Darío Conca é o exemplo clássico do futebolista que foi obrigado a emigrar para ganhar o reconhecimento dos seus. O médio do Fluminense, recém-coroado campeão Brasileiro e eleito melhor jogador da prova, não vingou no seu País Natal, a Argentina, para anos mais tarde ser estrela no grande rival dos «Alvicelestes».Aos 27 anos, o médio-esquerdo assumiu o papel de principal figura do Tricolor Carioca. Os 9 golos e 17 assistências no Brasileirão foram decisivos para o «Flu» terminar com a seca de 26 anos sem festejar o título. Um feito que o deixa no ponto mais alto da carreira. Para a felicidade ser completa, só falta mesmo vestir a camisola da Selecção das Pampas. O jogador pretende jogar ao lado de Messi e Agüero e os «hinchas» também suspiram por Conca. Está no bom caminho para conseguir convencer o seleccionador Sérgio Baptista.
“Tenho-me esforçado para ser chamado à selecção e estarei preparado. Hoje tenho possibilidades, mas respeito todos os que lá estão. Se ainda não tive uma oportunidade é porque me falta qualquer coisa”, disse o atleta que, apesar da fraca compleição física – 1,67m –, foi, a par dos guarda-redes Rogério Ceni e Fernando Prass (ex-U. Leiria) o único totalista no Brasileirão, com 38 jogos disputados.
Oriundo de um bairro pobre da periferia de Buenos Aires, Conca é um caso de precocidade. Estreou-se na equipa principal do Tigres com 15 anos e chegou a um dos grandes do seu País, o River Plate, apenas um ano depois. No entanto, a passagem pelos Milionários foi feita de empréstimos, sinal de que muito dificilmente vingaria no Monumental da Capital Argentina. Acabou por aterrar no Vasco da Gama, em 2007, na sua primeira temporada em solo Canarinho. Uma época bastou para chamar a atenção dos responsáveis do Fluminense, onde foi ganhando protagonismo em apenas três temporadas.
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