22 setembro 2015

Benfica de Rui Vitória atinge marca negativa histórica

O Benfica atingiu uma marca negativa histórica ao perder por 1-0 frente ao FC Porto, no Estádio do Dragão, já que ficou pela primeira vez três encontros consecutivos sem marcar fora da Luz no arranque da temporada. Se no seu recinto o campeão nacional se apresenta 100 por cento vitorioso e com um ataque demolidor – ganhou os três jogos e leva já 13 golos marcados –, nas saídas tem apresentado sérias dificuldades na hora da finalização, razão pela qual acabou por perder todos os jogos disputados longe da Luz. E sempre pela margem mínima, ou seja, por 1-0.
O Sporting foi o primeiro a abater o conjunto orientado agora por Rui Vitória, conquistando a Supertaça graças a um golo de Carrillo, numa partida realizada no Estádio Algarve. Na saída seguinte, já a contar para o campeonato, o Benfica não conseguiu melhor, voltando a perder, desta feita com o Arouca, que apesar de não ter jogado no seu recinto – o embate da segunda jornada disputou-se no Municipal de Aveiro – conseguiu resistir à pressão encarnada, após ter entrado praticamente a ganhar, pois marcou aos 2’.
A atravessar a melhor fase sob o comando de Rui Vitória, face às três vitórias seguidas, o campeão nacional não conseguiu porém evitar novo percalço no Dragão, ficando agora a quatro pontos da liderança do campeonato.
Nos últimos anos, foi Giovanni Trapattoni, em 2004/05, que mais perto esteve de atingir esta marca inédita, acabando, porém, por marcar na terceira partida longe da Luz. Após desaires sem marcar
golos frente a FC Porto (1-0), para a Supertaça e Anderlecht (3-0), na terceira pré-eliminatória de acesso à Liga dos Campeões, o Benfica conseguiu marcar e triunfar ao terceiro desafio, vencendo em Aveiro o Beira-Mar, por 3-2, na primeira jornada do campeonato, que viria a conquistar.
Antes do treinador italiano, é preciso recuar mais sete temporadas para encontrar novo arranque complicado das águias fora do seu recinto, sob o comando de Manuel José. Em 1997/98, as águias perderam nas duas primeiras saídas por 1-0, ante V. Setúbal e Bastia, para a Taça UEFA, marcando ao terceiro jogo, com o Rio Ave, ainda que sem evitar o desaire por 3-1, que valeu a demissão do treinador português.

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