O FC Porto contratou o internacional mexicano, Corona, a troco de 10,5 milhões de euros, no entanto os dragões tiveram de fazer uma ginástica de valores para dessa forma 'fintarem' o fair play financeiro imposto pela UEFA.
Segundo O Jogo, nesta fase, apenas sairão dos cofres da SAD azul e branca quatro milhões de euros. Os restantes 6,5 milhões só terão de ser pagos no próximo ano, mais concretamente a partir de 1 de julho de 2016. Assim, os dragões só estão obrigados a incluir este valor no próximo exercício contabilístico, permitindo-lhes continuar a cumprir no atual (termina a 30 de junho) as regras do fair play financeiro, cujo incumprimento já levou a duras penalizações para alguns clubes.
Benfica e Doyen chegam a acordo por Ola John. O empréstimo de Ola John ao Reading significa que o Benfica não conseguiu vender o passe do jogador neste mercado de verão e por isso vai ter de pagar à Doyen Sports, fundo que foi parceiro na contratação do jogador.
O Benfica contratou Ola John em 2012 ao Twente (também um clube parceiro do fundo) e alienou imediatamente metade do passe à Doyen Sports.
O preço da venda desses 50 por cento do passe não foram divulgados pelos encarnados, mas terão andado em cerca de metade do que pagou ao Twente pela totalidade do passe: pelo menos a SAD garantiu não ter registado qualquer ganho com esta operação particular.
Portanto logo que foi comprado, Ola John ficou com o passe dividido em partes iguais entre Benfica e Doyen.
No contrato entre as duas partes ficou estipulado que o Benfica teria até agosto de 2015 para vender o jogador, o que significaria que ficaria com metade do valor da transferência, enquanto a Doyen ficaria com outra metade. No caso de não conseguir vender o jogador, o Benfica teria então de pagar ao fundo, como compensação pelo investimento feito por este.
Ora como 31 de agosto de 2015 já passou e Ola John não foi vendido, o Benfica tem agora uma dívida para com a Doyen ligeiramente inferior a seis milhões de euros. Segundo o portal Maisfutebol, o fundo até aceitou prolongar o prazo inicialmente estabelecido até final do mês, para permitir ao clube ter mais tempo para encontrar uma solução.
Ainda segundo a fonte, as duas partes já tinham antes do empréstimo de Ola John ao Reading acordado o pagamento desse valor: vai ser feito através de várias tranches e permitirá ao Benfica ficar com cem por cento do passe.

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