27 setembro 2012

Empresário de Labyad considera que expulsão do marroquino foi fruto de uma "questão" regional entre Porto e Lisboa


Marcel Veerman, um dos representantes de Zakaria Labyad, considera que a expulsão do extremo marroquino, nos instantes finais do jogo entre Sporting e Gil Vicente foi fruto de uma "questão" regional entre Porto e Lisboa, afirmando que o vermelho visto pelo jogador foi injusto.
Ora, o agente de Labyad sublinha que a decisão pertenceu a um árbitro do Porto, por indicação de um árbitro assistente do Porto, em prejuízo de um jogador de uma equipa de Lisboa.
"Depois do Labyad ter visto o primeiro amarelo, percebemos que ele não podia falar com o árbitro. Sem ter feito nada, acabou expulso, não foi justo. O árbitro é do Porto, o seu assistente também e, provavelmente, isto são questões contra Lisboa", começa por atirar, em entrevista à RR, mostrando-se conhecedor de que tais episódios "já aconteceram na época passada".
"Assisti ao lance, no estádio, ao lado do Stijn Schaars. Estava muito perto do relvado. O Stijn [Schaars] já me tinha dito que, em Portugal, os jogadores não podem falar com os árbitros", explica.
Labyad não pode defrontar o Estoril, no próximo sábado, mas Marcel Veerman defende que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol deveria despenalizar o jogador marroquino, exortando a SAD do Sporting a avançar com uma exposição aos serviços federativos.
"Através das imagens televisivas, é fácil provar a toda a gente em Portugal que foi injusto o segundo cartão amarelo mostrado ao Labyad. O Sporting deveria mandar uma carta à Federação Portuguesa de Futebol com o objectivo de despenalizar o jogador. Não sei bem como funcionam as coisas em Portugal, mas se o Conselho de Disciplina for justo, o segundo cartão amarelo será retirado", concluiu.

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