24 janeiro 2013

Movimento Dar Rumo ao Sporting exige respeito


O Movimento Dar Rumo ao Sporting, responsável pelo pedido de Assembleia Geral Extraordinária com vista à destituição de Godinho Lopes, emitiu um comunicado a pedir respeito por parte da Direção do clube leonino.
O comunicado surge na sequência das dúvidas levantadas pelo Conselho Diretivo sobre a referida Assembleia Geral Extraordinária, referindo que a marcação desta violava os Estatutos do clube.
O Movimento Dar Rumo ao Sporting vem agora a público garantir que os Estatutos foram cumpridos.

Comunicado na íntegra:

«I. Como é sobejamente conhecido, o Dar Rumo ao Sporting cumpriu todos os requisitos estatutariamente exigidos para a convocação da Assembleia Geral Extraordinária: apesar da demora incompreensível e ainda injustificada por parte dos serviços do Sporting, o mínimo de 1000 votos necessários para a convocação da Assembleia Geral foi confirmado; os fundos para o seu financiamento já há muito deram entrada, como foi confirmado pelo próprio Conselho Fiscal; a justa causa foi entregue juntamente com o requerimento, e segundo os Estatutos a deliberação da mesma é feita pelos Sócios em Assembleia Geral, não antes nem por nenhum Órgão Social do Clube.

II. A Assembleia Geral Extraordinária a ser convocada sê-la-á não por iniciativa da Mesa da Assembleia Geral, mas por iniciativa do Dar Rumo ao Sporting. À Mesa da Assembleia Geral coube somente seguir o seu dever institucional, obrigada independentemente de qualquer vontade a concretizar o exigido nos Estatutos. O mérito e responsabilidade desta iniciativa história pertence, isso sim, aos mais de 800 signatários, outras centenas de contribuintes, e os milhares de Sportinguista que apoiaram e construíram o Dar Rumo ao Sporting.

III. Face ao enunciado acima, conclui-se que os Estatutos foram cumpridos. E é incongruente afirmar que o cumprimento dos Estatutos viola os Estatutos.

IV. Qualquer declaração que parta de pressupostos contrários aos referidos acima não se baseia na realidade, pelo que provar-se-á logo à partida incorrecta.

VI. O Dar Rumo ao Sporting surpreende-se com a postura do Conselho Directivo face ao processo em causa. Primeiro, pela reafirmada vontade do seu Presidente em ouvir os Sócios; segundo, pelas declarações do Eng. Godinho Lopes, reiterando múltiplas vezes que o Movimento tem “toda a legitimidade” (citando o próprio). Note-se que a concretização da Assembleia Geral não depende da vontade do Conselho Directivo, mas a continuação do Conselho Directivo depende da vontade expressa em Assembleia Geral. Exige-se por isso uma postura respeitosa por parte da Direcção para com quem lhe dá o poder, e para com quem o poderá igualmente retirar.»

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