O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) excluiu a abertura de um processo à inoperacionalidade no videoárbitro no jogo entre Aves e Benfica, por não ter relevância disciplinar.
O Conselho de Disciplina da FPF considera, segundo fonte citada pela Lusa, que a quebra de comunicações ocorrida no domingo, aos 66 minutos do encontro da I Liga, que o Benfica venceu por 3-1 no terreno do Aves, não tem relevância disciplinar.
Recorde-se que na segunda-feira, o Conselho de Arbitragem da FPF explicou que existiu uma quebra de comunicações entre o videoárbitro e a equipa de arbitragem, que se ficou a dever a uma anomalia na base de interligação, que permite o envio de sinal áudio da equipa de arbitragem para o centro de videoarbitragem.
Ainda de acordo com a explicação do Conselho de Arbitragem, após detetada a anomalia, a equipa técnica no centro de videoarbitragem procedeu a tentativas de recuperação do sistema de comunicações, designadamente reiniciando-o, sem sucesso, e, posteriormente, reconfigurando-o, igualmente sem resultados.
Perante isto, as comunicações ficaram comprometidas até ao final do jogo, sendo que os testes realizados após o encontro, que o Benfica venceu por 3-1, diagnosticaram que a falha se ficou a dever à base de interligação dos sistemas dos rádios utilizados pela equipa de arbitragem, liderada por Nuno Almeida, da associação do Algarve.
No domingo, o CA da FPF já tinha confirmado, na sua conta oficial do Twitter, a quebra de comunicações a partir dos 66 minutos do jogo, acrescentando que esta falha impediu o diálogo entre a equipa de videoarbitragem e a equipa de arbitragem no terreno.
Falha do VAR: FC Porto diz que não houve avaria da PT e insiste em inquérito. Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, referiu-se à falha no videoárbitro no Aves-Benfica.
"O videoárbitro é um progresso na forma como o jogo é analisado, veio trazer transparência, mas não pode haver interferências. Quem me garante que não houve alguém a carregar no botão do "mute" ou puxou um fio? Exige-se um inquérito independente para apurar o que realmente aconteceu. Nós, no FC Porto, temos a informação segura da PT de que do lado da empresa não houve qualquer problema. Era difícil deixar decorrer um inquérito? Vamos agora fingir que nada aconteceu, é isso que a federação quer e quando isso acontece levantam-se suspeitas", afirmou Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, referindo-se ao que sucedeu no Aves-Benfica, da jornada passada da I Liga.
O diretor portista criticou ainda o comportamento da federação perante a falha do videoárbitro na segunda parte do jogo do Benfica na Vila das Aves: "A comunicação da federação tentou esconder que houve uma falha no sistema e começaram a ligar para as redações para passar a ideia de que o árbitro não tinha de rever todo o lance até ao momento em que é assinalado penálti. A verdade é que tem. E deixou o Conselho de Arbitragem sem margem de manobra, tendo depois levado o CA a fazer aquelas publicações no Twitter a explicar que houve uma falha no sistema. Isto é especialmente grave porque é a segunda vez que a comunicação da federação intervém, já o fizera a época passada na Taça da Liga no lance do Danilo no Moreirense-FC Porto. Na altura o Luís Sobral andou a ligar aos jornalistas. Há uma interferência da FPF e importa saber quem é que controla a comunicação da FPF", disse ainda.
Conselho de Disciplina refere-se a "adeptos afectos aos GOA encarnados". FC Porto, Benfica e Sporting foram multados em mais de cinco mil euros pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), em jogos referentes à oitava e nona jornada da I Liga.
O destaque vai no entanto para o facto de o CD designar os adeptos do Benfica - deflagraram 12 engenhos pirotécnicos no Estádio do Aves -, "por adeptos afectos aos GOA encarnados", sendo verdade que é obrigatório o registo desses mesmos grupos de adeptos junto do IPDJ para merecerem essa designação.
Impressionante como o Benfica consegue controlar tudo. É vergonhoso, mas ao mesmo tempo um caso de estudo de como o conseguem fazer desta "brilhante" forma. Como é que é possível um clube controlar tudo o que interfere em Futebol. Juízes que não admitem buscas ao LFV e passado uns tempos já admitem - para dar tempo para apagar tudo; O Conselho de disciplina não inicia um processo ao VAR a um jogo vergonhoso. Impressionante, que País corrupto e vendido.
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