1. Esta semana fica obviamente marcada pela vitória do Futebol Clube do Porto sobre o Benfica em sua própria casa e dessa forma selando de forma definitiva mais um título nacional. Apesar da mesquinhez daqueles que insistem em desvalorizar a vitória Portista neste campeonato, ela foi clara, limpa e convincente, como poucas, e nomeadamente bastante diferente do que aconteceu no ano transacto. Sagrar-se campeão a cinco jornadas do fim (num campeonato de 30) e ainda por cima vencendo de forma clara o seu mais directo opositor em sua própria casa é selar da melhor (e mais saborosa) forma possível um título mais que merecido. Os Portistas sentiram, é claro, um gostinho muito especial por o título ser celebrado na casa do rival, mas são os benfiquistas que podem comentar (e notou-se bem …) o quanto isso lhes custou!
2. Falando do jogo propriamente dito, ele dividiu-se a meu ver em quatro partes: O Porto entrou forte e claramente dominava o Benfica. Um frango (habitual diga-se) de Roberto ajudou a realçar a supremacia e então o árbitro decidiu intervir: inventou um pénalti que veio equilibrar um pouco as coisas. Durante alguns minutos viveu-se num equilíbrio que o Porto voltou a desfazer e dominou antes do segundo golo e daí até aos primeiros minutos da segunda parte. O domínio era então intenso e o Porto poderia ter dilatado a vantagem. O jogo desenrolava-se então ao som dos habituais ‘olés’ em pleno estádio da Luz. O árbitro voltou a decidir intervir e inventou uma expulsão para reequilibrar as coisas (Otamendi levou dois cartões amarelos e teve uma forte advertência em três lances em que não fez qualquer falta … espantoso!) . Reequilibradas as forças (leia-se: Porto a jogar com dez), assistiu-se a um período de domínio atabalhoado do Benfica em que acabou por ter a grande ocasião para o empate já nos descontos (quando já jogava com dez depois da expulsão de Cardozo que tudo fez para sair o mais rapidamente possível dali …). Essa grande oportunidade do Benfica porém é, destaque-se, precedida de mão de Saviola na área antes de Gaitán rematar ao poste. Foi portanto um jogo desequilibrado sempre que o árbitro se comportou como tal. A superioridade do Porto é gritante. Vilas Boas bem descreveu a situação no final: Pode-se aceitar a realidade ou continuar a viver na fantasia de se acreditar aqueles que gritam aos quatro ventos praticar o melhor futebol de Portugal, esperando que por muito se repetirem alguém os escute.
3. Este jogo fica naturalmente marcado por outra evidência: A direcção do Benfica não respeita as elementares regras do desporto e não sabe perder. Já se sabia que também não sabe ganhar. Não saber ganhar ainda se aceita: Não estão habituados. Já o não saber perder é estranho uma vez que têm uma vasta experiência nacional e internacional. Desta vez ficou claro quem provoca o quê e quem defende a selvajaria e a violência. Depois de repetidos incentivos aos distúrbios que se andaram a cultivar durante as últimas semanas, surgiu o apoio dos adeptos. As cenas de selvajaria que antecederam o encontro foram esclarecedoras. Esclarecedor foi também o comentário do responsável policial a uma televisão em directo: ‘Não houve agressões entre adeptos dos dois clubes. Houve agressões de adeptos do Benfica contra a polícia porque esta não permitiu que agredissem os adeptos da equipa contrária.’ Esclarecedor!
O facto de no final do jogo desligarem as luzes e ligarem a rega só veio provar que de facto fizeram papel de cabeçudos, ao mesmo tempo que nos evidencia que a instituição Sport Lisboa e Benfica (que como instituição merece todo o respeito) é actualmente dirigida por escumalha, que apoio claques ilegais neo-nazistas e tenta usar uma imensa massa adepta que para, por meio de mentiras e promessas de ilusões, atingir fins obscuros que um dia se evidenciarão. Vivem na mentira. Vendem ilusões e fumo aos seus adeptos. Não sabem ganhar. Não sabem perder. Envergonham os que neles confiam. Não dignificam o clube. Não dignificam o desporto. Apelam à violência. Um dia os adeptos que hoje os defendem (e são cada vez menos) perceberão que alguém pior do que Vale Azevedo passou por ali …
Boas!!!
ResponderEliminarE tudo voltou à normalidade, diga-se: O Porto foi campeão. Um justo campeão...
Os cabeçudos não podiam ter sido outros. A azia foi tal, que os homens fizeram de tudo para tentar estragar uma festa que só eles sonhavam poder anular.
A parte destacada da Opinião está simplesmente brutal e demonstra na perfeição a realidade dos factos.
Um abraço
lololol muito bom. Nos somos os campeões sem Luz.
ResponderEliminarO problema dos vermelhos é não conseguirem sentir-se inferiores. São uns tristes, mas isto é só o começo.
ResponderEliminar#carregadragão