O FC Porto venceu hoje a Lázio de Roma por 2-1, naquele que foi o último teste antes da Supertaça Cândido de Oliveira. Uma entrada muito forte, que tém sido já habitual dos azuis e brancos permitiu ao F.C. Porto arrumar o jogo com a Lazio em pouco mais de um quarto-de-hora. Bruno Alves de livre, fez o primeiro aos14 minutos, Lucho fez o segundo três minutos depois.O Porto voltou a ser consistente, seguro defensivamente e fulgurante na saída para o ataque. As três características que fizeram o código genético da equipa, no fundo. Com isso levou para os balneários uma vantagem de dois golos confortável, que se revelou preciosa mais tarde.
Árbitro: Paulo Costa (Porto)
FC Porto: Helton (Nuno, 46), Sapunaru (Fucile, 65), Pedro Emanuel (Stepanov, 65), Bruno Alves (Rolando, 46), Benitez (Lino, 46), Raul Meireles (Farias, 65), Lucho Gonzalez (Bolatti, 82), Guarin (Tomas Costa, 46), Mariano (Candeias, 82), Lisandro (Hulk, 46) e Rodriguez (Fernando, 65).
Golos: 1-0, Bruno Alves (15); 2-0, Lucho, (18); 2-1, Ledesma, (73).
Hola,marcó Lucho,el que fué pretendido por el Atlético de Madrid,amí es un jugador que me gusta,es muy bueno,venga,saludos!
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Bom partido do Porto. Este ano promete moito. Este ano ganhan a Copa e a Liga.
ResponderEliminarUm saúdo.
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Magnífica primeira parte do FC Porto, defronte de uma das mais prestigiadas equipas italianas. Os portistas vulgarizaram autenticamente a Lázio durante os primeiros 45 minutos. Jesualdo Ferreira apostou no seu habitual 4-3-3 e, na realidade, não há qualquer razão para mudar, pois é um sistema que já está completamente enraízado na equipa e que deu os frutos que todos conhecemos. Em termos individuais, destaque para a colocação de Benítez a lateral-esquerdo e de Guarín a pivot-defensivo, as posições onde há mais dúvidas sobre o seu dono. De resto, tudo normal: Helton na baliza, Sapunaru, Bruno Alves e Pedro Emanuel a completarem a defesa, Raúl Meireles e Lucho a manterem-se no meio-campo e o trio Mariano-Lisandro-Rodríguez na frente. Pode até dizer-se que o onze para defrontar o Sporting, sábado no Algarve, está encontrado.
ResponderEliminarNa primeira metade, o jogo portista foi de alta rotação, com velocidade e fluídez em posse de bola, movimentações constantes dos jogadores, objectividade nos ataques e pressing incessante na recuperação. Resultado: dois golos e um domínio avassalador do FC Porto, pontuado por alguns momentos de marcado brilhantismo. A máquina parece estar já bem oleada, o que entusiasmou o muito público presente no Dragão.
Cristian Rodríguez rubricou uma exibição soberba e caiu definitivamente no goto dos portistas. O extremo uruguaio alia a capacidade ofensiva (ultrapassou várias vezes o seu marcador directo, com velocidade e técnica) à disponibilidade defensiva (impressionante a forma como pressiona e luta pela bola), o que faz as delícias de qualquer treinador e o leva a encaixar às mil maravilhas no esquema azul e branco. Realizou várias arrancadas fenomenais, numa das quais serviu Lucho para o segundo golo. Já antes, Bruno Alves abrira o activo com um portentoso livre do meio da rua.
O entrosamento revelado é de enaltecer, se atendermos a que ainda estamos na pré-época. Todos os jogadores se integraram nos processos colectivos, não vi ninguém deslocado ou sem saber o que fazer. Lucho foi o cérebro de sempre e, além do habitual entendimento com Lisandro, parece querer tê-lo igualmente com Rodríguez. Mariano também esteve bem e, apesar de sempre muito criticado e incompreendido, é um jogador que me agrada. Meireles foi voluntarioso e esclarecido, como de costume. Guarín participou sempre correctamente no processo ofensivo, mostrando bons pés, boa visão e arrojo, tendo subido várias vezes e até tentado o ramate. A verdade é que, para quem joga na posição '6', sai muito do seu espaço e é ainda muito imaturo a nível posicional, o que pode por a equipa em dificuldades defensivas. Por isso, não o acho a melhor opção para substituir Paulo Assunção, pelo menos para já, sendo mais prudente apostar em Meireles para essa função. A defesa esteve geralmente acertada, tanto os centrais como os laterais.
Na segunda parte, com as inúmeras substituições e umas invenções de Jesualdo, como o 'double-pivot' ou o encosto de Lucho à direita, a equipa deixou de jogar como tal e o espectáculo baixou drasticamente de qualidade. Hulk foi mesmo o único que aproveitou para brilhar, com uma fantástica jogada individual - mal concluída - e mais uns apontamentos técnicos interessantes, embora ainda lhe falte perceber o momento certo para largar a bola. Mas pode ser um elemento bastante importante no plantel portista nesta temporada. De referir que o golo dos romanos foi apontado por Ledesma, num lance em que Nuno não está isento de culpas.
Continuar assim até ao tetra.... esta muito bom para pré-época.
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