
Quando tudo parecia estar a seguir um rumo certo, heis que dois jogos acontecem e relançam a luta. Não só a luta pelo título mas também pelo quarto lugar, esse que coloca a última equipa na tão desejada Liga dos Campeões.
Tottenham 2-1 Chelsea. Jermaine Defoe e Gareth Bale dão a vitória em White Hart Lane, atrasam o Chelsea e passam o City. Estarão de certeza satisfeitos e com um sentimento de dever cumprido. Do outro lado Lampard marcou mas foi insuficiente. Mais doque a vitória foi o domínio do Tottenham que surpreendeu. Num jogo aberto, com futebol de ataque o resultado pecou por escasso, de parte a parte. A falta de sorte e ineficácia dos atacantes das duas equipas em conjunto com a boa exibição dos guarda-redes deixou o marcador em números pouco expressivos atendendo ao que se passou em campo. Petr Cech em particular foi um gigante quase intransponível.
No outro jogo grande, o sempre acalorado derby de Manchester, os “Blues“ estiveram surpreendentemente pouco eficazes e deixaram fugir o empate nos últimos segundos do jogo. Paul Scholes, que renovou recentemente por mais um ano, poderá ter marcado um dos golos mais importantes da época. Colocou o United a 1 ponto do primeiro lugar e deu novo alento à sua equipa. Tevez e companhia estiveram em baixa forma e com isto perderam provisóriamente o lugar na Champions, no entanto, estão apenas a dois pontos do Tottenham e ainda com 3 jogos por disputar.
A grande surpreza da última jornada veio do Arsenal. O que parecia uma vitória confortavel, sobre o Wigam, ao minuto 80 tornou-se num pesadelo até ao final do jogo. 3 golos em 11 minutos afastam definitivamente os “Gunners“ do título. Mau demais para uma equipa com legítimas aspirações ao sucesso, ainda para mais tendo em conta que a vitória os deixava a escassos 3 pontos do Chelsea. Desconcentração foi a justificação de Arséne Wenger que termina mais uma época sem ganhar nada.
Duas referências para terminar. A primeira para a vitória fácil do Liverpool por 3-0 sobre o West Ham do português Manuel da Costa que jogou os 90 minutos. Por fim dois lesionados de peso, Wayne Rooney e Fernando Torres. Esta época está a ser particularmente intensa para estes dois jogadores que parecem acusar a fadiga de carregarem as suas equipas, isto tão perto do inicio do Mundial da África do Sul estará seguramente a pesar na mente de todos os interessados. Esperamos para ver o que acontece, seriam duas perdas de peso que nenhum adepto de bom futebol desejaria ver fora do mundial.
Tottenham 2-1 Chelsea. Jermaine Defoe e Gareth Bale dão a vitória em White Hart Lane, atrasam o Chelsea e passam o City. Estarão de certeza satisfeitos e com um sentimento de dever cumprido. Do outro lado Lampard marcou mas foi insuficiente. Mais doque a vitória foi o domínio do Tottenham que surpreendeu. Num jogo aberto, com futebol de ataque o resultado pecou por escasso, de parte a parte. A falta de sorte e ineficácia dos atacantes das duas equipas em conjunto com a boa exibição dos guarda-redes deixou o marcador em números pouco expressivos atendendo ao que se passou em campo. Petr Cech em particular foi um gigante quase intransponível.
No outro jogo grande, o sempre acalorado derby de Manchester, os “Blues“ estiveram surpreendentemente pouco eficazes e deixaram fugir o empate nos últimos segundos do jogo. Paul Scholes, que renovou recentemente por mais um ano, poderá ter marcado um dos golos mais importantes da época. Colocou o United a 1 ponto do primeiro lugar e deu novo alento à sua equipa. Tevez e companhia estiveram em baixa forma e com isto perderam provisóriamente o lugar na Champions, no entanto, estão apenas a dois pontos do Tottenham e ainda com 3 jogos por disputar.
A grande surpreza da última jornada veio do Arsenal. O que parecia uma vitória confortavel, sobre o Wigam, ao minuto 80 tornou-se num pesadelo até ao final do jogo. 3 golos em 11 minutos afastam definitivamente os “Gunners“ do título. Mau demais para uma equipa com legítimas aspirações ao sucesso, ainda para mais tendo em conta que a vitória os deixava a escassos 3 pontos do Chelsea. Desconcentração foi a justificação de Arséne Wenger que termina mais uma época sem ganhar nada.
Duas referências para terminar. A primeira para a vitória fácil do Liverpool por 3-0 sobre o West Ham do português Manuel da Costa que jogou os 90 minutos. Por fim dois lesionados de peso, Wayne Rooney e Fernando Torres. Esta época está a ser particularmente intensa para estes dois jogadores que parecem acusar a fadiga de carregarem as suas equipas, isto tão perto do inicio do Mundial da África do Sul estará seguramente a pesar na mente de todos os interessados. Esperamos para ver o que acontece, seriam duas perdas de peso que nenhum adepto de bom futebol desejaria ver fora do mundial.
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