunto que não tivesse o mínimo de sustentação e de verdade", contra-atacou Nuno Saraiva, afirmando ainda que o Benfica pode ter tirado vantagem desportiva daquela alegada rede de contactos.
"Isso parece-me evidente. Aliás, defendi e continuo a defender que, se tudo isto vier a ser comprovado no plano judicial e se houver coragem, deveríamos ponderar seriamente em cumprir os regulamentos desportivos, que preveem perda de pontos, descida de divisão e retirada de títulos. Para nós até era fácil reclamar alguns desses títulos. Mas não queremos que sejam entregues a ninguém".
Sobre a notícia da revista ‘Sábado’ que um juiz, Jorge Marques Antunes, recusou autorizar a Polícia Judiciária a fazer buscas no âmbito do caso dos emails, Nuno Saraiva respondeu assim: "Espero que seja apenas um pequeno percalço. E que, ao contrário do que aconteceu em 2009, com as claques ilegais, o processo não fique esquecido numa gaveta e arquivado. Isso seria, de facto, altamente preocupante. Dito isto, era muito importante que houvesse aqui um esclarecimento público e até uma investigação por parte do Conselho Superior da Magistratura, que é quem tem poder para atuar e avaliar os atos cometidos pelos juízes. Por que razão é que um juiz terá criado a perceção e a expectativa na procuradora do Ministério Público titular do processo de que validaria todas as diligências que fossem consideradas necessárias e, de repente, mudou de opinião? Há matéria que exige um esclarecimento. Por que razão é que se argumenta, para defender a decisão que se tomou, com a tal alegada obtenção ilícita destes emails, quando o pedido para a realização das buscas que foram indeferidas resulta da recolha posterior de depoimentos que, segundo a revista ‘Sábado’, não só corroborava o que estava nos emails como acrescentava informação relevante? Se não houvesse o mínimo de verdade em tudo isto, tenho a certeza que a PJ não iria perder tempo a investigar, como está a investigar".
Nuno Saraiva concluiu ainda a falar do processo dos vouchers. "Apesar de a justiça desportiva e das diversas instâncias do futebol português se terem apressado a arquivar, a justiça criminal felizmente continua a investigar, sem medo. É um processo que está em segredo de justiça. Aquilo que sabemos é que há de estar para muito breve uma decisão relativamente a este tema", concluiu.

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