Na sequência das insinuações de Elio Casareto, empresário de André Carrillo, Bruno de Carvalho esclareceu que se durante as goradas negociações para renovar com o extremo que ainda é jogador do Sporting – mas irá reforçar o Benfica –, parte substantiva dos pagamentos seriam através de uma empresa “offshore” sediada em Malta, tal partiu da sugestão do referido agente, não correspondendo a prática dos leões. O presidente dos lisboetas também não se esqueceu de visar o jogador.
À agência Lusa, Bruno de Carvalho defendeu-se: “O pagamento das comissões de intermediação e sobre o salário e os direitos de imagem são recebidos por intermédio das empresas que os agentes e os jogadores indicam. Dão a morada, dizem qual a empresa e fazem-se os pagamentos. Se são ‘offshores’ ou não, isso não é da lavrados clubes. É da responsabilidade do jogador e do agente indicar como quer receberem relação às três componentes que referi .” O número um de Alvalade também culpou a defesa do extremo por ainda não se ter concluído o processo disciplinar que os leões lhe instauraram e explicou que o caso do jogador está “desportivamente encerrado”, razão porque não o pondera reintegrar no plantel, apesar de o manter inscrito, inclusive na lista da UEFA. Por fim, Bruno de Carvalho relativizou o futuro ingresso do Culebra no rival da Luz. “A sua vontade foi ficar livre para assinar por outro clube e ninguém pode coagir outrem para assinar. Não está em questão o clube pelo qual assinou, mas a forma como as coisas aconteceram. Não tenho nenhum problema existencial por ele ter assinado pelo Benfica”, comentou o responsável máximo dos leões, que ironizou: “Estranho é que Carrillo só tenha mercado em Portugal se meio mundo andava atrás dele...”

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