07 janeiro 2012

Crónicas: Sporting fala em clássico empatado; FC Porto em saída invicta da casa de partida

«Clássico» termina empatado
O Estádio José Alvalade recebeu perto de 50 mil espectadores para assistir à partida com o FC Porto, em que Domingos Paciência fez estrear, como titular, Renato Neto, no meio-campo junto de Elias, Schaars, Carrillo e Capel. Rui Patrício, João Pereira, Onyewu, Polga, Insúa e van Wolfswinkel completaram o «onze» inicial sportinguista.
Rui Patrício foi o primeiro guarda-redes a ser chamado a intervir, mas foi Helton que fez a principal defesa da primeira parte, ao travar o cabeceamento de Polga (25 m) na sequência de um pontapé de canto.
O Sporting voltou a entrar melhor na segunda parte, perante um adversário cada vez mais retraído, com os «leões» sempre a procurar o golo. Van Wolfswinkel (75 m), ganhou em velocidade aos centrais e, perante Helton, rematou contra o corpo do guarda-redes brasileiro.
Porém, a melhor oportunidade de toda a partida pertenceu a Izmailov (83 m), que, já na pequena área, rematou para golo, mas Álvaro Pereira, sobre a linha de golo, a desviar para fora o remate do regressado internacional russo que acabou a partida em dificuldades físicas.
O jogo terminou em empate, com a equipa de Domingos Paciência a voltar a Alvalade na quarta-feira, para a recepção ao Nacional, para a primeira-mão das meias-finais da Taça de Portugal. - in, sporting.pt

Saída invicta da casa de partida
O campeão não venceu, mas quem aguardava a derrota deverá manter a atitude de espera paciente. E o melhor é que o faça sentado. De volta à casa de partida, onde, há quase dois anos, sofreu o mais recente desaire na Liga, o FC Porto elevou para 53 jogos a sequência invencível, que teria outro brilho se, para cúmulo do azar, não tivesse sido Otamendi a negar o golo da vitória a James.
A entrada, antes que o jogo tivesse tempo bastante para ser repartido, foi atípica. Compreensivelmente atípica. No terreno de um rival, obrigado a encurtar distâncias, os Dragões deram por si na iminência de defender primeiro, antes de poder recuperar terreno e orientar o fluxo atacante na direcção de Rui Patrício.
Foi questão de minutos, poucos minutos, antes de Hulk concentrar atenções e capitalizar, entre marcações implacáveis, um número interessante, mas forçosamente desagradável, de faltas sofridas. No equilíbrio de intenções e acções, que gerou demasiados lapsos para um só relvado, o campeão conseguiu os ensaios mais aproximados ao golo.
A primeira ameaça realmente séria foi formulada de cabeça, o que faz todo o sentido. Aos 12 minutos, Maicon pensou bem, mas executou pior, permitindo a defesa de Patrício. Mas o perigo só se esgotou uns metros adiante, enquanto durou a sensação de que Djalma poderia fazer melhor na recarga.
Curiosamente, o primeiro momento do lance reproduzir-se-ia um pouco mais tarde, mas na baliza contrária e com Helton a responder com competência ao cabeceamento de Polga. Muitos minutos depois, já na segunda parte, o capitão portista evitaria o pior aos pés de Van Wolfswinkel, numa altura em que o Sporting encontrava no contra-ataque a resposta ao domínio crescente dos Dragões, que antes tinham estado perto de marcar, por Hulk, hábil a tirar dois adversários do caminho, mas incapaz de dar a melhor direcção ao remate.
James e Defour, que entraram em cena no decurso da segunda parte, acrescentaram velocidade e soluções ao momento ofensivo dos Dragões. O colombiano disporia, inclusive, de duas excelentes oportunidades para marcar, com o azar dos azares de ter sido Otamendi a negar-lhe o golo à segunda tentativa, que fechou a mais bem conseguida jogada de todo o encontro. E, com ela, o jogo também. - in, fcporto.pt

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