31 outubro 2017

O alvo de mercado do Sporting; Barça e City podem 'atacar' em Munique; O plano para retirar o PSG das provas da UEFA

O argentino 'Diario Hoy' revela esta segunda-feira que emissários do Sporting têm acompanhado de perto as atuações do guarda-redes Alexis Martín Arias, do Gimnasia La Plata. De acordo com aquela publicação, a mais recente observação deu-se na madrugada de sábado, no duelo diante do Vélez Sarsfield, no qual o guardião, de 25 anos, manteve a sua baliza a zeros.
Avaliado em 1,5 milhões de euros, o guarda-redes tem contrato com o clube de La Plata até 2020, estando igualmente na agenda de PSV e Colónia.

Joshua Kimmich, defesa do Bayern Munique, está na lista de potenciais alvos para o Manchester City e para o Barcelona. Segundo a avança o jornal espanhol Sport, os dois 'tubarões europeus' estariam dispostos a pagar 50 milhões de euros para garantir o concurso do jogador alemão.
Se Kimmich escolhesse o Manchester City, iria reencontrar-se com Pep Guardiola, técnico espanhol que apostou no jogador pela primeira vez, quando ainda estava no emblema germânico.
Por outro lado, a versatilidade do defesa alemão, que pode jogar na defesa e no meio-campo podia ser algo que agradasse ao Barcelona e poderia abrir-lhe as portas da titularidade.
Recorde-se que Kimmich foi apontado ao Manchester City nos últimos mercados de transferência, pois não estava satisfeito com os minutos dados por Carlo Ancelotti. No entanto, a chegada de Jupp Heynckes parece ter agradado mais ao atleta.
Joshua Kimmich, de 23 anos, chegou ao Bayern Munique em 2015/2016, proveiente do Leipzig. Esta temporada, já realizou 16 partidas ao serviço do clube 'bávaro', marcando três golos.

Continua a ´guerra` entre a Liga Espanhola e o Paris Saint-Germain. O organismo que rege o futebol espanhol foi muito crítico contra o emblema francês por causa da transferência de Neymar do Barcelona para o PSG e parece não ficar por aqui na sua luta contra o riquíssimo emblema parisiense.
Escreve o jornal francês ´L´Equipe` esta segunda-feira, citado pela ´Marca`, que a Liga Espanhola pretende excluir o PSG da Liga dos Campeões, depois de uma queixa apresentada em agosto de 2017 por Javier Tebas, presidente de La Liga, junto da UEFA. Além da queixa, Tebas apresentou um estudo onde pretende demonstrar que o clube parisiense é financiado artificialmente pelo Estado do Qatar.
"Vimos que nos últimos cinco anos o PSG e o Manchester City foram os clubes que mais investiram. Como a sua receita real não lhes permite fazer esses investimentos, inventaram patrocinadores fictícios, vinculados aos Estados, com valores que não correspondem ao preço do mercado. Comparamos as receitas do PSG e Manchester City com as do Real Madrid, Barcelona, Manchester United e Bayern Munique e chegamos a conclusão que são superiores. No PSG as receitas estão relacionadas direta ou indiretamente com o Estado do Qatar e são superiores as do Manchester United. O PSG faz batota economicamente", acusou Tebas, em entrevista ao ´L´Equipe`.
No trabalho do ´L´Equipe`, é publicado, de forma detalhada, todos os patrocínios do PSG, de várias empresas que são propriedades do Estado do Qatar. O montante arrecadado [foi de 344 milhões de euros em 2014] supera o de muitos colossos europeus, como o Manchester United (237 milhões), Real Madrid (224 milhões) e Barcelona (185 milhões de euros).
Já no que toca a direitos televisivos, o PSG tem menos receitas que o Real Madrid (142 dos merengues contra 47 dos franceses) e nos ´dias de jogo` recebe também menos (o Real recebe 121 milhões, o PSG 47).
A Liga Espanhola explica ainda que 73 por cento das receitas de patrocínio do PSG são provenientes do Estado do Qatar. Por isso o organismo que rege o futebol espanhol quer que a UEFA inicie ações contra o PSG por ´doping financeiro`. Além disso, Tebas não descarta levar o caso à União Europeia.
"Vamos esperar até ao final do ano para ver o que faz a UEFA. Se nada fizer, vamos apresentar uma queixa na União Europeia porque este sistema não pode continuar. O PSG está na Champions este ano. Não deviam estar a competir. Se, durante a época, descobrirmos que fizeram fraude, porque não afasta-los? Quando um ciclista é apanhado com doping, é imediatamente afastado da prova em que está. Acreditamos que devia haver controles antes do início das competições [da UEFA] e não depois. Porque se for depois, o dano já está feito", declarou Tebas.

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