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09 junho 2013

Louis van Gaal quer treinar em Portugal quando sair da seleção

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Louis van Gaal, selecionador da Holanda, fez algumas revelações quanto ao seu futuro numa entrevista ao “De Telegraaf” e manifestou o desejo de treinar em Portugal. O treinador de 61 anos confirmou que irá deixar a seleção holandesa depois do Mundial do Brasil, no próximo ano.
“Depois da seleção quero ir viver para um paraíso e treinar em Portugal”, abrindo, contudo, uma exceção: “Se receber uma proposta de um bom clube da Premier League...” 

10 abril 2011

Van Gaal despedido; Champions "segura" Ancelotti

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O Bayern Munique anunciou este domingo que despediu o treinador Louis Van Gaal após o empate de sábado ante o Nuremberga (1-1).
"O Bayern deu licença para a saída do técnico Louis Van Gaal com efeito imediato", pode ler-se no site do clube da Bundesliga. Andries Jonker foi nomeado treinador até ao final da época.

Ancelotti com a vida difícil no Chelsea
Segundo a publicação britânica "Daily Mirror", Roman Abramovich despedirá Carlo Ancelotti se o treinador não guiar o Chelsea à vitória final na Liga dos Campeões.
O magnata russo tenciona realizar um avultado investimento no plantel, este verão, mas acredita que o atual técnico não será o mais indicado para estar à frente da equipa.

16 março 2011

Sporting: Godinho Lopes admite Scolari, Laudrup e... Van Gaal

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Godinho Lopes aprecia o perfil de Scolari mas tem alternativa europeia ao brasileiro, caso Luis Duque e Carlos Freitas assim o entendam. Louis Van Gaal e Michael Laudrup são os nomes apontados, segundo avançou a Rádio Renascença. Os três nomes enquadram-se no perfil desejado e o escolhido será anunciado oportunamente.
Já há acordo com o brasileiro caso essa venha a ser a opção de Luis Duque e Carlos Freitas.

10 novembro 2010

Breves: Internacional

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Zenit pode sagrar-se hoje campeão
O Zenit S. Petersburgo, clube onde alinham os portugueses Danny, Bruno Alves e Fernando Meira, pode alcançar hoje o título de campeão nacional na Rússia a 3 jornadas do fim do campeonato.

Van Gaal "nunca perdoará" Cruyff
O ambiente continua quente em Munique e sempre com Louis van Gaal envolvido. Desta feita, o técnico do Bayern atacou Johan Cruyff, com quem trabalhou nos tempos do Barcelona.

Enke recordado um ano depois do suicídio
Exatamente um ano após o suicídio de Robert Enke, a Alemanha recorda o antigo guarda-redes do Benfica com várias homenagens em sua memória. O último clube da carreira do antigo internacional alemão, o Hannover, treina-se hoje à porta fechada como forma de expressar toda a sua dor.

22 setembro 2010

Breves: Franck Ribéry pára quatro semanas

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O francês Franck Ribéry, do Bayern Munique, vai parar quatro semanas devido a uma lesão no ligamento do tornozelo.
Apesar da contusão, Ribéry não vai ser operado, sendo obrigado no entanto estar em repouso absoluto durante 10 dias.
«Pensei que seria pior. Tivemos alguma sorte dentro daquilo que poderia acontecer», afirmou o treinador do clube alemão, Louis van Gaal.

08 agosto 2010

Arjen Robben o melhor da Bundesliga

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O internacional holandês de Arjen Robben, estrela do Bayern de Munique, foi eleito futebolista do ano na Alemanha na temporada 2009/10 pela revista Kicker, anunciou hoje a publicação.
Na tradicional votação da revista semanal participaram 925 jornalistas de desporto e o extremo Arjen Robben obteve 445 votos.
A grande distância ficaram dois médios internacionais alemães, Bastian Schweinsteiger, com 180 votos, e a jovem revelação Thomas Muller, com 118, ambos igualmente jogadores do Bayern de Munique.
Como treinador do ano foi pela primeira vez escolhido um estrangeiro, o também holandês Louis van Gaal, igualmente do Bayern de Munique, que conseguiu para o clube os títulos da Liga, Taça da Alemanha e Supertaça alemã, além de ter sido finalista vencido da Liga dos Campeões.

19 julho 2010

Van Gaal gostava de treinar a Alemanha, a Espanha ou a Argentina

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O treinador do Bayern de Munique, Louis Van Gaal, declarou à imprensa alemã que quer voltar a treinar uma selecção quando deixar o clube de Munique. Van Gaal já escolheu alguns países de sua preferência.
"Quero ser técnico de um país que queira ganhar coisas importantes. Pode ser a Alemanha, a Espanha, a Argentina. Por isso, talvez renove por um ano (com o Bayern), até 2012, e depois assuma uma selecção" - disse o treinador à revista alemã "Kicker".
Com 58 anos, Van Gaal já comandou a selecção da Holanda nos anos de 2001 e 2002.

22 abril 2010

Quando o importante é ter a bola

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Após uma primeira meia-final riquíssima em termos táticos, seguiu-se uma segunda meia final que opunha dois treinadores da minha preferência: Puel, um taticista tipicamente Francês e Van Gaal um fiel seguidor da escola Holandesa.
Dois “futebois” de qualidade mas diferentes, duas equipas com bons talentos mas que valem sobretudo pelo seu todo.

Até ao minuto 37 tivemos um Bayern bem á imagem do seu técnico e tudo parecia indicar que os Alemães iriam ser sempre a equipa a mandar na partida.
Uma equipa posicionada ofensivamente de forma larga, com o objectivo de “pisar todos os pedaços de relva” do terreno, através de uma boa e rápida circulação de bola, muitas variações de flanco na tentativa de encontrar desequilíbrios adversários e também na tentativa de “cavar” situações de 1x1 para Ribery ou Robben resolverem. Excelente noção de quais os espaços para pausar ou acelerar o ritmo de jogo de forma a surpreender os Franceses.
No fundo, uma equipa com um pouco de tudo daquilo que marca um futebol estético: circulação de bola com qualidade e sentido mas com espaço para a criatividade das suas peças mais talentosas.
Aliás, nesse sentido Van Gaal optou até por colocar os jogadores trocados nas alas (como tem feito com regularidade), por forma a apostar em diagonais interiores com finalização.

O Lyon viajou a Munique para apostar num futebol cauteloso e expectante.
Apostado num 4-2-3-1, colocou em campo jogadores capazes de interpretar com a mesma qualidade os momentos defensivos e ofensivos (Lisandro é um caso evidente disso mesmo).
Ao contrário da equipa da casa, optaram por um posicionamento mais fechado, com todos os elementos da equipa mais próximos no sentido de reduzir espaços, mas também em termos ofensivos para evitar passes de risco e possíveis perdas de bola que poderiam ser fatais, face á velocidade dos atacantes Bávaros, face á qualidade dos Alemães nas transições ofensivas.
Contudo o posicionamento dos Franceses retirou-lhes capacidade para circular a bola. No momento da recuperação da posse, por se “estenderem” pouco no terreno, foram sendo facilmente cercados e a bola raramente esteve períodos de tempo dignos de registo nos pés dos jogadores do Lyon.
Esta incapacidade para reter a bola em seu poder, obrigou a equipa a apostar em situações individuais de penetração. Foram inúmeras as tentativas dos atacantes Francenses em furar com bola nos pés, naturalmente sem grande êxito, pois quando se joga “a top” nunca é fácil resolver os problemas colectivos com raídes individuais pouco lúcidos.


Mas este jogo viria a conhecer outra História, quiça decisiva para as aspirações Bávaras.
Num lance ingénuo de Ribery, o Francês, até então o mais rematador da partida, é expulso de forma justa e coloca o Bayern com duas contrariedades: fica a jogar com 10 e perde o mais influente dos seus jogadores.

O que esperava então?
Um Bayern mais recolhido, na tentativa de evitar sofrer golos em casa, adiando a decisão da eliminatório para a 2ª mão.
E esperava-se um Lyon a correr mais riscos, mais estendido, com mais capacidade para ter bola, fruto da superioridade númerica.

A verdade é que Van Gaal vai provando que é um treinador de grande nível, um grande estratega.
Retira Olic, coloca Tymoschuk como duplo pivot com Pranjic, mantém Robben á direita, empurra Muller para o corredor esquerdo e coloca Schweinsteiger como médio mais ofensivo (falso avançado).
Durante 8m, vimos um Bayern por cima. Ou seja, mesmo com dez nunca se esqueceram do mais importante num jogo, ter a bola.
Se é verdade que o jogo do Bayern começou a ser mais vertical e individualizado, não é menos verdade que o arranjo táctico de Van Gaal garantiu consistencia, mobilidade ofensiva e capacidade para o Bayern não alterar a matriz de jogo que o caracteriza: uma equipa agressiva em termos ofensivos.

Depois, bom, depois a história resume-se facilmente.
Toulalan é expulso e o Bayern em igualdade númerica acentuou a sua supremacia e arriscou ainda mais em termos ofensivos.

Vitória justa do Bayern, que me parece uma equipa muito interessante do ponto de vista estético mas que ainda revela, aqui e ali, dificuldade para se manter equilibrada nas transições defensivas, sobretudo frente a equipas que se atrevam a atacar e a assumir o jogo.

06 fevereiro 2010

Técnico da selecção da Nigéria foi demitido

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A Federação Nigeriana de Futebol anunciou a demissão do técnico da selecção, Shuaibu Amodu, a cerca de 120 dias do início do Campeonato do Mundo da África do Sul. Amodu havia sido questionado pela derrota frente ao Gana nas meias-finais da CAN. A Nigéria ficou em terceiro lugar.
A Federação Nigeriana publicou uma lista de treinadores na qual espera encontrar o substituto de Amodu que comandará os 'Super Águias' no Mundial. A lista inclui os holandeses Guus Hiddink e Louis van Gaal, o francês Bruno Metsu, o inglês Peter Taylor e o sérvio Ratomir Djukovic.
Lembramos que a Nigéria está no Grupo B do Mundial, juntamente com a Argentina, Coreia do Sul e Grécia. A estreia dos nigerianos será no dia 12 de Junho contra os argentinos.

19 dezembro 2009

Luca Toni um sonho de Jorge Jesus

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Um sonho desejado por Jorge Jesus, mas muito difícil de concretizar, Luca Toni é o objectivo dos encarnados para reforçar o ataque, segundo o jornal Record.
O avançado italiano de 32 anos, foi dispensado do Bayern Munique, por Louis van Gaal, procurando agora um clube onde possa mostrar serviço suficiente para constar na lista de Marcello Lippi para o Mundial da África do Sul. Seria aí que encaixaria o italiano, se não tivesse muitos pretendentes pela Europa fora, como Itália (Inter, Milão e Roma) e ainda em Inglaterra e Espanha.