A SAD liderada por Bruno de Carvalho, escreve O Jogo, tem procurado assegurar uma maior fatia dos direitos económicos de Adrien, mas as negociações entre as partes não têm conhecido avanços depois de uma abordagem recente. Em causa estão os 30% dos direitos económicos que são do jogador e que os leões, mediante uma compensação, desejam recuperar, depois de terem conseguido resgatar 20% que estavam cedidos à Holdimo, acionista de referência da sociedade leonina, que, em junho de 2014, detinha apenas 30% dos referidos direitos económicos.
Atualmente, a SAD do emblema de Alvalade tem na sua posse 50% dos direitos económicos do médio que termina o vínculo laboral com a mesma em junho de 2017, aumentando assim a pressão em torno do elenco diretivo para que seja equacionada a sua transferência ou renovação, cenário que, pese o desempenho do atleta de 26 anos, implica ao dia de hoje, naquela que é a visão
Adrien tem 30% do seu passe e Bruno de Carvalho quer recuperá-los dos dirigentes leoninos, no limite, a manutenção do ordenado. Porém a auferir um milhão de euros anuais livres de impostos, que levam a SAD a gastar o dobro anualmente, a saída de Adrien tem sido vista como uma possibilidade a considerar com seriedade, algo que os dirigentes leoninos já procuraram, tendo mesmo pedido 15 milhões de euros aos interessados. Refira-se que o anterior agente FIFA de Adrien, Jorge Mendes, ainda detém 20% dos direitos económicos do atleta que, apesar do estatuto de capitão de equipa em Alvalade, não fecha a porta a uma saída para outra Liga mais competitiva.
Certo é que Adrien, que aos poucos tem vindo a procurar combater o facto de ser visto internamente como o elemento menos “indispensável” do meio-campo, sobretudo no comparativo com William Carvalho e João Mário, é um dos principais ativos que a SAD tem para rentabilizar na reabertura do mercado de transferências, ainda que a preponderância que vem assumindo possa levar Jorge Jesus a reconsiderar prioridades.

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