23 agosto 2012

Lagarto, lagarto, lagarto: "Já posso?"


Já posso?

Tenho estado à espera que acabe o período de prelúdio futebolístico para poder escrever este texto. Já há uns meses que decidi que ía escrever sobre o Sporting com uma regularidade que justificasse o tempo despendido com os jornais desportivos e blogs afins. É que aos poucos começava a ser difícil justificar-me. - Mas, tu gostas do que lês? - Não. Só escrevem mal do Sporting e inventam negócios galácticos para os outros. - Então porque é que lês isso? E, eu sem resposta, a encolher os ombros. Mas, a partir de agora terei a resposta na ponta da língua. - Research. - Assim em inglês e tudo.

Como eu ía dizendo, tomada a decisão foi logo claro que não seria capaz de escrever nada sério. Não tenho dados para isso. A bem dizer não sei nem a data daquele golo do Balakov ao Benfica que fui ver com o meu pai. Então se era para escrever parvoíces precisava de matéria e, convenhamos, escrever parvoíces sobre a silly-season do futebol seria mais redundante e aborrecido do que ouvir o Domingos Paciência a comentar os jogos das equipas que já treinou. Daí que tenha esperado pela época a sério para abrir as hostilidades. Notem que o uso da palavra hostilidades não resulta de nenhum jogo de palavras para embelezar o texto, é mesmo prenúncio de que sempre que possível tentarei ser desagradável com os adversários do Sporting.
Especialmente os que ganham. Por exemplo naqueles 2 meses em que o Benfica do JJ se farta de jogar à bola tentarei inventar tudo o que se me ocorra sobre a vida pessoal daquela gente e se preciso pego no Correio da Manhã para ver o que anda a fazer a Floribela com o carro do Djá-foste-não-voltes-por-favor. No caso do Porto espero deixar boa parte do trabalho de maledicência aos adeptos-azuis-e-brancos (como se diz na TV) que hão-de ter muito queixume durante a época toda com aquele cafageste que ganhou o campeonato a época passada sem trocar de camisa. Uma questão que há-de merecer cuidado e análise é a da regularidade. Espero bater-me até ao fim com o Sá Pinto para ver qual de nós falha menos vezes e, se possível, perder na recta final.
Mas, agora não vou discorrer muito mais sobre isto porque já ultrapassei as 300 palavras e não perguntei malta do blog se havia limite. Sobre o jogo na Capital da Cultura falo para a próxima se tiver mesmo de ser. 
- Por: AL

2 comentários:

  1. Mas o que é isto?
    Alguma mosca verde que o picou?
    Acho que este texto não fica bem neste blog, nem faz sentido..

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  2. Excelente texto. Parabéns

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