26 junho 2015

Marco Silva rejeita proposta do Sporting que o proibia de treinar FC Porto e Benfica

A situação de Marco Silva no Sporting evoluiu nos últimos dias da rutura exponencialmente irreversível para uma perspetiva de acordo iminente, assim sejam ultrapassadas as diferenças que, neste momento, ainda separam as duas partes. A SAD leonina decidiu preterir da argumentação em que sustentava legitimidade para o despedimento por justa causa do técnico que orientou a equipa principal de futebol dos verdes e brancos em 2014/15 e abordou-o para chegar a uma plataforma de entendimento em que Marco Silva seria ressarcido em uma das três épocas de contrato que faltavam cumprir, pagando os cerca de 700 mil euros anuais brutos correspondentes. O técnico que conduziu os leões à conquista da Taça de Portugal ao fim de sete anos sem triunfos em provas oficiais anuiu à proposta feita pela sociedade presidida por Bruno de Carvalho, mas não aceitou um dos pressupostos sugeridos pelos leões: ficar impedido de, nos próximos anos, orientar qualquer dos rivais do emblema de Alvalade (Benfica, FC Porto ou Braga). Uma limitação idêntica foi imposta a Leonardo Jardim quando rumou no verão de 2014 ao Mónaco, mas Marco Silva não está disposto a fazer tal cedência, recusando que o Sporting determine ou condicione o seu futuro.
Falta, então, ultrapassar a questão das restrições quanto ao destino a dar por Marco Silva à sua carreira para que se possa concretizar um acordo que, tudo o indica, é do interesse de todas as partes envolvidas: o Sporting pretende desvincular o treinador para apresentar de pleno direito o Jorge Jesus como o novo timoneiro da equipa de Alvalade; o técnico quer ficar livre para poder assinar por um novo clube.

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