1. Semana difícil para os três grandes, ainda assim três vitórias. O meu Futebol Clube do Porto voltou a viver uma noite difícil no Dragão (o que já vem sendo hábito) e só nos últimos minutos conseguiu garantir a vitória. É verdade que na primeira parte, e com o resultado em 1-0, o árbitro auxiliar não viu o que toda a gente constatou ... a bola entrou na baliza do Rio Ave, e entrou bem para lá da linha de golo, após um cabeceamento forte de Mariano. Minutos volvidos anularia um golo a Farías por posição irregular, e desta feita com razão. O homem até via bem algumas coisas ... constatava-se! Grande golo de Fábio Coentrão. O jovem emprestado pelo Benfica ao Rio Ave fez a sua parte, mas não chegou.
O Sporting teve também uma difícil deslocação ao Restelo mas ultrapassou-a com exito. Sempre aplicada, a equipa do Sporting virou o resultado com mérito e permitiu castigar a táctica demasiado defensiva de Jaime Pacheco que até trazia a sua equipa em ascendente.
Bons sinais para o Derby do próximo fim de semana. O Sporting parece estar bem e recomenda-se.
O Benfica estava a ter um jogo difícil até ao momento em que o Guarda Redes contrário decidiu dar uma ‘balda’. Um erro daquele tamanho, que deu origem ao primeiro golo do Benfica, é mau em qualquer jogo, quanto mais quando uma equipa mais frágil joga no campo duma mais forte. Ainda assim o Paços reagiu bem e só não empatou na última jogada do encontro por manifesto azar. A verdade é que o Benfica jogou o suficiente para ganhar à vontade, mas a sua atitude demasiado ‘folgada’ quando em vantagem quase que lhe foi fatal. Sublinhe-se o grande golo de Di María. O rapaz faz poucos mas faz bons ...
2. Acho fantástica a queda que os treinadores têm para a invenção. Dois exemplos:
- Fucile precisa ser substituído e entra Tomás Costa. Ele que já tantas vezes jogou na direita, não foi para lateral, mas antes para médio, vindo Fernando para lateral e Raul Meireles para o lugar de Fernando. Com tanta mudança ficaram todos a jogar muito menos do que sabem e do que deviam, mas a culpa não pode ser deles ... mas de quem os colocou nos lugares errados.
- No Benfica, finalmente Ruben Amorim teve uma vintena de minutos no seu lugar natural. Como resultado a equipa rendeu mais e ele marcou um belo golo. O mais certo porém é que na próxima jornada volte a colar-se a uma das alas como tem acontecido até aqui.
3. Uma notícia desta semana deixou-me surpreendido. Reproduzo-a em parte para não pensarem que são as minhas palavras: (http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=1144301)
O Benfica é o clube mais popular em Portugal, com 2,2 milhões de adeptos, segundo um estudo da SPORT+MARKT, que reduz a menos de metade o número de simpatizantes contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo dados de um estudo da «Vox Populi», INE e secretaria de Estado das Comunidades, divulgado em Março de 2006, o Benfica reunia mais de 4,75 milhões de adeptos só em Portugal, mais de 5,5 milhões na Europa e mais de 14 milhões no Mundo.
De acordo com a análise, o Benfica detém 2,2 milhões de adeptos, mais 900 mil adeptos do que o FC Porto (1,3 milhões), segundo classificado na popularidade nacional, e o dobro que o Sporting, terceiro luso (1,1 milhões).
Assim, com 2,9 milhões de adeptos na Europa, o Benfica ocupa a 32ª posição no «ranking» europeu, que é liderado pelos espanhóis Barcelona, com 44,2 milhões de adeptos, e Real Madrid, com 41 milhões. (Fim de citação)
Se juntarmos aos anteriores números a estatística de Manuel Vilarinho, às portas do estádio da Luz após um jogo (só pode ...) de 6,5 milhões de adeptos ... chegamos à conclusão que a continuar assim, daqui a pouco estão com o mesmo número de adeptos do Estoril.
Mas quem é este Instituto Alemão, concerteza sem qualquer credibilidade, para vir contrariar o grande Manuel Vilarinho?
Até para a semana ....
17 fevereiro 2009
Dia de opiniões...
1 comentário:
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Relatório sem espinhas:
ResponderEliminarPedro Proença teve nota negativa pela arbitragem no clássico, mas por causa do penalty não assinalado a Lucho Gonzalez. O polémico lance da grande penalidade assinalada contra o Benfica, a castigar falta de Yebda sobre Lisandro, não teve relevância para a nota final, porque nesse caso o observador dá o benefício da dúvida ao árbitro.
«Não assinalou grande penalidade contra a equipa B [Benfica], por falta do seu jogador nº 6 [Reyes], que, dentro da sua área de grande penalidade, rasteirou o adversário nº 8 [Lucho González», escreveu o observador José Gonçalves no relatório, citado pela Lusa. «Caso não tivesse a falha mencionada em 2 a) a nota final seria 3,4», constata-se mais à frente.
Quanto ao lance de Yebda, é assim explicado pelo observador: «Aos 25 minutos do 2º tempo, marcou grande penalidade contra a equipa B [Benfica], por suposta falta do jogador nº 26 [Yebda] (¿) Do local onde nos encontramos e uma vez o lance ter ocorrido no vértice mais distante da grande área, não nos foi possível vislumbrar com clareza o desenlace da jogada: se a queda é provocada por algum contacto dos pés ao nível do terreno ou em virtude do defensor ter colocado o braço à frente do tronco do adversário, impedindo/perturbando a sua progressão. Porque o árbitro se encontrava bem colocado e perto, cerca de 3/4 metros, e foi peremptório a assinalar a grande penalidade, aliado ao facto de não terem existido protestos de jogadores da equipa penalizada, que aceitaram pacificamente a decisão, com excepção do faltoso, único a esboçar contrariedade, damos-lhe o benefício da dúvida.»
Os outros erros apontados a Pedro Proença foram um fora-de-jogo não assinalado a Lisandro López e um cartão amarelo poupado a Sidnei.
A nota 2,4 é, segundo o critério da escala de avaliação, uma nota insatisfatória.
Segundo as normas e instruções para observadores, «um árbitro que não assinale uma grande penalidade e esta tenha influência no resultado a nota máxima é 2,5». A Pedro Proença ainda foi descontada uma décima pelo cartão amarelo não exibido a Sidnei.
Nesta temporada, ainda segundo a Lusa, já houve notas piores que a de Pedro Proença. Elmano Santos foi avaliado com 2,1 no Belenenses-Benfica, enquanto Pedro Henriques (Benfica-Nacional), Paulo Baptista (Benfica-Braga) e Paulo Costa (Braga-FC Porto) tiveram 2,3.
Por esta razão acho mesmo que o porto foi roubado, eheheheh!