Carlos Queiroz reagiu de forma irónica à negação do recurso interposto junto do CJ à suspensão de três meses decretada, em Novembro, pelo CD da FPF. Em causa, recorde-se, o caso da chamada "cabeça do polvo".
Carlos Queiroz, numa entrevista concedida à Bola Branca, afirmou que não está surpreendido com a decisão. De resto, Queiroz, com ironia, já diz que se tem especializado a comer "porco à lagareiro".
"A decisão não me surpreende porque era a decisão esperada, pelas razões e circunstâncias que têm a ver com os interesses correntes em curso durante o processo de despedimento. Isso constitui um significativo troféu para juntar a todos os outros da minha carreira. Nesta altura, desde que saí da FPF, tenho-me especializado em comer porco à lagareiro", começa por dizer.
O processo da "cabeça do polvo" terminou. Não foi dada razão a Queiroz, mas a cruzada do ex-seleccionador continua com outros processos que correm na justiça.
"Continuo em desmascarar as pessoas que durante o processo do ADoP viciaram documentos, que alteraram datas, de um inquiridor que a 5 de Julho fala com médicos que, afinal, a dia 7 não conhece...", prossegue.
Por último, Queiroz, reclama igualdade de tratamento como outro qualquer cidadão, o que não aconteceu, na defesa do ex-seleccionador, na processo da ADoP, que redundou na suspensão, por alegada perturbação na realização de um controlo anti-doping, durante o estágio da selecção na Covilhã.
"Acho que tenho o direito, como cidadão, de apelar a qualquer governante e tenho o direito de ser ouvido, porque não o fui nem tive a possibilidade de o ser. Quando um cidadão tenta elevar a sua voz para demonstrar que este processo tem dúvidas e irregularidades, tenho o direito a essa atenção dos governantes", conclui.
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