Vogal do Conselho Directivo, com Filipe Soares Franco, Carlos Barbosa da Cruz defende uma "aproximação" entre Sporting e parceiros financeiros, sob pena de estar em causa a existência do emblema de Alvalade, tal como o conhecemos actualmente. E não afasta mesmo do léxico leonino a palavra "colapso".
O ex-dirigente sportinguista deixa a batata quente nas mãos de Bruno de Carvalho e seus pares. "Cabe ao novo presidente convencer a banca que tem credibilidade e condições para cumprir um programa de reeestruturação, sob pena de o clube entrar em colapso. Tem de haver aproximação entre o Sporting e a banca. O tempo corre contra o Sporting, pois cada dia sem pagar é mais um dia de ameaça sobre a existência do clube", refere, em declarações à RR.
Chegados aqui, o antigo elemento da direcção do Sporting aponta ainda um caminho possível, para o futuro verde-e-branco. Sem dramas, Barbosa da Cruz afirma que é necessário mexer a fundo no clube, em particular no futebol profissional.
"Quando falo em efeitos estruturais (futuros) no Sporting, falo na hipótese de perder a maioria da SAD. O Porto não a tem desde início e não é menos Porto. A questão da maioria da SAD é uma falsa questão", sustenta.
Num outro prisma, Carlos Barbosa da Cruz critica as últimas palavras públicas de Bruno de Carvalho, bem como o "timing" escolhido para os sócios serem chamados a votar, no passado dia 23 de Março.
"Houve uma enorme precipitação que levou a que as eleições fossem marcadas na data errada e num contexto económico fragilizado. Entretanto, achei aquela conferência de imprensa do presdidente excessiva e prematura. Utilizou aquele meio para enviar recados", conclui.

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