21 novembro 2018

Patrício e William investem à subscrição do empréstimo obrigacionista do Sporting; Portugal venceu 'apenas' 6 dos 15 jogos feitos em 2018; E-toupeira: Advogado da Benfica SAD espera inspeção "esclarecedora" no Estádio da Luz; Neymar perto do regresso ao Barcelona?

Esta terça-feira, o futuro de Neymar é o tema da imprensa brasileira. Ao que tudo indica, o jogador poderá ter uma 'segunda oportunidade' e regressar ao Barcelona, já na próxima temporada.
Segundo o Goal, o jogador já terá partilhado com os amigos mais próximos que, na próxima época, estará de regresso a Barcelona, deixando de lado a possibilidade de rumar ao Real Madrid.
Ao que tudo indica,o brasileiro estará mesmo focado em voltar ao Barcelona, clube que representou entre 2013 e 2017.
O percurso no Paris Saint-Germain não tem sido o mais 'feliz' para Neymar, com alguns problemas. Juntando-se ainda a 'polémica' recente com Cavani e as questões relacionadas com a UEFA, relativas à sua transferência.
Recorde-se que o brasileiro chegou ao emblema de Paris, no verão de 2017, depois de o PSG ter pagado a sua cláusula de rescisão, no valor de 222 milhões de euros.

Patrício e William investem. A dois dias do fim do prazo para subscrever obrigações no âmbito do empréstimo obrigacionista lançado pelo Sporting, no valor de 30 milhões de euros, vários jogadores do plantel leonino e até ex-capitães do clube apelaram à compra destes produtos, como forma de ajudar o clube, num momento que já foi considerado até por vários notáveis como vital para as finanças verde e brancas. 
Wendel, Carlos Mané, Luís Maximiano, Ristovski, Raphinha, Nani e Jefferson foram alguns dos futebolistas do Sporting que, através das redes sociais, deixaram o seu apelo. Mas o mesmo não se ficou pelo atual balneário. Rui Patrício e William Carvalho, antigos jogadores do clube, fizeram o mesmo, anunciando ter subscrito obrigações, assim como Cédric Soares, avança o Record. 
Recorde-se que, recentemente, o Sporting admitiu falta de apoio da banca na comercialização do empréstimo e reconheceu que o clube está a ser obrigado a reforçar a comunicação da operação. 
Na segunda-feira, o administrador da SAD leonina com o pelouro das finanças, Francisco Salgado Zenha, revelou que o empréstimo obrigacionista conta com 11,5 milhões de euros (ME) de subscrições, faltando 3,5 ME até quinta-feira para se conseguir emitir.

A Benfica SAD espera que seja "esclarecedora" a inspeção às garagens do Estádio da Luz, agendada para quarta-feira, no âmbito da instrução do processo e-toupeira, afirmou hoje à saída do tribunal João Medeiros, advogado da sociedade. "[A Benfica SAD] espera que seja esclarecedora. É esse o nosso objetivo", afirmou aos jornalistas João Medeiros, no final de mais uma sessão da fase de instrução do processo e-toupeira, depois de questionado sobre a diligência marcada para quarta-feira, no estádio do Benfica.
João Medeiros afirmou que a sessão de hoje "correu bem", mas não avançou quaisquer detalhes sobre os assuntos abordados no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), nem se alongou sobre o alegado envolvimento do ex-assessor jurídico da SAD ‘encarnada’, Paulo Gonçalves, no caso e-toupeira.
"Essas são as questões que se discutem neste processo lá dentro e não no meio da rua", sublinhou, após uma sessão que durou cerca de duas horas e meia.
Sobre a ausência de Fernando Gomes, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, que também foi arrolado como testemunha da Benfica SAD e que pediu o adiamento da diligência de forma a poder acompanhar o jogo de Portugal-Polónia, para a Liga das Nações A, que se realiza hoje em Guimarães, e sobre se o responsável vai ser ouvido em nova data, João Medeiros deixou tudo em aberto.
"Ainda não tomámos posição quanto a isso", limitou-se a dizer.
Hoje, foram ouvidos pela juíza de instrução criminal Ana Peres o presidente da Liga de clubes, Pedro Proença, o diretor financeiro do Benfica, Miguel Moreira, e o diretor de comunicação do clube, Luís Bernardo, testemunhas arroladas pela Benfica SAD no processo e-toupeira.
Pedro Proença entrou e saiu do TCIC pela porta lateral, pelo que não foi visto pelos jornalistas, mas foi possível confirmar junto de diferentes fontes intervenientes neste processo que o dirigente deu o seu testemunho à juíza Ana Peres, tal como fonte da Liga adiantou à Lusa no início da tarde.
Miguel Moreira e Luís Bernardo, que não prestaram declarações à comunicação social à entrada para o TCIC, também evitaram as questões colocadas pela comunicação social à saída dos trabalhos.
"Correu bem", lançou apenas o diretor de comunicação do clube da Luz face à insistência dos jornalistas.
A fase de instrução do processo 'e-toupeira', requerida pelos quatro arguidos, incluindo a Benfica SAD, começou na quarta-feira da semana passada no TCIC, em Lisboa.
A instrução, fase facultativa que visa decidir por um juiz de instrução criminal se o processo segue para julgamento, tem decorrido à porta fechada, com início sempre às 14:00, exceto no debate instrutório, agendado para 26 de novembro, e na leitura da decisão instrutória, sessões que serão públicas.
No Requerimento de Abertura de Instrução (RAI), a SAD do Benfica defende que a acusação do Ministério Público (MP) é infundada e que terá de cair nesta fase. O RAI assenta em três pontos essenciais, nomeadamente o desconhecimento dos factos imputados ao seu antigo assessor jurídico Paulo Gonçalves e restantes dois arguidos, ambos funcionários judiciais.
A acusação do MP considera que o presidente da Benfica SAD, Luís Filipe Vieira, teve conhecimento e autorizou a entrega de benefícios aos dois funcionários judiciais, por parte de Paulo Gonçalves, a troco de informações sobre processos em segredo de justiça, envolvendo o Benfica, mas também clubes rivais.
A SAD do Benfica está acusada de 30 crimes e Paulo Gonçalves de 79 crimes. O MP acusou a SAD do Benfica de um crime de corrupção ativa, de um crime de oferta ou recebimento indevido de vantagem e de 29 crimes de falsidade informática.

A seleção portuguesa de futebol fechou hoje 2018 com um empate a um golo na receção à Polónia, para a Liga das Nações, e pela quarta vez no século XXI fechou um ano abaixo dos 50% de triunfos. Nos 15 encontros efetuados em 2018, a formação das ‘quinas’ conseguiu apenas seis triunfos, correspondentes a 40,0%, registo negativo que repete 2012 (42,9% - seis em 14), 2008 (38,5% - cinco em 13) e 2002 (36,4% - quatro em 11).
Como nos três anos anteriores em que não venceu, pelo menos, metade dos jogos efetuados, também 2018 ficou marcado pela presença numa fase final, a do Mundial, com Portugal a vencer apenas um de quatro jogos e a ‘tombar’ nos oitavos de final.
O Uruguai, que bateu o ‘onze’ de Fernando Santos por 2-1, com um ‘bis’ de Edinson Cavani, foi o ‘carrasco’ da formação das ‘quinas’, que, na fase de grupos, empatou com Espanha (3-3) e Irão (1-1) e, pelo meio, venceu Marrocos (1-0).
Além dos sul-americanos, apenas mais uma formação bateu Portugal em 2018, a Holanda, que numa particular realizado em 26 de março, em Genebra, derrotou o conjunto luso por inapeláveis 3-0, com golos de Memphis Depay, Ryan Babel e Virgil van Dijk.
Portugal só sofreu dois desaires, mas somou sete igualdades, uma delas, diga-se, com sabor a vitória, já que o ‘nulo’ em San Siro, com a Itália, a 17 de novembro, valeu o ‘passaporte’, antecipado, para a ‘final four’ da Liga das Nações.
Aos dois empates no Mundial e a outros tantos na Liga das Nações, o conjunto luso somou ainda mais três em particulares, com a Tunísia (2-2), em Braga, a Bélgica (0-0), em Bruxelas, e a Croácia (1-1), no Algarve.
Quanto aos triunfos, foram seis, três deles a ‘sério’, um no Mundial2018 e dois na fase de qualificação da Liga A da Liga das Nações, um com a Polónia (3-2 fora) e um com a Itália (1-0 na Luz, com um tento de André Silva).
As restantes vitórias foram conseguidas face ao Egito (2-1), em Zurique, com dois golos de Cristiano Ronaldo na parte final, a Argélia (3-0), no último jogo antes do Mundial2018, na Luz, e a Escócia (3-1), em Glasgow.
Autor de seis golos, quatro deles na fase final do campeonato do mundo (três à Espanha e um a Marrocos), Ronaldo foi o melhor marcador do ano, com seis golos, apesar de ter abandonado, temporariamente, a seleção após a prova disputada na Rússia.
Portugal não se ressentiu, porém, da ausência do ‘capitão’, conseguindo três vitórias e três empates, em seis jogos, e o apuramento para a ‘final four’ da Liga das Nações, como a equipa seleção da Liga A sem derrotas.

1 comentário:

  1. Há-de tardar bem aparecerem o Chupas e o Dentrodonojo a zurrar Benfica Benfica Benfica.. vai uma aposta???

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