Por Felipe Moraes(Sobre a rodada de 16, um breve adendo: o jogo entre Santos e Internacional está arrolado na 16ª rodada, mas só será disputado no dia 26 de agosto. Mesmo sem jogar, o Inter continua em quarto. E o Santos, na busca pela regularidade, em 12°.)
Em jornada de consolidação de Palmeiras e Atlético Mineiro na ponta do campeonato, outros três clubes merecem parágrafos particulares. Dois, pelo momento extremamente feliz no torneio, e um, pela “liderança” da zona do descenso.
O Avaí acumulava cinco vitórias seguidas - três foram conquistadas longe da Ressacada, o caldeirão do clube catarinense. Ontem, Eduardo Martini, o goleiro calvo e de fronte cerrada, voou, saltou, espalmou bolas difíceis para salvar o time de uma derrota no Pacaembu. E o resultado ficou no 0 a 0, o Corinthians em quinto e o Avaí, 10°, a apenas dois pontos do Timão (23 ante 25). Arrisco dizer que esse simpático Avaí não cai. Se manter desempenho parecido no segundo turno, merece vaga na Sul-americana do ano que vem.
O São Paulo, há três rodadas, era dado como fracasso certo. Hoje, três vitórias seguidas depois, sinaliza que está em plena recuperação. E o maestro do levante é Dagoberto. Ele marcou dois na rodada 15, contra o Grêmio, e, ontem, fez o (belo) gol do triunfo sobre o até então imbatível em casa Vitória.
Por último (diga-se, último mesmo, até na tabela), falemos do Fluminense. A última vitória foi na 5ª rodada, 1 a 0 sobre o Botafogo. São 11 jogos sem vencer. O saldo disso é a inédita “liderança” da zona de rebaixamento. O Flu perdeu para o também na zona (17°) Atlético Paranaense (1 a 0) e o Náutico (“vice-líder”) empatou com o Flamengo no Rio. Onze também é o número de pontos da equipe dirigida por Renato Gaúcho na Série A. E recomeçar precisa ser a palavra de ordem nas Laranjeiras.
O Fluminense é de facto a grande decepção do Brasileirão. Com a dupla Thiago Neves-Fred esperava-se muito mais do "tricolor".
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