14 junho 2018

Rúben Ribeiro rescinde com o Sporting

Rúben Ribeiro rescindiu contrato com o Sporting. O jogador que trocou o Rio Ave por Alvalade em janeiro seguiu as pisadas de Rui Patrício, Podence, William, Gelson, Bruno Fernandes e Bas Dost e entregou a carta de rescisão de contrato.

15 comentários:

  1. Já se começa a ver bons resultados no trabalho do bruno de Carvalho, venham mais como este ...

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  2. Fod@-se, que massacre. Daqui a pouco aparece aqui o azeiteiro dos fetiches anais, o tal de O_Brunista, a disparar pilas e culos em todas as direções. Dá-lhe O_Brunista, estamos à tua espera.. anda

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    1. a pensar em mim malandro?

      O_Brunista

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    2. Ok, já admites. Menos mal.

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  3. Mesmo sem o Ruben Ribeiro, o Sporting fica com uma equipa fortíssima para a próxima época.


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  4. por mim podem rescindir todos...

    estou mesmo a falar a serio.

    para quê investir milhoes e milhoes se um Braga, por exemplo, fica a 3 pontos do Sporting e a 6 do carnide??

    para quê gastar milhoes como um psg para depois ganhar um monaco?

    para quê gastar milhoes em chelsea , manchesters e afins se um leicester é campeão?

    rescindam todos, tenho a certeza que entrarão 11 em campo.

    rescindam todos, tenho a certeza que depois disto, quem ficar e quem vier vem com ambição e nao para andar a brincar à sombra da bananeira.

    prefiro o Bruno de Carvalho a todos estes jogadores que independentemente do Presidente, cagaram para nós completamente e seguiram apenas o dinheiro!

    nao dormem à noite? andamos a brincar...

    criancas sao violadas pelos pais tios e avós, essas sim nao devem conseguir dormir à noite, indefesas.

    estes maricas têm suores frios, tadinhos, vivem numa redoma e quando vêm uma naifa acham que vao morrer, princesas do caraças.

    mas para comerem as mulheres todas plastificadas a piroca ja levanta nao ja seus marotos? ai ja nao ha suores frios nem traumas nem stress pos traumatico...

    palhacos...rescindam todos, o Sporting fica rico com tantas indemnizações.


    O_Brunista

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    1. Passou de "não vai rescindir nenhum", a "vão rescindir mas não lhes vai ser dada a justa causa" para "que rescindam todos!".
      Cada vez melhor.

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    2. Explique-me as credenciais que tem para poder opinar sobre o estado psicológico de alguém. Porque não podem ter suores frios, angústia e dificuldades em dormir? Percebe-se o seu desespero quando põe crianças violadas ao barulho. Parece o Trump, você. "Ah, eles sofreram? Não sofreram tanto como podiam, há quem sofra mais." E que tem isso a ver? Cresça e apareça, faça-se gente.

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  5. In: Sporting Arrasador:

    “Ponto prévio. O BdC cometeu excessos na utilização das redes sociais que pelo conteúdo das mensagens criaram clivagens, e potenciaram a ideia de estarmos perante uma pessoa instável, dando assim gás ao momento actual. Justifica o circo que envolve o clube há mais de um mês? Justifica a ideia de que estamos perante uma pessoa nefasta para o clube?

    É o que tento responder nas próximas (e longas) linhas.

    O modelo de negócio do futebol português estava a funcionar sobre rodas quando em Março de 2013 Bruno de Carvalho foi eleito Presidente do Sporting.

    Nesse modelo, na prática, só existiam dois clubes grandes em Portugal: Benfica na capital, Porto a norte. Eram estes dois clubes que discutiam os títulos nacionais de futebol e na maioria das modalidades. Eram eles que dominavam o discurso, preenchiam o espaço mediático e tinham acesso aos milhões da Liga dos Campeões.
    Quem fazia os grandes negócios do futebol português, fosse nas transferências de futebolistas ou nos acordos de sponsorização eram estes dois clubes. E como não podia de deixar de ser, eram também estes dois clubes que dividam a influência nos principais órgãos de poder do Futebol Português: Liga e FPF.

    O Sporting fazia o papel de palhaço-pobre, neste circo que só permitia a existência de dois ricos. E porquê? Porque Portugal é o que é, país periférico, com um mercado pequeno e pouco poder aquisitivo. Dividir o pouco que há por dois já acarreta dificuldades, dividir por três é uma chatice e significa que a margem de erro fica mais curta.
    Por isso, o Sporting de JEB e GL era perfeito. Não incomodava, não ganhava, não tinha estratégia e como sempre acontece nestas situações, tinha perdido autonomia, por isso ora encostava-se ao Benfica, ora encostava-se ao Porto, e pelo meio ia perdendo a sua identidade.

    A eleição de BdC foi uma pedra na engrenagem que girava quase na perfeição há vários anos. O discurso violento, necessário para se fazer ouvir, inicialmente foi recebido com um misto de desconfiança e gozo, mas rapidamente passou a ser escutado com mais atenção e recebido como uma ameaça ao status-quo.

    O primeiro choque com a nova realidade aconteceu no final da primeira época desportiva com BdC ao leme. O Sporting de Leonardo Jardim, contra todas as expectativas, por força dos constrangimentos financeiros e a recordação da pior época desportiva na história do clube, terminava o campeonato em segundo lugar e atira o FCP para fora do acesso directo à LC. Pela primeira vez em muitos anos, um dos clubes que se tinha habituado a reinar, via-se confrontado com a possibilidade real de poder falhar o pote de ouro da UEFA.

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    1. No segundo ano, agora com Marco Silva, parecia que o status-quo voltava ao normal, Benfica e Porto nos dois primeiros lugares, e o Sporting em terceiro. Mas na verdade essa aparência era falsa. O Sporting ganhava a TP, o Porto tinha mais um ano sem títulos, e o Benfica começava a conquistar um poder inusitado nos media. Além disso BdC voltava a agitar o futebol ao trazer para a praça publica o caso dos Vouchers.

      Mas mais importante, quando teve inicio a guerra pelos direitos televisivos, todos julgaram que o SLB e FCP iriam dividir entre si a fatia maior do bolo, mas foi o Sporting que acabou por celebrar o contrato financeiro mais elevado, ao assinar um acordo milionário com a NOS.

      Os sinais de que o Sporting de BdC tinha deixado de ser um figurante para passar a actor principal começavam a confirmar-se e ao mesmo tempo a preocupar as cúpulas que durante anos, tinham mantido com alegria a bipolarização do nosso futebol.

      Importa lembrar a rabula das eleições para a Liga que juntaram SBL e FCP do mesmo lado da barricada ao promoverem a candidatura de Luis Duque, com o intuito claro de achincalhar o Sporting e o seu presidente. Mas mais uma vez BdC soube responder á altura, patrocinando a candidatura de Pedro Proença que saiu vencedora.
      Mas a bomba que mudou a face do futebol português, e radicalizou o discurso nos media transformando BdC no homem a abater, rebenta no dia 4 de Junho de 2015.

      Contra todas as expectativas, e risos irónicos de alguns comentadores afectos ao Benfica, Bruno de Carvalho anuncia a contratação de Jorge Jesus! Foi como se de terramoto se tratasse. Foram horas e horas de programas na televisão, a tentar explicar como teria sido possível, ao Sporting, logo o Sporting, dar tamanho golpe no Benfica e LFV o rei da negociação.

      Havia explicações para todos os gostos: era dinheiro dos angolanos, era dinheiro da Guiné Equatorial que iria patrocinar o clube através da petrolífera estatal. Deputados da nação e Eurodeputados escreveram artigos a exigir transparência, e acusaram o clube de usar dinheiro sujo exigindo investigações à SAD. Da esquerda à direita, por uma vez na vida, deputados uniam-se no espanto, incredulidade e difamação.

      Estava dado o mote. Era preciso travar o Sporting porque este nosso mercado não comportava três galos numa capoeira pensada só para dois, e que no futuro podia ser reduzida a um. A perseguição a Jesus por parte do benfica com o apoio da cartilha, feroz e vergonhosa, ficou espelhada na primeira temporada – 2015/16 – onde tudo foi feito para impedir o Sporting de ganhar, como agora se começa a perceber.

      A contratação de JJ pela projecção e galvanização que trouxe ao clube foi o momento que marca a Presidência de BdC, mas é também nesse momento que um conjunto de forças se começa a unir para o destruir.
      Importa recordar. Os três grandes estão altamente dependentes das receitas da Liga dos Campeões para equilibrar o orçamento e não estarem tão pressionados para vender as principais figuras da equipa. O FCP nos quatro anos que ficou sem ganhar praticamente nenhuma competição no futebol sénior, viu-se confrontado com uma crise financeira sem precedentes que os colocou na mira da UEFA e praticamente impediu que contratassem jogadores na época transacta.

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    2. O SLB desde que fechou a torneira do BES vive das negociatas promovidas por Jorge Mendes que somadas ao dinheiro conquistado com o acesso directo à Champions, ajudam a camuflar a gestão da SAD.

      Sucede que as novas regras para esta competição apertaram. Portugal passou este ano a conseguir classificar para o quadro final da LC o campeão, obrigando o segundo classificado a disputar duas pré-eliminatórias. O terceiro classificado caiu para LE. Não tardará a chegar o dia em que o nosso campeonato só dará acesso à LC ao campeão e muito provavelmente obrigando-o a passar por pelo menos uma pré-eliminatória. Por isso, existirem três clubes grandes, para muitas cabeças é uma maçada.

      Isto explica muita coisa, principalmente o tratamento que o Sporting passou a receber por parte da imprensa desde que JJ chegou ao clube e assumiu-se como legitimo candidato ao título nacional.

      BdC tem sido desde a primeira hora um Presidente incómodo, pelo discurso, por ter desmascarado muita hipocrisia, mas também por ter conseguido acordar o Sporting.

      O que estamos a fazer este ano nas modalidades incómoda, porque é cada vez mais difícil conseguir apoios financeiros. A possibilidade de contratar um jogador como o Ricardinho incomoda pela mossa que faz no SLB, mas pela notoriedade que empresta ao clube praticamente abafando a concorrência.

      Mas o Sporting é um clube estranho que não gosta de estar bem. Alimenta à sua volta muitos grupos e grupinhos. É o Conselho Leonino, o Grupo Stromp, Leões de Portugal, ou os Cinquentenários, e por aí fora. Parece o enredo da Guerra dos Tronos, onde estão permanentemente todos contra todos.

      Não ter conseguido o desejado título no triénio de JJ, trouxe ao de cima uma oposição que praticamente não têm expressão no universo do clube, como as ultimas eleições o demonstraram, mas paradoxalmente domina a Comunicação Social. Como estão sempre a falar na TV, Rádios ou a escrever em jornais, transmite-se a ideia de que no Sporting existe uma oposição legitimada que manda quase tanto como os órgãos sociais eleitos.

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    3. Esta distorção da realidade é convenientemente alimentada pela CS. Como? Simples, qualquer que seja o problema que aconteça no Sporting quem fala nas televisões e rádios, são sempre os mesmos: Madeira Rodrigues, Rogério Alves, Carlos Severino, Carlos Barbosa da Cruz, Paulo Abreu, Dias Ferreira, etc..

      Ora não à liderança que se consiga consolidar se em seu redor existe ruído permanente. Mas mais grave que isso, alguns dos rostos desta dita oposição, partilham para a opinião publica o mesmo discurso que se ouve na boca do Pedro Guerra ou André Ventura.

      O Presidente do clube está longe de ser perfeito. Teve momentos de desvario que hoje são responsáveis por algumas desconfianças que possam existir sobre a sua capacidade para mudar e liderar o clube. São legítimas essas desconfianças.
      Porém nada justifica ter sido eleito pela facção da CS que trabalha de forma encapotada para o slb, como um alvo a abater.

      A história fará o favor de um dia esclarecer o que realmente levou aos acontecimentos na Academia, no exacto dia em que o clube se viu envolvido num escândalo de corrupção manhoso, patrocinado pelo Correio da Manhã.
      Assim como a história nos dirá, por que motivo em 48H a MAG e C&F se demitiram e tentaram obrigar o CD a cair. Que nexo de casualidade existe entre estes factos e a influência de Sobrinho e Ricciardi. A quem interessou que a renegociação financeira fosse travada, colocando o aumento de capital da SAD, que deixava o clube com 90% das acções, em risco.

      Tudo isto aconteceu sem estar provada a culpa do clube no processo “CashBall”, ou na invasão da Academia. Agora que os arguidos presos em preventiva já são 27 e com os supostos cabecilhas também detidos, espera-se que a justiça consiga esclarecer o propósito daquele ataque, quem o liderou, e quem o planeou. E já agora o que quis dizer a advogada de Fernando Mendes, com aquela frase enigmática “sigam o dinheiro”.

      Julgo que Portugal nunca viu nada como o que se assistiu aos dias seguintes aos acontecimentos mais triste da nossa história. Aquilo foi o linchamento de uma pessoa, em directo e o vivo com o patrocínio de muito Sportinguista, alguns deles eleitos pelos sócios para representar o clube.

      A classe politica que do futebol só se lembra para sentar-se nos camarotes e viajar à pala dos nossos impostos, perdeu a vergonha e também ela se juntou ao pagode no jogo favorito do momento: bater no BdC.

      Curiosamente ninguém ficou verdadeiramente preocupado quando o ministro das finanças e de estado, pediu a um elemento do seu staff para pedinchar bilhetes para ele e para o filho para verem o Benfica-Porto no camarote presidencial ao lado de LFV, que preside a um clube que é neste momento suspeito em casos gravíssimos e que estão nas mãos da justiça:

      • Vouchers e e-mails (unificados num único processo).
      • Operação LEX
      • Operação e-Toupeira
      • E mais recentemente o caso do Saco Azul, com suspeitas de fraude fiscal e branqueamento de capitais através da SAD.

      Sem contar com os processos onde LFV é arguido, relacionados com negócios das suas empresas e o BPN, agora designado EuroBic, ou a divida monstruosa ao Novo Banco que o coloca na lista dos 10 maiores devedores.
      Nada disto impressiona a nossa classe política que continua a passear ao lado de LFV como se fosse um exemplo de seriedade.

      Não deixa de ser paradigmático que um Presidente que devolveu o ecletismo ao clube recuperando modalidades, dando-lhes uma casa e condições para vencer como não se via desde os tempos de João Rocha. Trouxe milhares de novos sócios, resolveu problemas crónicos como o do relvado que tantos diziam ser insolúvel. Colocou Alvalade como um dos estádios com melhor percentagem de ocupação da Europa. Criou a Sporting TV, que permite aos sócios espalhados por todo o mundo acompanharem as modalidades e os escalões de formação. E é o único Presidente desde a criação da SAD a apresentar uma gestão com saldo positivo, seja apresentado como uma facínora.



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    4. Relembro o histórico da SAD.

      • JOSE ROQUETE (1997 - 2000): 21,4 ME de Prejuízo
      • DIAS DA CUNHA (2000 – 2005): 91 ME de Prejuízo
      • FILIPE SOARES FRANCO (2006-2009): 2,5 ME saldo Positivo
      • JOSÉ EDUARDO BETTENCOURT (2009-2011): 70,5 ME de Prejuízo
      • GODINHO LOPES (2011-2013): 89,5 ME de Prejuízo
      • BRUNO DE CARVALHO (2013-2017): 19,5 ME saldo Positivo


      Porque não dei destaque aos resultados positivo em 2.5 ME de FSF? Porque foram conseguidos, devido à venda de praticamente todo o património não desportivo, recordo: terrenos do antigo estádio José Alvalade, Alvaláxia, Edifício CUF, Edifício Visconde Alvalade. Estas vendas deram origem à enésima reestruturação financeira, com a extinção de sociedades do clube, que incorporaram o seu património na SAD, entre eles o actual estádio, recompondo os capitais da sociedade que gere o futebol.

      Bruno de Carvalho herdou de Godinho Lopes uma SAD com capitais próprios negativos em 119 ME, resultado de um activo de 139 ME e passivo na ordem dos 258 ME.

      Quatro anos depois a SAD tem um capital próprio na casa dos 7.5 ME, com activos que chegam aos 275 ME e um passivo de 267 ME que se justifica na forte aposta na equipa de futebol onde se incluía o salário de JJ.
      Dizer que este é um clube a caminhar para o abismo é uma falácia que de tantas vezes repetida começa a parecer verdadeira na cabeça dos mais incautos.

      Tudo isto atinge uma gravidade inusitada quando a imprensa que devia ter um papel independente e servir para esclarecer, optou por colocar-se quase em uníssono contra Bruno de Carvalho, manipulando a opinião pública, apresentando-o como fosse alguém que tomou de assalto o clube.

      Na verdade, ser o Bruno de Carvalho no fim do dia é irrelevante, ainda que o estilo mais guerreiro e quiçá belicista ajudam à causa, porque o objectivo é reduzir o Sporting à insignificância que tão bem serviu o status-quo com JEB e GL.
      Um Sporting forte significa que benfica ou porto vão passar dificuldades. Pela sua natureza e bairrismo o porto vive numa realidade distinta, por seu lado LFV sabe que está seguro enquanto for presidente do benfica. E para se manter nessa posição precisa de ganhar, combater um único adversário é diferente de combater dois.

      Um Sporting sossegado, conformado, satisfeito com pouco, seria muito útil para fazer regressar a ordem “natural” das coisas ao futebol português. Sucede que esse Sporting não tem futuro. Bruno de Carvalho foi o agente que trouxe a “desordem” ao reposicionar o clube no topo do desporto nacional.

      Resta saber o que nos trás o futuro, continuar a fomentar a “desordem” impondo o Sporting como parte integrante e indissociável de qualquer transformação que se pretenda realizar no desporto português, seja com BdC ou quem siga a mesmo linha orientadora, ou regressar ao rebanho.

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    5. Subscrevo na íntegra. Está aí tudo.

      Saudações Leoninas
      Acosta

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  6. Sapos Corruptos de Portugal14 de junho de 2018 às 16:41

    O Anónimo acima recebe muito para produzir este tipo de dislates. Por mim, o Ornelas pode lá ficar «ad aeternum». Só não lhe emprestem mais dinheiro, pois ele não paga a ninguém. Afinal, sempre foi essa a sua história de vida: o calote.

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