"Ainda não vivi essa situação mas... quando isso acontecer, estarei firme"
Paulo Sérgio confessou, em entrevista concedida ao Sapo Desporto, que um eventual despedimento do comando técnico do Sporting não é algo que o possa vir a surpreender, embora afirme que não pensa nesse cenário, por enquanto.
"Ainda não vivi essa situação mas, mais cedo ou mais tarde, poderá acontecer-me, porque já aconteceu aos melhores. Quando isso acontecer, estarei firme. Também sei que qualquer treinador vive de resultados e a busca desses resultados faz-se com trabalho, seriedade e desempenho", atirou o treinador leonino que, contudo, continua a sonhar com o título de campeão.
"Este é um desafio muito importante num clube fantástico com uma paixão que eu nunca vi noutros lados. Um clube que quer muito ganhar titulos, que não vive os melhores dias em termos financeiros e em que um passado vai pesando. Sabemos dessa carga mas é um desafio muito aliciante, e o meu sonho é ser campeão pelo Sporting", sublinhou.
Ora, o próximo teste dos "leões" é já sábado e diante dos "dragões", em jogo a contar para a 12ª Jornada do campeonato. Sobre o encontro de Alvalade, Paulo Sérgio aponta à vitória porque os objectivos continuam a ser os mesmos.
"Não há que redefinir objectivos. Só o próximo jogo nos interessa para irmos alcançando os objectivos", salientou, recordando o domínio do Sporting em "praticamente todos os itens".
"Nós lideramos praticamente todos os itens. Somos a equipa que mais remata, que mais cruza, que mais posse de bola tem e a frieza desses números contrasta com os resultados que não temos tido", lamentou.
De resto, Paulo Sérgio voltou a referir que, em Janeiro, não haverá espaço a novos reforços porque não há dinheiro e que, quanto a fazer regressar jogadores emprestados, esse cenário também não deverá ocorrer.
"Os atletas que foram colocados foram bem colocados. Estamos satisfeitos com o desempenho da maior parte deles nos clubes que os receberam e que estão também satisfeitos. Regressos só numa situação pontual. Quanto a contratações, temos que ser realistas porque não há condições para criarmos essa ilusão aos sócios", disse.
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