Pôncio Monteiro defende que a guerra de comunicados tem vencedor antecipado. O membro do Conselho Superior do FC Porto vê o momento como uma tentativa dos lisboetas de fragilizarem os ‘dragões’.
O ambiente aqueceu nos últimos dias e a guerra de fria, entre FC Porto e Benfica, explodiu para as primeiras páginas dos jornais. Antes, contudo, passou pelos sítios oficiais dos dois clubes na internet. Primeiro uma reacção ‘azul-e-branca’ às consequências da ‘super-flash’ do Beira-Mar – Benfica e, mais tarde, o contra-ataque do rival.
Na opinião de Pôncio Monteiro, o que está a acontecer “são manobras para destabilizar o FC Porto e para desviar atenções”. O antigo dirigente considera, contudo, que “é bom para o FC Porto, porque andam [Benfica] distraídos com outras coisas e não trabalham no sentido de crescer”.
Pôncio Monteiro, membro do Conselho Superior do clube nortenho, conclui que é o “reconhecimento da mais-valia do FC Porto em relação aos outros”.
Gaspar Ramos condena Jesus e censura FC Porto
O antigo dirigente do Benfica considera que o FC Porto não tem "moral" para reagir a situações como a que se passou no domingo, em Aveiro. Isto, apesar de lamentar a atitude do treinador 'encarnado'.
Gaspar Ramos, que foi o homem de mil batalhas com Pinto da Costa, falou a Bola Branca e recordou os tempos em que era dirigente para estabalecer um paralelo entre os dois momentos.Tudo começou com a 'super-flash' de Jesus, após o Beira-Mar - Benfica. Gaspar Ramos começa por condenar a atitude do treinador, dizendo que "alguém como Jesus, que representa um clube com a grandeza do Benfica, tem que além do seu instinto e da reacção a uma pergunta incómoda, tem que se lembrar que está a representar um grande clube e não pode ter uma atitude daquelas".
Contudo, o antigo dirigente do Benfica não entende por que o FC Porto tem que reagir a este episódio. "Não faz o mínimo sentido pronunciarem-se sobre uma atitude, que não foi a mais correcta, mas não justifica comunicados nos termos em que foram feitos, diz Gaspar Ramos que acrescenta que o Porto "não tem moral para o fazer, no presente e no passado. Eu vivi esse passado com atitudes indignas destas pessoas. Eram outras pessoas, mas o presidente é o mesmo".
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