A acusação parte do seu ex-empresário, Tecla Farías deu o dito por não dito e atrapalhou o negócio dos dragões.
"Foi ele que abortou o negócio que o FC Porto tinha acertado com Cruzeiro para a contratação de Kléber. Portou-se muito mal, deu o dito pelo não dito, e à última hora recusou ir para o clube brasileiro", explicou Miguel Pires. A inclusão de Farías no negócio, recorde-se, ia servir para que os portistas pudessem abater substancialmente o preço do avançado brasileiro. "Tínhamos tudo acertado. O sr. Pinto da Costa e o Antero Henrique já se tinham comprometido a aceitar as condições do negócio, eu próprio tinha dado a minha palavra aos dirigentes do Cruzeiro de como o Farías estava de acordo em jogar no Brasil e, de um momento para o outro, ele resolveu fazer marcha-atrás", contou Miguel Pires. "Como devem imaginar, os dirigentes do FC Porto não gostaram nada daquilo, e eu deixei de ser representante dele a partir daquela altura, porque me deixou ficar mal. É um jogador instável, que não sabe o que quer", acrescentou.

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