José Eduardo Moniz, vice-presidente do Benfica, falou em exclusivo à RR, sobre o momento conturbado por que passa o clube da Luz. O mau arranque no campeonato e a pesada derrota em Paris, para a Liga dos Campeões, devolveram aos encarnados a instabilidade e as vozes críticas quando à continuidade de Jorge Jesus.
Moniz passa ao lado das críticas acentuando que Jesus "será o primeiro a ter interesse em analisar a situação e em perceber os efeitos do que está a acontecer, tirando as consequências do que está a suceder". Para o dirigente, "urge ter a cabeça no lugar e olhar em frente", assegurando que Luís Filipe Vieira "está a trabalhar no sentido de resolver estes problemas".
"Jesus é o treinador do Benfica e tem a responsabilidade de conduzir a equipa às vitórias", remata José Eduardo Moniz.
A pesada derrota em Paris, por 3-0, diante do PSG, deixou Moniz "triste, tal como qualquer benfiquista, porque não se obteve o resultado pretendido que era a vitória". Indo mais além, e sem "esconder o sol com uma peneira", o dirigente afirma que nesta fase "a equipa já devia estar com um nível exibicional e competitivo diferente e mais próximo da época passada".
Moniz diz, no entanto, que não é "daqueles que descrêem, desistem ou abandonam o barco perante as dificuldades". Lembra, ainda, que "as hipóteses na Champions continuam de pé". "O Benfica tem bons jogadores, que dentro de poucos dias têm uma boa oportunidade para mostrar que possuem qualidade para irem longe e ganharem ao Olympiakos", complementa o dirigente.
Moniz avisa que "ambição e atitude nunca pode faltar, porque quando entra em campo o Benfica tem que competir para ser primeiro".
O Estoril, carrasco dos encarnados na última temporada, é o próximo adversário do Benfica no campeonato. A equipa de Jorge Jesus desloca-se à Amoreira e José Eduardo Moniz garante que vai com "confiança" e espera que os adeptos partilhem esse sentimento.
O dirigente deseja que, desta forma, seja transmitida uma dose de motivação aos jogadores para que estes possam "ganhar jogando bem ou mesmo que não joguem bem, consigam ganhar, porque isso é que é importante".
José Eduardo Moniz lança ainda reparos aos homens do apito sublinhando que, no Estoril, espera que se assista "a uma arbitragem séria e isenta".
Passando ao ataque, alerta que se "tudo fosse normal, mesmo não estando o Benfica ao seu melhor nível, a equipa teria mais quatro ou cinco pontos e os adversários menos três ou quatro".

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